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TRABALHO OSTENSIVO

Polícia Militar prende duas pessoas com 262 porções de drogas em Várzea Grande

Dupla foi presa em flagrante, na noite desta segunda-feira (31)

Publicado em

POLÍCIA

Foto: Divulgação

Policiais militares do 4º Batalhão prenderam em flagrante um homem de 25 anos e uma mulher de 51 anos por associação para tráfico de drogas, na noite desta segunda-feira (31.07), em Várzea Grande. Com a dupla, a PM apreendeu 262 porções de entorpecentes, sendo substâncias análogas a maconha, pasta base e cocaína.

Durante patrulhamento ostensivo pelo bairro Parque Sabiá, após recebimento de denúncias de tráfico de drogas na região, a equipe do 4º BPM abordou um homem em atitude suspeita, que tentou fugir a pé após visualizar a viatura da PM. Com ele os militares encontraram 30 porções de maconha e 20 porções de pasta base cocaína.

Após o flagrante, o suspeito confessou que estaria comercializando entorpecentes no bairro. Questionado sobre a procedência do material, indicou a localização da residência de uma mulher que, segundo o suspeito, seria a responsável pelo tráfico de drogas na região, após a prisão do marido dela pelo mesmo crime.

A PM iniciou trabalho de diligência e encontrou a mulher apontada pelo suspeito na frente de sua residência com um pacote em mãos. Ao visualizar os policiais, a suspeita jogou o pacote e fugiu da equipe, tentando colocar seus vizinhos para atrapalhar o trabalho dos militares.

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Depois de uma breve perseguição, a mulher foi detida e levou os policiais para sua residência. No imóvel, os militares realizaram buscas e encontraram todo o restante dos entorpecentes apreendidos, além de uma balança de precisão, cadernos de anotações, pulseiras e correntes de ouro.

Em seguida, os dois suspeitos receberam voz de prisão e foram conduzidos para a Central de Flagrantes, para registro do boletim de ocorrência e demais providências, ficando à disposição da Polícia Judiciária Civil.

Disque-denúncia   

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

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POLÍCIA

Ação policial mira investigados por pedofilia e automutilação na internet

Investigados utilizavam um aplicativo de jogos on-line para aliciar e exigir imagens pornográficas das vítimas

Publicados

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Foto: Polícia Civil-MT

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta sexta-feira (7.8), a Operação Discórdia, para cumprir ordens judiciais com foco na desarticulação de uma rede criminosa envolvida em crimes de pedofilia e de indução e instigação à automutilação de crianças e adolescentes por meio de um aplicativo de jogos na internet.

A operação, deflagrada com base em investigações da Delegacia de Tapurah, cumpre cinco ordens judiciais, sendo dois mandados de prisão preventiva contra dois investigados, de 19 e 20 anos, além de três mandados de busca e apreensão. Os mandados, expedidos pela Vara Única de Tapurah, foram cumpridos nos estados do Rio de Janeiro, Santa Catarina e Minas Gerais.

Entre os crimes investigados estão a indução, a instigação e auxílio à automutilação, ameaças, produção, armazenamento e compartilhamento de pornografia infantil.

As investigações tiveram início em abril, após a apreensão de um adolescente de 17 anos, no município de Itanhangá, ocasião em que foram encontradas imagens de pornografia infantil e de automutilação envolvendo crianças e adolescentes no aparelho celular do menor.

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Duas vítimas menores de idade foram identificadas, sendo uma adolescente de Tapurah e outra do Rio de Janeiro. Em um dos vídeos encontrados no aparelho, uma menor de idade aparecia sangrando. A abordagem das vítimas era realizada por meio do aplicativo Discord.

Com o avanço das investigações, foram descobertos grupos na plataforma, o que possibilitou a identificação dos suspeitos apontados como mandantes dos atos praticados pelas vítimas.

Para praticar os crimes, os investigados criavam uma situação para conseguir fotos das vítimas nuas e, posteriormente, passavam a exigir que elas enviassem mais imagens (fotos ou vídeos) praticando atos libidinosos e de automutilação, sob pena de terem as imagens já obtidas divulgadas para familiares e na internet.

Com base nos elementos apurados, foi representado pelos mandados de prisão e de busca e apreensão contra os investigados, que foram deferidos pela Justiça.

 

Nome da operação

Discórdia faz referência ao aplicativo Discord, utilizado pelos investigados para abordar, aliciar e extorquir as vítimas.

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