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SALVANDO VIDAS

Hospital e Pronto-Socorro Municipal de Várzea Grande realizam campanha emergencial de doação de sangue

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GERAL

Foto: Divulgação

O Hospital e Pronto-Socorro Municipal de Várzea Grande (HPSMVG) enfrenta uma situação crítica em seu estoque de sangue, demandando uma resposta urgente da comunidade. A Agência Transfusional do HPSMVG iniciou uma campanha emergencial de doação de sangue no dia 26 de fevereiro, em colaboração com o Hemocentro.

Várzea Grande, como a segunda maior cidade do estado de Mato Grosso, desempenha um papel vital no atendimento à demanda emergencial da baixada cuiabana. O HPSMVG é o segundo hospital público do estado que mais consome hemocomponentes, destacando a importância de manter um estoque saudável para atender a variadas situações, desde pediatria até casos de UTI e emergências.

A responsável pela Agência Transfusional do HPSMVG, Letícia Mello, enfatiza a necessidade crítica de doações neste momento. Ela destaca que o hospital atendeu casos de emergência durante o carnaval e enfrentou uma nova onda de COVID-19, esgotando significativamente o estoque de sangue. Letícia Mello afirma: “O HPSMVG é essencial para a comunidade, possuindo setores pediátricos, UTI, boxes de emergência. O estoque de sangue está baixo e precisa ser reposto. A doação é vital, já que o sangue é insubstituível”.

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A campanha emergencial continua até sexta-feira, 01 de março, com horários de doação das 8h às 12h e das 13h às 16h, realizadas dentro do HPSMVG. Para realizar a doação, é fundamental atender aos requisitos: idade entre 16 e 69 anos, peso superior a 50 kg, estar bem de saúde e portar documento oficial com foto.

Além disso, aqueles que desejarem contribuir com o banco de sangue do HPSMVG em outros momentos podem procurar o Hemocentro Estadual e informar que a doação é destinada a Várzea Grande. Essa prática ajuda a manter o estoque estável e a garantir que o hospital possa continuar atendendo eficazmente a comunidade.

“A solidariedade da população é crucial neste momento. Ao doar sangue, os cidadãos de Várzea Grande estão contribuindo diretamente para salvar vidas e manter a saúde da comunidade em condições adequadas. A união e a generosidade da população são elementos essenciais para superar essa situação crítica”, acrescenta Letícia Mello.

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Alvo de operação da PF, Grupo Piccini nega participação em fundos

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O Grupo Piccini afirmou que nenhuma das pessoas físicas ou jurídicas vinculadas às suas empresas possui participação nos fundos de investimento citados na Operação Heritage, da Polícia Federal. O posicionamento foi divulgado após o empresário Jovi Piccini ser alvo da investigação. Ele e empresas ligadas ao seu grupo tiveram os bens bloqueados.

A operação apura suspeitas envolvendo a destinação de recursos relacionados ao acordo de R$ 308 milhões firmado entre o Governo de Mato Grosso e a Oi. A investigação busca identificar o caminho percorrido por parte do dinheiro por meio de fundos de investimento e seus possíveis beneficiários.

Na decisão que autorizou a operação, o ministro Flávio Dino, do STF, afirmou que as empresas do grupo foram “identificadas como responsáveis pelo aporte inicial de recursos destinados à aquisição dos direitos creditórios relacionados à operação sob investigação”.

Em nota, o Grupo Piccini procurou separar os fatos investigados pela PF das atividades empresariais desenvolvidas pelas companhias da família.

“O Grupo Piccini acompanha com responsabilidade os desdobramentos da Operação Heritage e esclarece que os fatos objeto da investigação não dizem respeito às operações das empresas, à produção, às relações comerciais ou ao cumprimento dos contratos mantidos pelo Grupo”, afirmou.

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O grupo ressaltou ainda que a investigação não envolve indistintamente todas as empresas e atividades ligadas à família Piccini. Segundo o comunicado, cada companhia possui estrutura, operação e responsabilidades próprias.

A nota também faz uma negativa direta sobre eventual participação nos fundos mencionados na investigação.

“Decorrer do processo legal”

“O Grupo esclarece, ainda, que nenhuma das pessoas físicas ou jurídicas vinculadas às empresas possui participação nos fundos citados nas investigações”, afirmou.

Apesar da negativa, o grupo não entrou em detalhes sobre os motivos que levaram a Polícia Federal a incluir Jovi Piccini entre os alvos de bloqueio de bens.

Segundo o comunicado, os esclarecimentos específicos relacionados à investigação serão apresentados no decorrer do processo legal, “pelos meios adequados”, com transparência e respeito às autoridades.

O Grupo Piccini afirmou ainda que adotará as medidas ao seu alcance para colaborar com as apurações e contribuir para que os fatos sejam esclarecidos “o mais breve possível”.

As empresas, conforme a nota, continuam funcionando normalmente e mantendo seus compromissos com colaboradores, clientes, fornecedores e parceiros. O grupo afirma atuar há mais de 40 anos e diz que seguirá dedicado às suas atividades no agronegócio brasileiro.

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Confira a nota do grupo:

“O Grupo Piccini acompanha com responsabilidade os desdobramentos da Operação Heritage e esclarece que os fatos objeto da investigação não dizem respeito às operações das empresas, à produção, às relações comerciais ou ao cumprimento dos contratos mantidos pelo Grupo.

O Grupo ressalta ainda que a investigação não alcança indistintamente todas as empresas e atividades ligadas à família Piccini, que possuem estruturas, operações e responsabilidades próprias.

Todas as atividades empresariais seguem normalmente, assim como os compromissos assumidos com colaboradores, clientes, fornecedores e parceiros.

Sobre as investigações, os esclarecimentos necessários serão apresentados no decorrer do processo legal, pelos meios adequados, com transparência e respeito às autoridades responsáveis. O Grupo esclarece, ainda, que nenhuma das pessoas físicas ou jurídicas vinculadas às empresas possui participação nos fundos citados nas investigações.

A companhia adotará todas as medidas ao seu alcance para contribuir com a celeridade das apurações e para que os fatos sejam plenamente esclarecidos o mais breve possível. O Grupo Piccini segue dedicado às suas atividades, mantendo a responsabilidade e os compromissos que pautam sua atuação há mais de 40 anos, contribuindo para o desenvolvimento do agronegócio brasileiro.”

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