Pesquisar
Close this search box.
CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

Entre Sorriso e Tapurah

Trânsito na MT-560 terá desvio devido a interdição em ponte sobre o Teles Pires

Interdição é feita após vistoria que constatou danos em pilar; nova ponte será entregue em novembro

Publicado em

GERAL

Foto: Sinfra-MT

A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) informa que, a partir desta terça-feira (5.8), será implantado um desvio no tráfego da rodovia MT-560, que liga os municípios de Sorriso e Tapurah. A medida é necessária devido à interdição da ponte de concreto sobre o Rio Teles Pires.

O desvio terá início a aproximadamente 25 quilômetros do entroncamento com a BR-163. Os motoristas que seguem de Tapurah para Sorriso deverão acessar um trecho não pavimentado de cerca de 14 quilômetros, em direção à MT-242, de onde poderão seguir viagem até Sorriso.

A interdição da ponte foi determinada após vistoria técnica que identificou danos estruturais em um dos pilares, incluindo uma estaca danificada e indícios de possível desprendimento do bloco de fundação.

A estrutura em questão é uma ponte monovia, ou seja, que só permite a passagem de um veículo por vez, e no mesmo local já está em andamento a construção de uma nova ponte com pista dupla, 178 metros de extensão e investimento estimado em R$ 9 milhões.

Leia Também:  PF afirma que empresas de bilionário financiaram créditos da Oi

A previsão é de que a nova ponte seja concluída e liberada ao tráfego até novembro de 2025, período pelo qual deverá durar a interdição.

A Sinfra-MT ressalta que a rota alternativa não possui restrições de carga e não exige o uso de balsas.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

GERAL

Alvo de operação da PF, Grupo Piccini nega participação em fundos

Publicados

em

O Grupo Piccini afirmou que nenhuma das pessoas físicas ou jurídicas vinculadas às suas empresas possui participação nos fundos de investimento citados na Operação Heritage, da Polícia Federal. O posicionamento foi divulgado após o empresário Jovi Piccini ser alvo da investigação. Ele e empresas ligadas ao seu grupo tiveram os bens bloqueados.

A operação apura suspeitas envolvendo a destinação de recursos relacionados ao acordo de R$ 308 milhões firmado entre o Governo de Mato Grosso e a Oi. A investigação busca identificar o caminho percorrido por parte do dinheiro por meio de fundos de investimento e seus possíveis beneficiários.

Na decisão que autorizou a operação, o ministro Flávio Dino, do STF, afirmou que as empresas do grupo foram “identificadas como responsáveis pelo aporte inicial de recursos destinados à aquisição dos direitos creditórios relacionados à operação sob investigação”.

Em nota, o Grupo Piccini procurou separar os fatos investigados pela PF das atividades empresariais desenvolvidas pelas companhias da família.

“O Grupo Piccini acompanha com responsabilidade os desdobramentos da Operação Heritage e esclarece que os fatos objeto da investigação não dizem respeito às operações das empresas, à produção, às relações comerciais ou ao cumprimento dos contratos mantidos pelo Grupo”, afirmou.

Leia Também:  Alvo de operação da PF, Grupo Piccini nega participação em fundos

O grupo ressaltou ainda que a investigação não envolve indistintamente todas as empresas e atividades ligadas à família Piccini. Segundo o comunicado, cada companhia possui estrutura, operação e responsabilidades próprias.

A nota também faz uma negativa direta sobre eventual participação nos fundos mencionados na investigação.

“Decorrer do processo legal”

“O Grupo esclarece, ainda, que nenhuma das pessoas físicas ou jurídicas vinculadas às empresas possui participação nos fundos citados nas investigações”, afirmou.

Apesar da negativa, o grupo não entrou em detalhes sobre os motivos que levaram a Polícia Federal a incluir Jovi Piccini entre os alvos de bloqueio de bens.

Segundo o comunicado, os esclarecimentos específicos relacionados à investigação serão apresentados no decorrer do processo legal, “pelos meios adequados”, com transparência e respeito às autoridades.

O Grupo Piccini afirmou ainda que adotará as medidas ao seu alcance para colaborar com as apurações e contribuir para que os fatos sejam esclarecidos “o mais breve possível”.

As empresas, conforme a nota, continuam funcionando normalmente e mantendo seus compromissos com colaboradores, clientes, fornecedores e parceiros. O grupo afirma atuar há mais de 40 anos e diz que seguirá dedicado às suas atividades no agronegócio brasileiro.

Leia Também:  CNJ arquiva ação contra seis desembargadores de MT em disputa por terra de R$ 350 milhões

Confira a nota do grupo:

“O Grupo Piccini acompanha com responsabilidade os desdobramentos da Operação Heritage e esclarece que os fatos objeto da investigação não dizem respeito às operações das empresas, à produção, às relações comerciais ou ao cumprimento dos contratos mantidos pelo Grupo.

O Grupo ressalta ainda que a investigação não alcança indistintamente todas as empresas e atividades ligadas à família Piccini, que possuem estruturas, operações e responsabilidades próprias.

Todas as atividades empresariais seguem normalmente, assim como os compromissos assumidos com colaboradores, clientes, fornecedores e parceiros.

Sobre as investigações, os esclarecimentos necessários serão apresentados no decorrer do processo legal, pelos meios adequados, com transparência e respeito às autoridades responsáveis. O Grupo esclarece, ainda, que nenhuma das pessoas físicas ou jurídicas vinculadas às empresas possui participação nos fundos citados nas investigações.

A companhia adotará todas as medidas ao seu alcance para contribuir com a celeridade das apurações e para que os fatos sejam plenamente esclarecidos o mais breve possível. O Grupo Piccini segue dedicado às suas atividades, mantendo a responsabilidade e os compromissos que pautam sua atuação há mais de 40 anos, contribuindo para o desenvolvimento do agronegócio brasileiro.”

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA