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Capital

Esquema no TJMS beneficiava advogados em causas de imóveis rurais milionários

Operação investiga venda de sentença, em esquema de lobistas, advogados e desembargadores

Publicado em

POLÍCIA

Foto: Divulgação

A Receita Federal, em apoio à operação da Polícia Federal, Ultima Ratio, busca indícios de lavagem de dinheiro e ocultação na investigação que apura corrupção e venda de sentenças dentro do TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul). Os escritórios beneficiados ganhavam causas envolvendo propriedades rurais milionárias

O delegado da Receita Federal em Campo Grande, Zumilson Custódio da Silva, adiantou apenas que as equipes estão investigando em conjunto, em cruzamento de dados com a PF, para saber onde foi o dinheiro do esquema de corrupção

Há indícios de envolvimento de advogados e filhos de autoridades. Foram identificadas, por exemplo, situações em que o magistrado responsável pela decisão já havia sido sócio do advogado da parte interessada.

A operação cumpre 44 mandados de prisão em Campo Grande (MS), São Paulo (SP), Brasília (DF) e Cuiabá (MT), com participação de 200 agentes da PF.

Os desembargadores da ativa, investigados na operação, fora afastados das funções, conforme determinação do STJ (Superior Tribunal de Justiça): Marcos José de Brito Rodrigues; Vladimir Abreu; Sérgio Fernandes Martins; Sideni Soncini Pimentel; e Alexandre Aguiar Bastos.

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A investigação é desdobramento da Operação Mineração de Ouro, deflagrada em junho de 2021 e que foi iniciada para apurar esquema de superfaturamento de contratos no TCE-MS (Tribunal de Contas de Mato Grosso do Sul).

A operação esteve, ainda, no escritório de advocacia Pimentel & Mochi, cujo sócio é Rodrigo Pimentel, filho de Sideni Soncini Pimentel.

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POLÍCIA

Condenado por assassinato em Sinop é preso após 17 anos em Rio Brilhante

Rafael Floripes de Souza, de 38 anos, foi capturado no distrito de Prudêncio Thomaz

Publicados

em

Foto: PMMS

Dezessete anos depois de assassinar Adriano Nonato da Silva, em Sinop (MT), Rafael Floripes de Souza, de 38 anos, foi preso nesta terça-feira (28) em Prudêncio Thomaz, distrito de Rio Brilhante (MS). A prisão ocorreu no mesmo dia em que o réu foi condenado a 16 anos de prisão pelo Tribunal do Júri da 1ª Vara Criminal de Sinop (MT), graças à atuação da Polícia Militar de Rio Brilhante.

A equipe policial patrulhava a região central do distrito quando se deparou com o homicida. Ao notar a aproximação da viatura, Rafael tentou escapar, mas acabou sendo contido.

Ao checarem o Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP), os policiais descobriram que ele era alvo de um mandado de prisão expedido pela Justiça do estado vizinho.

 

O crime

Conforme a polícia, o crime ocorreu na madrugada do dia 28 de dezembro de 2008. Na ocasião, Rafael matou Adriano a pauladas em um terreno próximo à Igreja Congregação Cristã, no bairro Jardim dos Ipês, na cidade de Sinop (MT).

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Durante o julgamento, nesta terça-feira (28), o Conselho de Sentença reconheceu que o crime foi praticado com alto grau de violência e considerou Rafael culpado. A pena total foi de 16 anos, 7 meses e 15 dias.

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