CAUSA ANIMAL
Denúncia de maus-tratos a animais no bairro Mapim mobiliza autoridades ambientais e policiais
GERAL
Na manhã desta sexta-feira (08) a Secretaria Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável (SEMMADRS) de Várzea Grande, por meio de seu setor de fiscalização, atendeu a uma denúncia de maus-tratos a animais no Bairro Mapim. A ação foi desencadeada em resposta ao chamado do Juizado Volante Ambiental de Mato Grosso (JUVAM-MT).
Segundo o coordenador de Fiscalização Ambiental em Várzea Grande, Edipson Morbeck Junior, ao chegar ao local indicado, a equipe de fiscalização constatou os maus-tratos, documentando a situação por meio de fotografias. Diante da gravidade da situação, a equipe acionou imediatamente a Zoonoses do município de Várzea Grande para o resgate e encaminhamento dos animais para o centro de Zoonoses, onde receberão os cuidados necessários.
“No caso específico, nos deparamos com uma situação envolvendo tanto cães quanto porcos, o que agrava ainda mais a condição dos maus-tratos. A equipe de resgate da Zoonoses está atuando para assegurar que esses animais recebam os cuidados necessários e sejam encaminhados para um ambiente propício à sua recuperação”, relatou o coordenador.
Edipson Morbeck Junior ainda pontuou: “É lamentável testemunhar casos de maus-tratos a animais, como os registrados nessa ação. Nosso compromisso é agir de maneira eficaz diante dessas situações, garantindo a proteção dos animais e a aplicação das medidas legais cabíveis. A colaboração da população, através de denúncias como essa, é fundamental para o sucesso dessas operações”.
O proprietário da residência onde os maus-tratos foram identificados foi conduzido à Delegacia de Meio Ambiente (DEMA) para prestar esclarecimentos e dar continuidade aos procedimentos pertinentes ao caso.
Em apoio à operação, a equipe do JUVAM estava acompanhada por dois policiais militares ambientais, reforçando o compromisso conjunto das autoridades na preservação do meio ambiente e proteção dos animais.
“Reforçamos o apelo para que a comunidade continue denunciando casos suspeitos. Somente com a conscientização e a colaboração de todos podemos criar um ambiente mais seguro e saudável para nossos animais. A Prefeitura está empenhada em zelar pelo bem-estar dos animais e conta com a participação ativa da população nesse processo”, declarou o coordenador de fiscalização.
As denúncias de casos de maus-tratos a animais e preservação ambiental podem ser feitas à Prefeitura de Várzea Grande pela Ouvidoria Municipal pelo telefone 0800 647 41 42, ou diretamente no JUVAM pelo telefone (65) 3648-6880 ou através do e-mail [email protected].
GERAL
Alvo de operação da PF, Grupo Piccini nega participação em fundos
O Grupo Piccini afirmou que nenhuma das pessoas físicas ou jurídicas vinculadas às suas empresas possui participação nos fundos de investimento citados na Operação Heritage, da Polícia Federal. O posicionamento foi divulgado após o empresário Jovi Piccini ser alvo da investigação. Ele e empresas ligadas ao seu grupo tiveram os bens bloqueados.
A operação apura suspeitas envolvendo a destinação de recursos relacionados ao acordo de R$ 308 milhões firmado entre o Governo de Mato Grosso e a Oi. A investigação busca identificar o caminho percorrido por parte do dinheiro por meio de fundos de investimento e seus possíveis beneficiários.
Na decisão que autorizou a operação, o ministro Flávio Dino, do STF, afirmou que as empresas do grupo foram “identificadas como responsáveis pelo aporte inicial de recursos destinados à aquisição dos direitos creditórios relacionados à operação sob investigação”.
Em nota, o Grupo Piccini procurou separar os fatos investigados pela PF das atividades empresariais desenvolvidas pelas companhias da família.
“O Grupo Piccini acompanha com responsabilidade os desdobramentos da Operação Heritage e esclarece que os fatos objeto da investigação não dizem respeito às operações das empresas, à produção, às relações comerciais ou ao cumprimento dos contratos mantidos pelo Grupo”, afirmou.
O grupo ressaltou ainda que a investigação não envolve indistintamente todas as empresas e atividades ligadas à família Piccini. Segundo o comunicado, cada companhia possui estrutura, operação e responsabilidades próprias.
A nota também faz uma negativa direta sobre eventual participação nos fundos mencionados na investigação.
“Decorrer do processo legal”
“O Grupo esclarece, ainda, que nenhuma das pessoas físicas ou jurídicas vinculadas às empresas possui participação nos fundos citados nas investigações”, afirmou.
Apesar da negativa, o grupo não entrou em detalhes sobre os motivos que levaram a Polícia Federal a incluir Jovi Piccini entre os alvos de bloqueio de bens.
Segundo o comunicado, os esclarecimentos específicos relacionados à investigação serão apresentados no decorrer do processo legal, “pelos meios adequados”, com transparência e respeito às autoridades.
O Grupo Piccini afirmou ainda que adotará as medidas ao seu alcance para colaborar com as apurações e contribuir para que os fatos sejam esclarecidos “o mais breve possível”.
As empresas, conforme a nota, continuam funcionando normalmente e mantendo seus compromissos com colaboradores, clientes, fornecedores e parceiros. O grupo afirma atuar há mais de 40 anos e diz que seguirá dedicado às suas atividades no agronegócio brasileiro.
Confira a nota do grupo:
“O Grupo Piccini acompanha com responsabilidade os desdobramentos da Operação Heritage e esclarece que os fatos objeto da investigação não dizem respeito às operações das empresas, à produção, às relações comerciais ou ao cumprimento dos contratos mantidos pelo Grupo.
O Grupo ressalta ainda que a investigação não alcança indistintamente todas as empresas e atividades ligadas à família Piccini, que possuem estruturas, operações e responsabilidades próprias.
Todas as atividades empresariais seguem normalmente, assim como os compromissos assumidos com colaboradores, clientes, fornecedores e parceiros.
Sobre as investigações, os esclarecimentos necessários serão apresentados no decorrer do processo legal, pelos meios adequados, com transparência e respeito às autoridades responsáveis. O Grupo esclarece, ainda, que nenhuma das pessoas físicas ou jurídicas vinculadas às empresas possui participação nos fundos citados nas investigações.
A companhia adotará todas as medidas ao seu alcance para contribuir com a celeridade das apurações e para que os fatos sejam plenamente esclarecidos o mais breve possível. O Grupo Piccini segue dedicado às suas atividades, mantendo a responsabilidade e os compromissos que pautam sua atuação há mais de 40 anos, contribuindo para o desenvolvimento do agronegócio brasileiro.”
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