Gerou comoção
Polícia crê em morte natural de professor; alunos lamentam
GERAL
A morte do professor aposentado da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), Marcos Figueiredo, de 68 anos, gerou comoção entre ex-alunos, colegas e amigos, que usaram as redes sociais para prestar homenagens e destacar a contribuição dele para a formação de gerações de profissionais.
O docente foi encontrado morto na sexta-feira (24), dentro da casa onde morava, em Cáceres (a 216 quilômetros de Cuiabá). O caso é tratado pela Polícia Civil como morte natural.
As mensagens publicadas após a confirmação da morte retratam o reconhecimento à trajetória acadêmica de Marcos Figueiredo, que marcou a vida de muitos estudantes da instituição ao longo da carreira.
“Que Deus o tenha professor. Foi uma honra ter sido seu aluno. A Geografia sentirá sua ausência para sempre. Descanse em paz!”, escreveu Clayton Pereira.
Muitos ex-alunos lembraram da época em que tiveram aulas com o professor. “Muito triste, foi meu professor na graduação”, comentou Selma Carvalho. “Inesquecíveis aulas de Geomorfologia”, publicou Gustavo Leandro.
Amigos também lamentaram a morte. “Que notícia triste, é um amigo que fiz em Colíder, por bons tempos. Que descanse em paz!”, escreveu Ivan Pires.
Outros ressaltaram a importância de Marcos para a universidade e para a formação acadêmica de diferentes gerações.
“Grande mestre. Meus sentimentos, honrado de participar das suas aulas”, disse Anderson Carlos.
“Deus o acolha em sua morada eterna… Um profissional de peso, muito contribuiu para com minha formação acadêmica”, publicou Marcelo Renato Souza.
Adevania Pereira Batista definiu Marcos como “aquele professor que marca” e desejou conforto aos familiares.
“Que notícia triste! Grande professor, Marcos! Excelente profissional. Que o Senhor o receba em luzes”, comentou Ana Luiza Artiaga.
Adriana Leite também destacou o legado deixado pelo docente. “Um homem tão inteligente, fez a diferença na vida de tantas pessoas! Meu primeiro professor da universidade”, escreveu.
A morte
De acordo com o boletim de ocorrência, a Polícia Civil foi acionada para atender um encontro de cadáver no bairro Monte Verde, em Cáceres, inicialmente atendida pela Polícia Militar.
Conforme as informações, vizinhos relataram que não conseguiam manter contato com Marcos havia alguns dias. Com o passar do tempo, passaram a sentir um forte odor vindo da residência e acionaram a Polícia Militar.
Ao entrarem no imóvel, os policiais encontraram o professor já em avançado estado de decomposição.
A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) foi chamada para realizar os procedimentos periciais e a remoção do corpo.
A Polícia Civil acompanha o caso para apurar as circunstâncias da morte. Conforme informado no boletim de ocorrência, a morte é tratada como natural.
GERAL
Bebê achado na lixeira de condomínio morreu logo após o parto
A perícia preliminar realizada no corpo da recém-nascida encontrada morta dentro de uma lixeira de um condomínio, na última quinta-feira (23), em Várzea Grande, apontou que a criança nasceu com vida e morreu logo após o parto.
Apesar da conclusão inicial, o laudo não está finalizado e os exames periciais ainda estão em andamento e deverão esclarecer as circunstâncias da morte, além de indicar se houve alguma ação que contribuiu.
A recém-nascida foi encontrada por trabalhadores da coleta de lixo, dentro de uma caixa de papelão envolta em um saco plástico. Ela ainda estava com o cordão umbilical quando foi localizada.
O Corpo de Bombeiros, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e a Polícia Civil foram acionados, mas a morte foi constatada no local.
Na análise inicial, a equipe da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) identificou que a bebê apresentava uma luxação em um dos braços e uma má-formação na região da cabeça. Segundo os investigadores, a deformidade pode ter sido causada durante o parto, hipótese que será confirmada ou descartada pela perícia.
As investigações apontam que a criança teria aproximadamente 35 semanas de gestação. Como a lixeira fica na parte interna do condomínio, a principal linha de investigação é de que o corpo tenha sido descartado por um morador ou por alguém que teve acesso ao residencial.
A DHPP segue com as diligências para esclarecer o caso. Investigadores continuam ouvindo testemunhas e analisando imagens das câmeras de segurança do condomínio para identificar quem abandonou a recém-nascida.
Até o momento, não há informações sobre a identidade da mãe ou do pai da criança. A investigação permanece em andamento e a tipificação do crime dependerá da conclusão dos laudos periciais e dos demais elementos reunidos durante o inquérito.
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