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Reconhecimento facial

Câmeras do Vigia Mais MT levam a prisão de seis foragidos da Justiça durante o Carnaval

Dentre os presos, está um homem condenado por roubo em Santo Antônio do Leverger

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POLÍCIA

Foto: Arquivo Sesp-MT

Câmeras do programa Vigia Mais MT, da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), levaram à prisão de seis pessoas com mandados de prisão abertos durante as ações do programa Tolerância Zero neste feriadão de Carnaval. As capturas dos foragidos ocorreram na região metropolitana de Cuiabá.

Conforme dados da Coordenadoria do Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), responsável pelo programa, quatro deles foram presos em Chapada dos Guimarães, um em Cuiabá e outro em Santo Antônio do Leverger. As câmeras possuem tecnologia de reconhecimento facial.

Dentre os presos, está um homem condenado por roubo. Outro era investigado por tráfico de drogas. As prisões ocorreram entre os dias 28 de fevereiro e 04 de março.

O comandante da Companhia de Polícia Militar de Chapada dos Guimarães, tenente coronel PM Douglas Catanante, destacou que as câmeras do Vigia Mais MT atuaram de forma preventiva e proporcionaram mais tranquilidade às pessoas que festejaram com segurança.

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“Essas câmeras nos auxiliam a identificar foragidos da Justiça, criminosos que circulam normalmente em meio às pessoas, mas que foram presos, evitando incidentes que poderiam vir a prejudicar a tranquilidade de um cidadão de bem”, afirmou.

As câmeras do programa Vigia Mais MT estão instaladas em pontos estratégicos e com maior aglomeração de pessoas. Os presos foram encaminhados às delegacias de polícia dos respectivos municípios para procedimentos legais.

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POLÍCIA

Ação policial mira investigados por pedofilia e automutilação na internet

Investigados utilizavam um aplicativo de jogos on-line para aliciar e exigir imagens pornográficas das vítimas

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Foto: Polícia Civil-MT

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta sexta-feira (7.8), a Operação Discórdia, para cumprir ordens judiciais com foco na desarticulação de uma rede criminosa envolvida em crimes de pedofilia e de indução e instigação à automutilação de crianças e adolescentes por meio de um aplicativo de jogos na internet.

A operação, deflagrada com base em investigações da Delegacia de Tapurah, cumpre cinco ordens judiciais, sendo dois mandados de prisão preventiva contra dois investigados, de 19 e 20 anos, além de três mandados de busca e apreensão. Os mandados, expedidos pela Vara Única de Tapurah, foram cumpridos nos estados do Rio de Janeiro, Santa Catarina e Minas Gerais.

Entre os crimes investigados estão a indução, a instigação e auxílio à automutilação, ameaças, produção, armazenamento e compartilhamento de pornografia infantil.

As investigações tiveram início em abril, após a apreensão de um adolescente de 17 anos, no município de Itanhangá, ocasião em que foram encontradas imagens de pornografia infantil e de automutilação envolvendo crianças e adolescentes no aparelho celular do menor.

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Duas vítimas menores de idade foram identificadas, sendo uma adolescente de Tapurah e outra do Rio de Janeiro. Em um dos vídeos encontrados no aparelho, uma menor de idade aparecia sangrando. A abordagem das vítimas era realizada por meio do aplicativo Discord.

Com o avanço das investigações, foram descobertos grupos na plataforma, o que possibilitou a identificação dos suspeitos apontados como mandantes dos atos praticados pelas vítimas.

Para praticar os crimes, os investigados criavam uma situação para conseguir fotos das vítimas nuas e, posteriormente, passavam a exigir que elas enviassem mais imagens (fotos ou vídeos) praticando atos libidinosos e de automutilação, sob pena de terem as imagens já obtidas divulgadas para familiares e na internet.

Com base nos elementos apurados, foi representado pelos mandados de prisão e de busca e apreensão contra os investigados, que foram deferidos pela Justiça.

 

Nome da operação

Discórdia faz referência ao aplicativo Discord, utilizado pelos investigados para abordar, aliciar e extorquir as vítimas.

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