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CURSOS GRATUITOS

Assistência e Senac ampliam parceria e abrem vagas para novos cursos em Várzea Grande

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GERAL

Foto: Divulgação

A Secretaria de Assistência Social, por meio do Programa Qualifica + VG, em parceria com o SENAC (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial), abre vagas para cursos gratuitos na área de Tecnologia da Informação. Os cursos Lógica de Programação, Desenvolvimento Web Front End, Programação para Robótica, são recomendados para jovens e adultos que já cursaram informática básica ou operador de computador.

As formações buscam apresentar conceitos básicos de linguagens de programação e despertar nos alunos o interesse  por esta área de atuação  profissional, tornando-os capazes de desenvolver protótipos  com tecnologias inovadoras e soluções digitais aplicáveis às empresas.

“São cursos que com certeza darão aos alunos inúmeras possibilidades de se empreender, além de oportunidade de ser um prestador de serviço, uma vez que são áreas cada vez mais valorizadas. As vagas são limitadas, por isso os interessados devem estar atentos ao período de inscrições, a carga horária, local e os dias em que serão ministrados os cursos”, destacou o coordenador de Qualificação Profissional, Jovanil Flores da Silva lembrando de que para fazer a inscrição é necessário a apresentação de RG, CPF e comprovante de endereço.

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Segundo o coordenador, diversos cursos estão em andamento, outros com inscrições abertas. “É importante que os interessados em se capacitar, em alguma área de atuação, busque informações junto aos Centro de Referência e Assistência Social (CRAS), de sua localidade, sobre quais os cursos estão com inscrições abertas e quais deles estão disponíveis em sua região. O Qualifica + VG se tornou um importante programa de capacitação profissional e também de oportunidade de emprego”.

A secretária de Assistência Social, Ana Cristina Vieira, destacou a importância que o programa Qualifica + VG vem tendo no município, bem como de referência para outras cidades de Mato Grosso. “O programa já beneficiou milhares de famílias, com capacitação e oportunidade de emprego. Neste ano de 2024 estaremos ampliando as parcerias e dando mais oportunidades à população local”.

A gestora destacou ainda que o programa Qualifica + VG foi criado pelo prefeito Kalil Baracat, justamente por perceber a necessidade de as pessoas se inserirem no mercado de trabalho, seja por falta de oportunidades ou por falta de qualificação profissional. “E o programa Qualifica + VG tem justamente essas duas vertentes, captar vagas de empregos existentes, e ao mesmo tempo, oferecer de forma gratuita, cursos de qualificação profissional”, completou.

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CURSOS OFERTADOS

 

1º Curso – Lógica de Programação

Carga Horária: 20 horas (5 dias)

Período: Vespertino

Requisitos: Idade Mínima 14 anos, ensino médio incompleto. Ter cursado informática básica ou operador de Computador.

Previsão de início 19/02
Inscrições abertas na Rede Cidadã ao lado do Terminal André Maggi.

 

2º Curso – Desenvolvimento WEB FRONT END

Carga horária: 108 horas

Requisitos: Idade Mínima 15 anos, ensino médio cursando ou completo. Ter cursado Lógica de Programação.

Aguardando definição de data.

 

3º Curso – Programação para Robótica

Carga horária: 60 horas

Requisitos: Idade Mínima 15 anos, ensino médio cursando ou completo. Ter cursado Lógica de Programação.

Aguardando definição de data.

As inscrições devem ser feitas diretamente na Rede Cidadã ao lado do Terminal André Maggi.

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GERAL

Alvo de operação da PF, Grupo Piccini nega participação em fundos

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O Grupo Piccini afirmou que nenhuma das pessoas físicas ou jurídicas vinculadas às suas empresas possui participação nos fundos de investimento citados na Operação Heritage, da Polícia Federal. O posicionamento foi divulgado após o empresário Jovi Piccini ser alvo da investigação. Ele e empresas ligadas ao seu grupo tiveram os bens bloqueados.

A operação apura suspeitas envolvendo a destinação de recursos relacionados ao acordo de R$ 308 milhões firmado entre o Governo de Mato Grosso e a Oi. A investigação busca identificar o caminho percorrido por parte do dinheiro por meio de fundos de investimento e seus possíveis beneficiários.

Na decisão que autorizou a operação, o ministro Flávio Dino, do STF, afirmou que as empresas do grupo foram “identificadas como responsáveis pelo aporte inicial de recursos destinados à aquisição dos direitos creditórios relacionados à operação sob investigação”.

Em nota, o Grupo Piccini procurou separar os fatos investigados pela PF das atividades empresariais desenvolvidas pelas companhias da família.

“O Grupo Piccini acompanha com responsabilidade os desdobramentos da Operação Heritage e esclarece que os fatos objeto da investigação não dizem respeito às operações das empresas, à produção, às relações comerciais ou ao cumprimento dos contratos mantidos pelo Grupo”, afirmou.

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O grupo ressaltou ainda que a investigação não envolve indistintamente todas as empresas e atividades ligadas à família Piccini. Segundo o comunicado, cada companhia possui estrutura, operação e responsabilidades próprias.

A nota também faz uma negativa direta sobre eventual participação nos fundos mencionados na investigação.

“Decorrer do processo legal”

“O Grupo esclarece, ainda, que nenhuma das pessoas físicas ou jurídicas vinculadas às empresas possui participação nos fundos citados nas investigações”, afirmou.

Apesar da negativa, o grupo não entrou em detalhes sobre os motivos que levaram a Polícia Federal a incluir Jovi Piccini entre os alvos de bloqueio de bens.

Segundo o comunicado, os esclarecimentos específicos relacionados à investigação serão apresentados no decorrer do processo legal, “pelos meios adequados”, com transparência e respeito às autoridades.

O Grupo Piccini afirmou ainda que adotará as medidas ao seu alcance para colaborar com as apurações e contribuir para que os fatos sejam esclarecidos “o mais breve possível”.

As empresas, conforme a nota, continuam funcionando normalmente e mantendo seus compromissos com colaboradores, clientes, fornecedores e parceiros. O grupo afirma atuar há mais de 40 anos e diz que seguirá dedicado às suas atividades no agronegócio brasileiro.

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Confira a nota do grupo:

“O Grupo Piccini acompanha com responsabilidade os desdobramentos da Operação Heritage e esclarece que os fatos objeto da investigação não dizem respeito às operações das empresas, à produção, às relações comerciais ou ao cumprimento dos contratos mantidos pelo Grupo.

O Grupo ressalta ainda que a investigação não alcança indistintamente todas as empresas e atividades ligadas à família Piccini, que possuem estruturas, operações e responsabilidades próprias.

Todas as atividades empresariais seguem normalmente, assim como os compromissos assumidos com colaboradores, clientes, fornecedores e parceiros.

Sobre as investigações, os esclarecimentos necessários serão apresentados no decorrer do processo legal, pelos meios adequados, com transparência e respeito às autoridades responsáveis. O Grupo esclarece, ainda, que nenhuma das pessoas físicas ou jurídicas vinculadas às empresas possui participação nos fundos citados nas investigações.

A companhia adotará todas as medidas ao seu alcance para contribuir com a celeridade das apurações e para que os fatos sejam plenamente esclarecidos o mais breve possível. O Grupo Piccini segue dedicado às suas atividades, mantendo a responsabilidade e os compromissos que pautam sua atuação há mais de 40 anos, contribuindo para o desenvolvimento do agronegócio brasileiro.”

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