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MDB abre mão de reivindicar cargo na SEAF após exoneração de Luluca e toda equipe gestora da Pasta

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POLÍTICA MT

Foto: Secom-MT

Com o anúncio oficial da exoneração do secretário de Agricultura Familiar (Seaf), Luiz Arthur de Oliveira Ribeiro, conhecido como Luluca, do cargo em que ocupava no staff principal do governador Mauro Mendes (União) desde fevereiro deste ano, o MDB, que seria “o dono da vaga”, decidiu abrir mão de buscar uma segunda chance de indicar o novo secretário.

A decisão de não buscar um entendimento junto ao governo é uma decisão interna do partido, que já esperava a exoneração de Lulula e por isso acabou reunindo alguns membros e decidindo não mais conversar com Mauro Mendes para tentar manter a pasta sob comando de alguém do MDB.

Luluca é o terceiro secretário que passou pela pasta nas duas gestões de Mauro enquanto governador de Mato Grosso. Em 2019 o primeiro chefe da Seaf foi o ex-deputado estadual Silvano Amaral, que foi substituído por Teté Bezerra em 2022. Luluca assumiu em fevereiro desse ano. Antes disso ele era adjunto da Agricultura Familiar.

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“Não vamos dar entrevista e nem reivindicar o caso”, comentou uma fonte do MDB, que preferiu não se identificar. Vale ressaltar que em meio ao seu comando, enquanto fazia uma visita externa pela Seaf, Luluca sofreu um acidente automobilístico na Estrada da Guia e está em fase de recuperação.

Também foram exonerados o secretário adjunto de Agricultura Familiar e Desenvolvimento Rural, Clóvis Figueiredo Cardoso, o secretário adjunto de Administração Sistêmica, Talvany Neiverth, a chefe de gabinete Aline Emanuelle Rosendo e o assessor jurídico Ricardo Antônio de Lamonica Israfel Pereira – todos nomes indicados ao MDB.

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POLÍTICA MT

Prefeito corre risco de ser cassado por atacar vereadores e prejudicar servidores

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Por 7 votos a 1, a Câmara de Guarantã do Norte abriu comissão processante que pode levar à cassação do prefeito Márcio Gonçalves (Novo). A denúncia por supostas infrações político-administrativas foi apresentada por um munícipe. A votação ocorreu na noite de 22 de abril.

A denúncia aponta possíveis irregularidades, como a omissão em adotar medidas necessárias ao funcionamento da Câmara, o que teria prejudicado o pagamento de servidores. É apontado também o atraso ou a não publicação de leis aprovadas e a adoção de condutas incompatíveis com o decoro do cargo, incluindo o uso da estrutura pública para ataques aos parlamentares.

Foram favoráveis ao recebimento da denúncia os vereadores Alexandre Rodrigo Ribeiro Vieira (União), David Marques Silva (MDB), Demilson Camargo Martins (MDB), Letícia Camargo de Souza (Republicanos), Maria Socorro Leite Dantas (Republicanos), Silvio Dutra da Silva (Podemos) e Veroni Maria Pansera (PP).

O único voto contrário foi do vereador Zilmar Assis de Lima (União). O presidente da Câmara, Celso Henrique (Podemos), não votou por não ter havido empate, mas depois da votação ele determinou abertura do processo contra o prefeito para cumprimento do rito previsto em lei.

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Em seguida, foram sorteados os membros da comissão responsável pela investigação: Letícia Camargo como presidente; David Marques como relator; e Maria Socorro como membro.

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