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ANO LETIVO

Rede municipal inicia ano letivo atendendo 36 mil alunos em 92 unidades escolares

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GERAL

Foto: Divulgação

O ano letivo de 2024 teve início nesta segunda-feira, 5 de fevereiro, nas unidades escolares da rede municipal de ensino de Várzea Grande. A acolhida dos alunos ocorreu nos períodos matutino e vespertino, com a recepção dos pais, familiares e responsáveis pelos alunos, pelos profissionais da Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (Smecel).

De acordo com o secretário Silvio Fidelis, a volta às aulas na rede municipal de ensino ocorreu de forma tranquila e organizada. “Apenas as escolas Air Addor e Faustino Antônio da Silva irão ter suas aulas iniciadas somente no dia 19/02 em virtude da finalização das obras de reformas nas unidades” informou.

Professores, coordenadores, gestores e servidores trabalharam, juntamente com a equipe da Smecel para que tudo estivesse em ordem para o início de mais um ano letivo. “Muitas unidades tiveram a pintura renovada, mobiliário e equipamentos revisados para o início das atividades. Nossa recomendação foi para que todos os espaços internos e externos fossem limpos e higienizados para garantir mais segurança e conforto para nossos alunos” declarou Silvio.

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Fidelis destacou a ampliação do número de vagas para novos alunos ofertadas para o ano letivo de 2024. “O aumento de mais de 6 mil vagas para novos alunos na rede municipal é o resultado dos investimentos que estão sendo feitos na Educação de Várzea Grande pela gestão do prefeito Kalil Baracat, nas reformas, ampliações e reestruturação de toda rede, além das novas escolas que foram construídas e entregues para a população” informou o secretário.

Em 2023, a Prefeitura Municipal, através da Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer entregou as obras de reforma e ampliação de seis Escolas Municipais de Educação Básica: EMEB Maria de Lourdes Toledo Areias, EMEB Jayme Veríssimo de Campos Júnior, EMEB Alino Ferreira de Magalhães, EMEB Apolônio Frutuoso da Silva e EMEB Benedito Abraão Nassarden, além da inauguração de dois novos Centros Municipais de Educação Infantil: CMEI Maria Ignês França Auad e CMEI Profª Leuby Correa da Costa Barros.

O secretário anunciou ainda a previsão da entrega das obras da reforma e ampliação da EMEB Antonia Felipa de Campos e a inauguração de um novo Centro Municipal de Educação Básica (CMEI) no Residencial Milton Figueiredo para o primeiro semestre deste ano, totalizando 93 unidades escolares quase 100% reformadas e ampliadas, num investimento na ordem de R$ 250 milhões somente na área da Educação.

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Alvo de operação da PF, Grupo Piccini nega participação em fundos

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O Grupo Piccini afirmou que nenhuma das pessoas físicas ou jurídicas vinculadas às suas empresas possui participação nos fundos de investimento citados na Operação Heritage, da Polícia Federal. O posicionamento foi divulgado após o empresário Jovi Piccini ser alvo da investigação. Ele e empresas ligadas ao seu grupo tiveram os bens bloqueados.

A operação apura suspeitas envolvendo a destinação de recursos relacionados ao acordo de R$ 308 milhões firmado entre o Governo de Mato Grosso e a Oi. A investigação busca identificar o caminho percorrido por parte do dinheiro por meio de fundos de investimento e seus possíveis beneficiários.

Na decisão que autorizou a operação, o ministro Flávio Dino, do STF, afirmou que as empresas do grupo foram “identificadas como responsáveis pelo aporte inicial de recursos destinados à aquisição dos direitos creditórios relacionados à operação sob investigação”.

Em nota, o Grupo Piccini procurou separar os fatos investigados pela PF das atividades empresariais desenvolvidas pelas companhias da família.

“O Grupo Piccini acompanha com responsabilidade os desdobramentos da Operação Heritage e esclarece que os fatos objeto da investigação não dizem respeito às operações das empresas, à produção, às relações comerciais ou ao cumprimento dos contratos mantidos pelo Grupo”, afirmou.

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O grupo ressaltou ainda que a investigação não envolve indistintamente todas as empresas e atividades ligadas à família Piccini. Segundo o comunicado, cada companhia possui estrutura, operação e responsabilidades próprias.

A nota também faz uma negativa direta sobre eventual participação nos fundos mencionados na investigação.

“Decorrer do processo legal”

“O Grupo esclarece, ainda, que nenhuma das pessoas físicas ou jurídicas vinculadas às empresas possui participação nos fundos citados nas investigações”, afirmou.

Apesar da negativa, o grupo não entrou em detalhes sobre os motivos que levaram a Polícia Federal a incluir Jovi Piccini entre os alvos de bloqueio de bens.

Segundo o comunicado, os esclarecimentos específicos relacionados à investigação serão apresentados no decorrer do processo legal, “pelos meios adequados”, com transparência e respeito às autoridades.

O Grupo Piccini afirmou ainda que adotará as medidas ao seu alcance para colaborar com as apurações e contribuir para que os fatos sejam esclarecidos “o mais breve possível”.

As empresas, conforme a nota, continuam funcionando normalmente e mantendo seus compromissos com colaboradores, clientes, fornecedores e parceiros. O grupo afirma atuar há mais de 40 anos e diz que seguirá dedicado às suas atividades no agronegócio brasileiro.

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Confira a nota do grupo:

“O Grupo Piccini acompanha com responsabilidade os desdobramentos da Operação Heritage e esclarece que os fatos objeto da investigação não dizem respeito às operações das empresas, à produção, às relações comerciais ou ao cumprimento dos contratos mantidos pelo Grupo.

O Grupo ressalta ainda que a investigação não alcança indistintamente todas as empresas e atividades ligadas à família Piccini, que possuem estruturas, operações e responsabilidades próprias.

Todas as atividades empresariais seguem normalmente, assim como os compromissos assumidos com colaboradores, clientes, fornecedores e parceiros.

Sobre as investigações, os esclarecimentos necessários serão apresentados no decorrer do processo legal, pelos meios adequados, com transparência e respeito às autoridades responsáveis. O Grupo esclarece, ainda, que nenhuma das pessoas físicas ou jurídicas vinculadas às empresas possui participação nos fundos citados nas investigações.

A companhia adotará todas as medidas ao seu alcance para contribuir com a celeridade das apurações e para que os fatos sejam plenamente esclarecidos o mais breve possível. O Grupo Piccini segue dedicado às suas atividades, mantendo a responsabilidade e os compromissos que pautam sua atuação há mais de 40 anos, contribuindo para o desenvolvimento do agronegócio brasileiro.”

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