Ameaça às empresas
Deputado vê com apreensão fim da ‘taxa das blusinhas’ e cita risco de desemprego
GERAL
O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado estadual Max Russi (Podemos), demonstrou apreensão com a decisão do governo federal em extinguir a chamada “taxa das blusinhas”, imposto criado especificamente para as lojas digitais estrangeiras, que praticavam preços muito abaixo do mercado nacional. Para Russi, a medida pode trazer insegurança para os empresários e aumentar o desemprego.
“Prejudicar empresas brasileiras é ruim, prejudicar emprego é pior ainda. Agora, era uma demanda da população e tudo o que a gente conseguir abaixar de imposto, de cobrança de taxa é importante, desde que não enfraqueça a nossa indústria, o nosso comércio, o nosso mercado local”, disse o presidente da AL em entrevista nesta quarta-feira (13).
A medida provisória foi assinada na terça (12) e extingue a cobrança de 20% de imposto sobre a importação de compras internacionais com valor de até 50 dólares, algo como R$ 245,56 na cotação de hoje.
“Mas tudo que traga benefício em termos de carga tributária para a nossa população é uma pauta que a gente tem que defender, porque o cidadão está bastante sobrecarregado em termos de qualquer taxa, qualquer imposto em qualquer cadeia, seja estadual, municipal ou federal”, acrescentou Russi.
A medida provocou a reação de entidades da indústria e do varejo que se sentem ameaçadas com a isenção desse tipo de compras em plataformas como a Shopee e Shein, por exemplo. Eles alegam que a medida beneficia as indústrias estrangeiras em detrimento das nacionais.
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) disse que a medida trará impactos diretos sobre os empregos e atingirá principalmente as micro e pequenas empresas. A medida vem sendo encarada como uma medida para agradar o eleitor, já que Lula é pré-candidato à reeleição. Ele foi o criador do imposto e isso poderia ser usado na campanha.
GERAL
Com 17 casos em 2026, feminicídios em MT repetem cenário alarmante do ano passado
Entre janeiro de 2026 e o início desta semana, 17 mulheres foram vítimas de feminicídio, segundo dados da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) e do Observatório Caliandra, do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).
Até abril, o estado havia registrado 13 vítimas — assim como o número contabilizado no mesmo período de 2025. No ano passado, Mato Grosso terminou com 54 feminicídios, o maior índice desde 2020, e, apesar de campanhas e ações do poder público, os dados atuais mostram que a violência contra a mulher segue praticamente no mesmo ritmo.
As estatísticas revelam que a maior parte das vítimas deste ano é formada por jovens entre 18 e 29 anos. Em 14 dos 17 casos, os assassinatos aconteceram dentro da casa da vítima ou do agressor.
De acordo com o MPMT, seis crimes tiveram como motivação o menosprezo ou discriminação à condição de mulher. Outros quatro ocorreram porque os suspeitos não aceitavam o fim do relacionamento.
Até o momento, Cuiabá lidera o ranking de feminicídios em 2026, com três casos registrados. Em seguida aparece Tangará da Serra, com dois casos — incluindo o assassinato mais recente, de Clara Vitória da Silva.
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