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Atendendo aos servidores

Governo de MT reajusta adicional de insalubridade em mais de 35%; diárias também são reajustadas

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GERAL

Foto: Divulgação

O governador Otaviano Pivetta assinou, nesta quinta-feira (14.5), dois decretos atualizando os valores do adicional de insalubridade e das diárias pagas aos servidores do Poder Executivo Estadual. A assinatura ocorreu em reunião com representantes da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso e de outras entidades sindicais.

O reajuste do adicional de insalubridade chega a é de 35,39%, calculado com base na variação do INPC acumulado entre 2014 e 2025. Com isso, os valores passam de R$ 100,00 para R$ 135,39 no grau mínimo, de R$ 185,00 para R$ 250,47 no grau médio e de R$ 370,00 para R$ 500,94 no grau máximo.

A atualização, segundo o Governo, busca recompor perdas inflacionárias, preservar a efetividade do benefício e garantir a valorização dos servidores expostos a condições insalubres.

“Valorizar o servidor não é só através da remuneração. Nós mostramos isso ao nomear servidores de carreira para comandar áreas estratégicas do Estado, como Saúde, Segurança Pública, Fazenda e Planejamento. Isso também é reconhecimento, vocês estão governando Mato Grosso conosco”, afirmou o governador Otaviano Pivetta.

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O governador também destacou a política fiscal do Estado e o pagamento em dia da folha dos servidores.

“Nós valorizamos os servidores como nunca foram valorizados. Mantemos o salário em dia, com responsabilidade fiscal, e criamos o fundo de previdência do Estado, que hoje já tem R$ 2,7 bilhões muito bem geridos. Isso é cuidar do futuro do servidor público e garantir segurança, estabilidade e previsibilidade”, completou.

O decreto mantém a exigência de laudo técnico para caracterização da insalubridade e prevê pagamento proporcional à carga horária.

Além da insalubridade, o Governo de Mato Grosso também reajustou os valores das diárias pagas a servidores em deslocamento a serviço. Fora do Estado, o valor passa de R$ 581 para R$ 648, podendo chegar a R$ 790 em destinos como São Paulo e Brasília. Dentro de Mato Grosso, as diárias passam de R$ 302,50 para R$ 338, chegando a R$ 390 em municípios como Cáceres, Sinop, Sorriso e Rondonópolis.

O secretário de Planejamento e Gestão, Basílio Bezerra, afirmou que a medida atende a uma demanda dos servidores.

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“Fizemos um levantamento técnico das diárias e da insalubridade e levamos ao governador. Ele entendeu a necessidade de atualização e determinou imediatamente os estudos para corrigir essa defasagem. Mesmo com impacto anual de cerca de R$ 30 milhões, tratou como uma medida justa e necessária para os servidores”, disse.

A presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso, Carmen Machado, destacou o diálogo com o governo. “Consideramos histórico estabelecer essa mesa de negociação de forma diplomática e republicana”.

O secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, também acompanhou a agenda..

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Com 17 casos em 2026, feminicídios em MT repetem cenário alarmante do ano passado

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Entre janeiro de 2026 e o início desta semana, 17 mulheres foram vítimas de feminicídio, segundo dados da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) e do Observatório Caliandra, do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).

Até abril, o estado havia registrado 13 vítimas — assim como o número contabilizado no mesmo período de 2025. No ano passado, Mato Grosso terminou com 54 feminicídios, o maior índice desde 2020, e, apesar de campanhas e ações do poder público, os dados atuais mostram que a violência contra a mulher segue praticamente no mesmo ritmo.

As estatísticas revelam que a maior parte das vítimas deste ano é formada por jovens entre 18 e 29 anos. Em 14 dos 17 casos, os assassinatos aconteceram dentro da casa da vítima ou do agressor.

De acordo com o MPMT, seis crimes tiveram como motivação o menosprezo ou discriminação à condição de mulher. Outros quatro ocorreram porque os suspeitos não aceitavam o fim do relacionamento.

Até o momento, Cuiabá lidera o ranking de feminicídios em 2026, com três casos registrados. Em seguida aparece Tangará da Serra, com dois casos — incluindo o assassinato mais recente, de Clara Vitória da Silva.

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