INFRAESTRUTURA
Várzea Grande vai executar 1.100 toneladas de massa asfáltica em janeiro e fevereiro de 2024
GERAL
Visando assegurar a população da segunda maior cidade de Mato Grosso, ruas e avenidas transitáveis, a Prefeitura de Várzea Grande investiu 550 toneladas de massa asfáltica neste mês de janeiro e outras 550 toneladas em fevereiro na operação tapa-buracos para atender as demandas de toda a cidade.
As estimativas apontam para um investimento que oscila entre R$ 800 mil até R$ 1,1 milhão dependendo do volume de obras executadas.
As obras estão sendo feitas por execução e administração direta, ou seja, a própria Secretaria de Viação e Obras Públicas executa os trabalhos com maquinário próprio e recursos próprios até que sejam retomados os contratos com empreiteiras que venceram os processos licitatórios.
“Estamos mantendo os trabalhos de manutenção e operação tapa-buracos nas principais vias de acesso aos bairros e as diversas regiões de Várzea Grande, principalmente as centrais para que seja assegurado a fluição do trânsito, pois um trânsito cheio de impedimentos acaba tendo um custo elevado tanto para a cidade como para a população”, disse o secretário de Viação e Obras Públicas, Luiz Celso Morais, sinalizando que o prefeito Kalil Baracat assegurou recursos próprios e um bom fluxo de recursos para atender a demanda.
O titular da pasta sinalizou que a previsão para este ano de 2024 é concluir o compromisso assumido em 2020 de pavimentar em quatro anos 250 km de ruas e avenidas e outros 150 km de recapeamento de pavimento desgastado pelo uso e tempo.
Luiz Celso apontou que o Orçamento da Secretaria de Viação e Obras Públicas de Várzea Grande para 2024 está estimado em R$ 309,844 milhões, recursos que poderão ser superados se novas emendas parlamentares federais e estaduais, além de convênios se transformem em realidade.
“Já temos assegurados recursos advindos de emendas parlamentares do senador Jayme Campos que somam R$ 45 milhões para pavimentação e para recapeamento e outros R$ 20 milhões do deputado e presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho, entre outros parlamentares federais e estaduais que sinalizaram aportar recursos para a gestão do prefeito Kalil Baracat que tem conseguido aplicar recursos próprios e de emendas para atender as demandas da cidade.
GERAL
Alvo de operação da PF, Grupo Piccini nega participação em fundos
O Grupo Piccini afirmou que nenhuma das pessoas físicas ou jurídicas vinculadas às suas empresas possui participação nos fundos de investimento citados na Operação Heritage, da Polícia Federal. O posicionamento foi divulgado após o empresário Jovi Piccini ser alvo da investigação. Ele e empresas ligadas ao seu grupo tiveram os bens bloqueados.
A operação apura suspeitas envolvendo a destinação de recursos relacionados ao acordo de R$ 308 milhões firmado entre o Governo de Mato Grosso e a Oi. A investigação busca identificar o caminho percorrido por parte do dinheiro por meio de fundos de investimento e seus possíveis beneficiários.
Na decisão que autorizou a operação, o ministro Flávio Dino, do STF, afirmou que as empresas do grupo foram “identificadas como responsáveis pelo aporte inicial de recursos destinados à aquisição dos direitos creditórios relacionados à operação sob investigação”.
Em nota, o Grupo Piccini procurou separar os fatos investigados pela PF das atividades empresariais desenvolvidas pelas companhias da família.
“O Grupo Piccini acompanha com responsabilidade os desdobramentos da Operação Heritage e esclarece que os fatos objeto da investigação não dizem respeito às operações das empresas, à produção, às relações comerciais ou ao cumprimento dos contratos mantidos pelo Grupo”, afirmou.
O grupo ressaltou ainda que a investigação não envolve indistintamente todas as empresas e atividades ligadas à família Piccini. Segundo o comunicado, cada companhia possui estrutura, operação e responsabilidades próprias.
A nota também faz uma negativa direta sobre eventual participação nos fundos mencionados na investigação.
“Decorrer do processo legal”
“O Grupo esclarece, ainda, que nenhuma das pessoas físicas ou jurídicas vinculadas às empresas possui participação nos fundos citados nas investigações”, afirmou.
Apesar da negativa, o grupo não entrou em detalhes sobre os motivos que levaram a Polícia Federal a incluir Jovi Piccini entre os alvos de bloqueio de bens.
Segundo o comunicado, os esclarecimentos específicos relacionados à investigação serão apresentados no decorrer do processo legal, “pelos meios adequados”, com transparência e respeito às autoridades.
O Grupo Piccini afirmou ainda que adotará as medidas ao seu alcance para colaborar com as apurações e contribuir para que os fatos sejam esclarecidos “o mais breve possível”.
As empresas, conforme a nota, continuam funcionando normalmente e mantendo seus compromissos com colaboradores, clientes, fornecedores e parceiros. O grupo afirma atuar há mais de 40 anos e diz que seguirá dedicado às suas atividades no agronegócio brasileiro.
Confira a nota do grupo:
“O Grupo Piccini acompanha com responsabilidade os desdobramentos da Operação Heritage e esclarece que os fatos objeto da investigação não dizem respeito às operações das empresas, à produção, às relações comerciais ou ao cumprimento dos contratos mantidos pelo Grupo.
O Grupo ressalta ainda que a investigação não alcança indistintamente todas as empresas e atividades ligadas à família Piccini, que possuem estruturas, operações e responsabilidades próprias.
Todas as atividades empresariais seguem normalmente, assim como os compromissos assumidos com colaboradores, clientes, fornecedores e parceiros.
Sobre as investigações, os esclarecimentos necessários serão apresentados no decorrer do processo legal, pelos meios adequados, com transparência e respeito às autoridades responsáveis. O Grupo esclarece, ainda, que nenhuma das pessoas físicas ou jurídicas vinculadas às empresas possui participação nos fundos citados nas investigações.
A companhia adotará todas as medidas ao seu alcance para contribuir com a celeridade das apurações e para que os fatos sejam plenamente esclarecidos o mais breve possível. O Grupo Piccini segue dedicado às suas atividades, mantendo a responsabilidade e os compromissos que pautam sua atuação há mais de 40 anos, contribuindo para o desenvolvimento do agronegócio brasileiro.”
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