NÃO DEU CERTO
Homem foragido por homicídio desde 2011 é preso ao tentar se passar por seu irmão
O suspeito de 46 anos foi levado à delegacia após uma briga e os policiais suspeitaram da autenticidade do RG
GERAL
Um homem de 46 anos foi preso em flagrante utilizando documentos falsos em Peixoto de Azevedo. Ele tentava se passar pelo irmão, colando sua foto no RG. O flagrante ocorreu quando o suspeito apresentou a identidade na delegacia da Polícia Civil ao ser detido pelos crimes de ameaça e vias de fato.
– NOTÍCIAS EM TEMPO REAL: participe do grupo do MT Notícias no WhatsApp e acompanhe tudo em primeira mão. Inscreva-se aqui!
Com a confirmação dos dados pessoais, os agentes cumpriram um mandado de prisão preventiva, expedido pela Justiça do Paraná, pelo crime de homicídio, que estava em aberto há 10 anos.
Na terça (23), a Polícia Militar atendeu uma ocorrência de briga em uma residência no bairro Liberdade. O suspeito foi conduzido à delegacia de Peixoto de Azevedo após ameaçar familiares durante o conflito.
Um dos investigadores desconfiou da identificação apresentada pelo suspeito pois ele já havia sido preso e buscou a real identidade, constatando que estava foragido. O mandado foi expedido pela Comarca de Dois Vizinhos, no estado do Paraná. O procurado estava com decreto de prisão expedido desde 2011 e foi condenado a 12 anos de reclusão por homicídio.
Depois da formalização do mandado judicial, ele foi encaminhado à unidade prisional de Peixoto de Azevedo.
GERAL
Alvo de operação da PF, Grupo Piccini nega participação em fundos
O Grupo Piccini afirmou que nenhuma das pessoas físicas ou jurídicas vinculadas às suas empresas possui participação nos fundos de investimento citados na Operação Heritage, da Polícia Federal. O posicionamento foi divulgado após o empresário Jovi Piccini ser alvo da investigação. Ele e empresas ligadas ao seu grupo tiveram os bens bloqueados.
A operação apura suspeitas envolvendo a destinação de recursos relacionados ao acordo de R$ 308 milhões firmado entre o Governo de Mato Grosso e a Oi. A investigação busca identificar o caminho percorrido por parte do dinheiro por meio de fundos de investimento e seus possíveis beneficiários.
Na decisão que autorizou a operação, o ministro Flávio Dino, do STF, afirmou que as empresas do grupo foram “identificadas como responsáveis pelo aporte inicial de recursos destinados à aquisição dos direitos creditórios relacionados à operação sob investigação”.
Em nota, o Grupo Piccini procurou separar os fatos investigados pela PF das atividades empresariais desenvolvidas pelas companhias da família.
“O Grupo Piccini acompanha com responsabilidade os desdobramentos da Operação Heritage e esclarece que os fatos objeto da investigação não dizem respeito às operações das empresas, à produção, às relações comerciais ou ao cumprimento dos contratos mantidos pelo Grupo”, afirmou.
O grupo ressaltou ainda que a investigação não envolve indistintamente todas as empresas e atividades ligadas à família Piccini. Segundo o comunicado, cada companhia possui estrutura, operação e responsabilidades próprias.
A nota também faz uma negativa direta sobre eventual participação nos fundos mencionados na investigação.
“Decorrer do processo legal”
“O Grupo esclarece, ainda, que nenhuma das pessoas físicas ou jurídicas vinculadas às empresas possui participação nos fundos citados nas investigações”, afirmou.
Apesar da negativa, o grupo não entrou em detalhes sobre os motivos que levaram a Polícia Federal a incluir Jovi Piccini entre os alvos de bloqueio de bens.
Segundo o comunicado, os esclarecimentos específicos relacionados à investigação serão apresentados no decorrer do processo legal, “pelos meios adequados”, com transparência e respeito às autoridades.
O Grupo Piccini afirmou ainda que adotará as medidas ao seu alcance para colaborar com as apurações e contribuir para que os fatos sejam esclarecidos “o mais breve possível”.
As empresas, conforme a nota, continuam funcionando normalmente e mantendo seus compromissos com colaboradores, clientes, fornecedores e parceiros. O grupo afirma atuar há mais de 40 anos e diz que seguirá dedicado às suas atividades no agronegócio brasileiro.
Confira a nota do grupo:
“O Grupo Piccini acompanha com responsabilidade os desdobramentos da Operação Heritage e esclarece que os fatos objeto da investigação não dizem respeito às operações das empresas, à produção, às relações comerciais ou ao cumprimento dos contratos mantidos pelo Grupo.
O Grupo ressalta ainda que a investigação não alcança indistintamente todas as empresas e atividades ligadas à família Piccini, que possuem estruturas, operações e responsabilidades próprias.
Todas as atividades empresariais seguem normalmente, assim como os compromissos assumidos com colaboradores, clientes, fornecedores e parceiros.
Sobre as investigações, os esclarecimentos necessários serão apresentados no decorrer do processo legal, pelos meios adequados, com transparência e respeito às autoridades responsáveis. O Grupo esclarece, ainda, que nenhuma das pessoas físicas ou jurídicas vinculadas às empresas possui participação nos fundos citados nas investigações.
A companhia adotará todas as medidas ao seu alcance para contribuir com a celeridade das apurações e para que os fatos sejam plenamente esclarecidos o mais breve possível. O Grupo Piccini segue dedicado às suas atividades, mantendo a responsabilidade e os compromissos que pautam sua atuação há mais de 40 anos, contribuindo para o desenvolvimento do agronegócio brasileiro.”
-
GERAL7 dias atrásMato Grosso tem o segundo menor preço de etanol no Brasil
-
GERAL6 dias atrásLatam anuncia novas rotas no Brasil com aviões Embraer E195-E2
-
OPINIÃO6 dias atrásAgosto Lilás, quem ama não ameaça, não controla, não agride
-
GERAL5 dias atrásLatam anuncia voos diários entre Rondonópolis e SP
-
GERAL5 dias atrásUFMT Sinop inaugura mural monumental em comemoração aos 20 anos
-
GERAL6 dias atrásPodemos apresenta 34 candidatos e projeta eleger sete deputados estaduais
-
GERAL7 dias atrásTCE vê falha em licitação de R$ 136,9 milhões, barra novas adesões e cobra mudanças da SES
-
GERAL7 dias atrásIntervenção do TJ mira redução de quase 4 mil processos parados em MT



