Emendas parlamentares
Líder diverge de Pivetta sobre discussão de emendas para festas
GERAL
O líder do governador Otaviano Pivetta (Republicanos) na Assembleia Legislativa (ALMT), deputado Dilmar Dal Bosco (União), destoou do chefe do Poder Executivo e criticou a discussão sobre a limitação da destinação de emendas parlamentares para eventos festivos.
Segundo ele, não seria o momento de discutir o tema, já que o orçamento para 2026 já foi aprovado em janeiro, e qualquer mudança teria que ser para a Lei Orçamentária Anual (LOA) do ano que vem.
“No orçamento está lá destinado 50% de emendas livres, como está na Constituição, e 50% de saúde. Qualquer mudança, alteração disso aí tem que mudar a Constituição, e tem que estar aprovado na próxima lua, para o próximo exercício. Então não tem como discutir um assunto que não tem como aplicar esse ano mais”, disse Dal Bosco na segunda-feira (4).
Porém, ele afirmou que qualquer alteração percentual nas emendas terá que respeitar a constituição federal, além de ter o aval da ampla maioria do parlamento estadual. “Se caso for alterado, a Assembleia tem que concordar em votar e mudar a Constituição, e mudar os percentuais, que hoje são 50% livres e 50% obrigatórios para a saúde”, completou.
O tema tem gerado polêmica, desde que Pivetta decidiu suspender o pagamento de emendas para eventos festivos. Pela sua proposta, ele quer que o valor das emendas seja destinado para estes fins com no máximo 10%. Porém, após vários prefeitos demonstrarem insatisfação, o governador voltou atrás e disse que manterá o pagamento para festas tradicionais do Estado.
“Até agora não mandamos nenhuma lei para Assembleia, mas nós pactuamos com o presidente da Assembleia Max Russi e alguns deputados e nós enviaremos nessa semana, muito provavelmente a lei, limitando a 10% dos 50% de cada deputado”, disse na semana passada.
GERAL
Operação da PF desmonta garimpo ilegal em terra indígena em MT e bloqueia R$ 1,9 milhão
A Polícia Federal cumpriu, nesta quinta-feira (7), mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão em Parauapebas/PA e em Boa Vista/RO, visando combater a extração e o comércio ilegal de ouro na Terra Indígena Sararé, em Mato Grosso.
A ação cumpre ordens judiciais de prisão preventiva e de busca e apreensão, expedidas pela 5ª Vara Federal da Seção Judiciária de Mato Grosso. Também foi deferida medida cautelar de sequestro de bens e o bloqueio de mais de R$ 1,9 milhão dos investigados.
A operação origina-se de flagrante realizado pela Polícia Rodoviária Federal, quando um dos investigados foi preso com 460 g de ouro extraídos de terra indígena. Após aprofundamento das investigações, a Polícia Federal identificou associação criminosa voltada à gestão do garimpo ilegal.
Os elementos de informação colhidos serão analisados, a fim de comprovar os indícios iniciais e de identificar outros financiadores dessa atividade ilegal.
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