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PARCERIA COM SEMOB

Unimed Cuiabá realiza passeio ciclístico em comemoração ao Dia Mundial sem Tabaco

A ação reforça o compromisso institucional da cooperativa com a promoção da saúde, qualidade de vida e incentivo a hábitos saudáveis

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A Unimed Cuiabá, em parceria com a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana de Cuiabá (Semob), realiza nesta terça-feira (26), às 19h, um passeio ciclístico em referência ao Dia Mundial Sem Tabaco, celebrado em 31 de maio. O ponto de concentração será na Orla do Porto 2, em Cuiabá.

A participação da cooperativa será conduzida pelo programa Inspirar, linha de cuidado voltada à cessação do tabagismo, desenvolvida pelo setor Viver Bem – Núcleo de Medicina Preventiva. Durante o trajeto, a Unimed Cuiabá será responsável por um dos pontos de hidratação, instalado em frente à sede da cooperativa, na Avenida Barão de Melgaço, fortalecendo o caráter institucional da ação voltada à promoção da saúde e do bem-estar da população.

“Desde 2017, a Unimed Cuiabá mantém o programa Inspirar, que integra o Viver Bem e conta com uma equipe especializada para auxiliar pessoas que desejam parar de fumar. Quando recebemos o convite da Semob para participar dessa iniciativa de incentivo à saúde e qualidade de vida, entendemos imediatamente a importância de estarmos presentes em uma ação como essa”, destacou o diretor-presidente da Unimed Cuiabá, Carlos Bouret.

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Os interessados poderão participar utilizando bicicletas próprias ou alugando o equipamento no local. A saída está prevista para às 20h, na Orla do Porto 2. O percurso seguirá pela região da Prainha, com parada de aproximadamente 20 minutos no ponto de hidratação da Unimed Cuiabá, retornando, posteriormente, ao ponto inicial.

Instituído pela Organização Mundial da Saúde, o Dia Mundial Sem Tabaco tem como objetivo conscientizar a população sobre os impactos do tabagismo, responsável por mais de 8 milhões de mortes anuais em todo o mundo.

A participação da Unimed Cuiabá na iniciativa reforça o posicionamento da cooperativa como agente ativo na promoção da saúde, prevenção de doenças e estímulo à adoção de hábitos mais saudáveis, além de estreitar a relação com a comunidade cuiabana.

SERVIÇO:
O QUE: Passeio Ciclistico
QUANDO: 26/05 (terça-feira), a partir das 19h
ONDE: Concentração na Orla do Porto 2

 

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Mato Grosso é o sétimo Estado que mais mata no Brasil

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Foto: Divulgação

O cenário de violência em Mato Grosso tem acompanhado a tendência nacional de queda na última década. Entre 2014 e 2024, período analisado pelo Atlas da Violência 2026, houve pouca variação entre os anos, com redução se comparado o início e fim da pesquisa. Sorriso aparece entre as 15 cidades mais letais do país, na 11ª colocação, com 76 assassinatos em 2024. Mato Grosso ocupa a sétima posição no índice de mortes violentas.

Segundo o relatório divulgado nesta terça-feira (26), em 2024, Mato Grosso registrou taxa de 29,1 homicídios a cada 100 mil habitantes. O número está 30% menor do que em 2014, quando o índice era de 42,1.

Já em números absolutos de homicídios registrados, em 2014 o estado teve 1.358 casos. Já em 2024, o volume caiu para 1.102, redução de 18,9%.

Os dados consideram registros oficiais de mortes violentas do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde (MS). Contudo, o relatório explica que os crimes podem ser mais recorrentes, pois, no momento do registro da morte violenta, ainda não há apuração da intencionalidade do fato. O que posteriormente passa a ser reclassificado como homicídio. Assim, as mortes são cadastradas como homicídios ocultos, o que eleva sutilmente os números.

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Considerando os homicídios ocultos, o relatório traz que Mato Grosso teve 1.409 assassinatos em 2014 e 1.145 dez anos depois. Uma queda de 18,7%, valor muito próximo dos dados oficiais, de 18,9%. A taxa estimada sai de 43,7% e cai para 30,2% em 2024, redução de 30,9%.

Dados nacionais
O relatório mostra que a média nacional foi de 20 mortes a cada 100 mil habitantes, o que coloca Mato Grosso dos números do país.

“A concentração territorial também aparece de forma nítida quando se observa que, em 2024, 50% dos homicídios no país ocorreram em apenas 99 municípios, ou em cerca de 1,8% dos municípios brasileiros. Em termos absolutos, os 10 municípios com maior número de homicídios responderam por 19,4% do total nacional. Trata-se de um padrão que reforça o diagnóstico de que a violência letal no país está longe de se distribuir uniformemente pelo território”, diz trecho do documento.

 

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