Caso personal trainer
Polícia Civil ouve militar que confessou assassinato de personal trainer em Várzea Grande
Após o interrogatório, ele foi liberado e reconduzido ao Batalhão de Força Tática, onde permanece preso, à disposição da Justiça
POLÍCIA
A Polícia Civil ouviu, nesta segunda-feira (22.9), em interrogatório, o policial militar, suspeito de matar a personal trainer, Roseli da Costa Sousa Nunes, de 33 anos.
Durante o procedimento, realizado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), ele confessou ser o autor dos disparos de arma de fogo que vitimou a personal.
Ele foi conduzido à DHPP pela Polícia Militar, acompanhado pelo seu advogado. Após o interrogatório, foram realizados os demais procedimentos processuais. Em seguida, ele foi liberado e reconduzido ao Batalhão de Força Tática, onde permanece preso, à disposição da Justiça.
O suspeito foi ouvido pelo delegado Edison Pick e a investigação é conduzida pelo delegado Bruno Abreu.
Prisão
O militar foi preso neste domingo (21), mediante cumprimento de mandado de prisão, ao se apresentar no Plantão 24h de Atendimento às Vítimas de Violência Doméstica e Sexual, por volta das 17 horas, em Cuiabá.
Ele estava acompanhado pela Polícia Militar e por seu advogado.
Posteriormente foram realizados os demais procedimentos de assinatura de mandado de prisão, requisição de exame de corpo de delito, encaminhamento de ofício para a Gerência de Custódia, para o Batalhão da Força Tática, bem como a devida comunicação ao Poder Judiciário.
Após realizados todos os procedimentos, o suspeito foi encaminhado para ser custodiado no Batalhão da Força Tática, na Capital.
O crime
Roseli da Costa Sousa Nunes foi morta em 11 de setembro de 2025, enquanto saía para trabalhar, no bairro Cohab Canelas, em Várzea Grande.
Ela foi surpreendida por dois homens em uma moto, por volta das 6h30.
Na ação, a dupla acompanha o veículo de Roseli até alcançar a sua lateral. Em determinado momento, o que estava na garupa saca uma arma, ainda com os veículos em movimento, e efetua os disparos em direção à vítima, que estava sozinha no carro.
Os tiros atingiram Roseli, que morreu ainda no local.
POLÍCIA
Condenado por assassinato em Sinop é preso após 17 anos em Rio Brilhante
Rafael Floripes de Souza, de 38 anos, foi capturado no distrito de Prudêncio Thomaz
Dezessete anos depois de assassinar Adriano Nonato da Silva, em Sinop (MT), Rafael Floripes de Souza, de 38 anos, foi preso nesta terça-feira (28) em Prudêncio Thomaz, distrito de Rio Brilhante (MS). A prisão ocorreu no mesmo dia em que o réu foi condenado a 16 anos de prisão pelo Tribunal do Júri da 1ª Vara Criminal de Sinop (MT), graças à atuação da Polícia Militar de Rio Brilhante.
A equipe policial patrulhava a região central do distrito quando se deparou com o homicida. Ao notar a aproximação da viatura, Rafael tentou escapar, mas acabou sendo contido.
Ao checarem o Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP), os policiais descobriram que ele era alvo de um mandado de prisão expedido pela Justiça do estado vizinho.
O crime
Conforme a polícia, o crime ocorreu na madrugada do dia 28 de dezembro de 2008. Na ocasião, Rafael matou Adriano a pauladas em um terreno próximo à Igreja Congregação Cristã, no bairro Jardim dos Ipês, na cidade de Sinop (MT).
Durante o julgamento, nesta terça-feira (28), o Conselho de Sentença reconheceu que o crime foi praticado com alto grau de violência e considerou Rafael culpado. A pena total foi de 16 anos, 7 meses e 15 dias.
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