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Pesquisa MT dados

Pivetta tem 26%; Wellington tem 25%; Jayme, 15%; e Natasha, 11%

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GERAL

Foto: Divulgação

O governador Otaviano Pivetta (Republicanos), que busca a reeleição, e o senador Wellington Fagundes (PL), aparecem tecnicamente empatados na nova pesquisa do Instituto MT Dados, divulgado nesta segunda-feira (27).

Segundo os números, na modalidade estimulada quando é apresentado os nomes aos entrevistados, Pivetta aparece com 26% das intenções de votos no cenário dois. Conforme o MT Dados, Fagundes tem 25% das intenções de voto nessas eleições, o senador Jayme Campos (União) aparece com 15% e médica Natasha Slhessarenko (PSD) com 11%.

Brancos e nulos são 5% e não sabem são 18% dos entrevistados.

No cenário um, em que aparecem mais nomes na disputa ao Governo, Pivetta tem 25,2% das intenções de votos. Na sequência aparece Fagundes com 24,3%. Jayme aparece em terceiro com 14,3%, enquanto Natasha está com 10,6%.

Ainda neste cenário aparecem: Rafael Millas (Missão) com 1,5%; Marcelo Maluf (Novo) com 0,9%; Maurício Coelho (Mobiliza) com 0,7%; e Alex Pucinelli (Democrata) com 0,4%.

Os nulo/branco somam 3,6% e não sabe/indeciso chegam a 18,5%.

Sobe e desce

O dado atual mostra que Pivetta cresceu 6 pontos percentuais, em relação ao levantamento anterior do mesmo instituto, que era de 20%, em maio deste ano. Considerando as sete regiões ouvidas pela pesquisa, Pivetta tem mais votos no Norte (34%), Oeste (20%), Médio Norte (24%) e Noroeste (31%).

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Em comparação com a pesquisa anterior, Fagundes caiu 2 pontos percentuais (de 27% para 25%), Jayme subiu 1 ponto percentual (de 14% para 15%) e Natasha subiu 4 pontos (de 7% para 11%). Brancos e nulos caíram de 7% para 5% e não sabem ou indecisos, de 25% para 18%.

Na modalidade espontânea, Pivetta cresceu 4%, passando de 7% das intenções de votos, em maio, para 11%, junho e também assumindo a liderança. Fagundes permaneceu com 10% nas duas pesquisas, Jayme passou de 7% para 8% e Natasha de 3% para 5%. Brancos e nulos permanecem com 10%, não sabem ou indecisos caíram de 61% para 53%, e outros subiram de 2% para 3%.

Metodologia e amostragem

A pesquisa quantitativa foi realizada entre os dias 15 e 21 de julho de 2026, com metodologia híbrida, combinando entrevistas presenciais/residenciais e coleta via redes sociais. Foram ouvidos 2.800 eleitores de Mato Grosso aptos a votar em sete regiões do Estado.

Registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número MT – 04879/2026, a pesquisa tem margem de erro de 3% para mais ou para menos e nível de confiança em 95%.

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Veja os gráficos:

 

 

 

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GERAL

Morte de grávida após injeção em farmácia levará farmacêutico e técnica a júri popular em Cuiabá

Publicados

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Foto: Divulgação

O juiz André Barbosa Guanaes Simões, da 12ª Vara Criminal de Cuiabá, manteve a decisão que leva a julgamento o farmacêutico Linaudo Jorge de Alencar e a técnica de enfermagem Paula Cristina dos Reis Moura, acusados pela morte da grávida Elaine Ellen Ferreira Vasconcelos, em 2023, aos 32 anos.

Segundo o processo, eles aplicaram um coquetel de vitaminas na veia de Elaine, sem prescrição médica. Pouco depois, ela sofreu uma parada cardiorrespiratória e morreu. A data do julgamento ainda será definida.

O processo

A defesa do farmacêutico Linaudo pedia que ele deixasse de responder pelo caso. Já o advogado da técnica Paula solicitava a desclassificação para homicídio culposo, ou seja, que ela passasse a responder por um crime sem intenção de matar. Além disso, também pediu que fosse retirada a acusação pelo crime de aborto.

No processo, o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) recorreu apenas da decisão que retirou a qualificadora de motivo fútil. Para o órgão, as provas indicam que os acusados demoraram para acionar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e minimizaram a gravidade do estado de saúde da vítima por medo de serem responsabilizados pela aplicação de um medicamento sem prescrição médica.

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Por isso, o Ministério Público defendeu que caberia ao Tribunal do Júri decidir se a qualificadora deveria ou não ser aplicada ao caso.]

Entendimento do magistrado

Ao decidir por manter a decisão do julgamento, o juiz destacou que, após serem enviados para julgamento pelo Tribunal do Júri, Linaudo e Paula recorreram da decisão. No recurso, a defesa pediu que Linaudo deixasse de responder ao júri, que Paula fosse julgada por homicídio culposo, e não doloso, e que a acusação de aborto fosse retirada.

Depois disso, os advogados apresentaram um complemento ao recurso, mas o juiz entendeu que ele foi protocolado fora do momento adequado e, por isso, não aceitou novos pedidos ou argumentos.

“Apresentadas as razões recursais por advogado regularmente habilitado e recebidas pelo juízo, configura-se a preclusão consumativa, vedando-se novo aditamento fora das hipóteses legais. A negativa de recebimento do aditamento, por ausência de previsão legal e já exaurido o direito de recorrer, não configura cerceamento de defesa”, considerou.

O juiz destacou que as imagens, os depoimentos e os registros do Samu não comprovam excesso na decisão que levou os réus a julgamento.

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No processo, a presidente do Conselho Regional de Farmácia (CRF) afirmou que a aplicação de medicamentos em farmácias deve obedecer à prescrição médica e ser realizada por profissional habilitado, com autorização e supervisão do farmacêutico responsável técnico.

“A reação [que a grávida teve] pode ter constituído o evento fisiológico imediato, mas isso não exclui, automaticamente, a imputação do resultado àqueles que, em tese, criaram ou incrementaram o risco e deixaram de adotar tempestivamente providências capazes de contê-lo”.

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