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Exploração e mineração

Pesquisa de ouro em quase 10 mil hectares de MT na fronteira com a Bolívia avança após aval da União

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GERAL

A Secretaria-Executiva do Conselho de Defesa Nacional concedeu nessa terça-feira (7) permissão para que a Agência Nacional de Mineração (ANM) dê continuidade à análise de dois processos de exploração de mineração que preveem a pesquisa de ouro em uma área de 9.978,11 hectares localizada nos municípios de Vila Bela da Santíssima Trindade (MT) e Nova Lacerda (MT), na faixa de fronteira.

A medida beneficia a Cooperativa de Extração de Metais e Pedras Preciosas de Pontes e Lacerda e permite apenas o prosseguimento da análise técnica dos processos administrativos pela ANM. A medida foi publicada no Diário Oficial da União.

Por se tratar de uma área situada na faixa de fronteira, a legislação exige assentimento prévio do Conselho de Defesa Nacional para que pedidos desse tipo possam avançar. A autorização foi concedida com base na Lei nº 6.634/1979 e no Decreto nº 85.064/1980.

Apesar da publicação, o ato não representa autorização para exploração mineral. A decisão apenas permite que a ANM continue avaliando os processos de pesquisa de ouro, que ainda dependem da análise dos requisitos técnicos, legais e ambientais previstos na legislação.

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A Secretaria-Executiva do Conselho de Defesa Nacional também determinou que a cooperativa observe rigorosamente as normas de proteção ao meio ambiente, aos povos indígenas e às comunidades tradicionais durante a tramitação do processo.

Além disso, o empreendimento deverá atender às determinações da própria ANM, da Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso (Sema-MT), da Agência Nacional de Energia Elétrica e às recomendações do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Cavernas (Cecav), vinculado ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade.

Trecho destacado

Caso todas as exigências sejam cumpridas, os processos poderão avançar para as próximas etapas de análise. Entretanto, a eventual autorização para pesquisa mineral ou exploração da área dependerá da obtenção das licenças e aprovações exigidas pelos órgãos competentes.

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GERAL

Técnicos-administrativos da UFMT aprovam fim de greve e retorno é marcado para o dia 13

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Foto: Divulgação

Os servidores técnico-administrativos da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) aprovaram, em assembleia geral realizada nesta quarta-feira (8), o encerramento da greve por tempo indeterminado na instituição. A informação foi confirmada pela assessoria de comunicação da universidade, que estipulou o retorno integral das atividades da categoria para a próxima segunda-feira, dia 13 de julho.

O movimento grevista havia sido deflagrado em adesão à paralisação nacional coordenada pela Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil (Fasubra).

Conduzida regionalmente pelo Sindicato dos Trabalhadores Técnico-Administrativos em Educação (SINTUF-MT), a categoria cobrava o cumprimento integral dos acordos de reestruturação de carreira firmados com o governo federal ao término da greve do ano de 2024, além de outras pendências trabalhistas.

Com a aprovação do fim do movimento, a rotina institucional nos campus da UFMT deve ser normalizada de forma gradativa. Durante o período de paralisação, serviços de apoio acadêmico foram diretamente afetados, resultando no fechamento de bibliotecas, lentidão na tramitação de processos administrativos internos, suspensão no atendimento de secretarias e na emissão de documentos como diplomas e certificados acadêmicos.

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As unidades de saúde vinculadas à instituição, como o Hospital Universitário Júlio Müller (HUJM) e o Hospital Veterinário, que operaram sob regime de escala mínima de 30% para garantir os atendimentos essenciais e de urgência, voltarão a funcionar com capacidade total a partir da data de retorno.

Os comandos local e nacional de greve devem oficializar os termos finais da negociação junto ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) nas próximas horas.

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