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MORREU NO HOSPITAL

Quatro vigilantes que mataram homem espancado na rodoviária de Cuiabá são presos pela PC

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GERAL

Foto: Reprodução

Quatro suspeitos de matar uma pessoa espancada na Rodoviária de Cuiabá, nesta terça-feira (4), foram presos em flagrante pela Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa. A vítima sofreu espancamento e chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos.

Os homens, com idades de 68, 48, 55 e 33 anos, são vigilantes patrimoniais na rodoviária e foram identificados durante as diligências da DHPP para esclarecer as circunstâncias da morte da vítima, que foi a óbito no Hospital Municipal de Cuiabá, no início desta madrugada.

A equipe da DHPP foi acionada na unidade de saúde para a liberação do corpo e iniciou a investigação para esclarecer como a vítima do sexo masculino foi morta. Ao ser socorrido por uma equipe do Samu, o homem apresentava um corte profundo na cabeça e diversas escoriações pelo corpo.

Imagens de câmeras de segurança da plataforma 1, do terminal rodoviário, mostram a vítima sendo espancada pelos suspeitos, em uma área próximo ao embarque de ônibus. Na sequência, a vítima corre para a plataforma, tropeça e cai, sendo seguida pelos vigilantes que voltam a espancá-la, inclusive, com chutes, e depois a imobilizam.

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Câmeras do programa Vigia Mais MT, da Secretaria de Estado de Segurança Pública, auxiliaram no esclarecimento do crime. Três vigilantes foram detidos na rodoviária e um em sua residência.

De acordo com o delegado Nilson André Farias, os vigilantes permaneceram próximos da vítima, mas não agiram para proporcionar o socorro adequado.

“Eles tiveram a oportunidade de prestar socorro. Como vigilantes, eles também são responsáveis e garantidores da integridade física das pessoas”, explicou o delegado.

Os quatro vigilantes foram autuados em flagrante pelo crime de homicídio, qualificado pela impossibilidade de defesa da vítima.

As diligências seguem para reunir outras informações e ouvir pessoas que presenciaram o fato. A DHPP aguarda também os exames da Politec para identificação da vítima e da causa da morte.

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GERAL

Juiz condena seis por rombo de R$ 16 milhões na Conta Única do Estado, mas livra ex-secretário

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Foto: Divulgação

A Justiça de Mato Grosso extinguiu a punibilidade do ex-secretário de Estado de Fazenda, Edmilson José dos Santos, e outras duas pessoas do crime de peculato em uma ação penal oriunda da Operação Vespeiro.

A decisão, publicada nesta segunda-feira (17), foi assinada pelo  juiz Jean Garcia de Freitas Bezerra, da 7ª Vara Criminal de Cuiabá, também beneficia Mauro Nakamura Filho e Avaneth Almeida das Neves.

Por outro lado, o juiz condenou Edson Rodrigo Ferreira Gomes a 15 anos, 6 meses e 20 dias de reclusão; Glaucyo Fabian de Oliveira Nascimento Ota a 17 anos, 11 meses e quatro dias; Thais Gonçalves Mariano a oito anos, dois meses e 10 dias de reclusão.

E ainda Renato Alexandre Ferreira Gomes recebeu pena de cinco anos e 10 meses de reclusão; Antônio Ricardino Martins Cunha de seis anos, nove meses e 28 dias de reclusão; e Paulo Alexandre França de quatro anos, 10 meses e 10 dias de reclusão.

Deflagrada em 2012, a Vespeiro investigou supostas fraudes na Conta Única do Tesouro do Estado, que teria resultado em desvios de R$ 16,4 milhões. Segundo o Ministério Público Estadual (MPE), o esquema teria perdurado entre 2005 a 2011.

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A fraude seria realizada por intermédio de autorizações criminosas de depósitos, via sistema de pagamento denominado “BB Pag”, aplicativo disponibilizado pelo Banco do Brasil para pagamentos de fornecedores, salários e outros. Foram constatadas inserções de 1.800 pagamentos indevidos no sistema a 41 beneficiários, segundo o Ministério Público.

Na decisão, o juiz entendeu pela desclassificação do delito imputado a Edmilson, Mauro Nakamura e Avaneth Almeida para a modalidade culposa de peculato, que já prescreveu.

“Desclassificar o delito do art. 312 do Código Penal para a modalidade culposa (art. 312, § 2°) com relação aos acusados Mauro Nakamura Filho, Avaneth Almeida das Neves e Edmilson José dos Santos e, por consequência, extinguir-lhes a punibilidade em razão da prescrição em abstrato”, consta na decisão.

Os réus condenados poderão recorrer em liberdade.

 

Prescrição

No mês passado, o magistrado já havia reconhecido a prescrição e extinto a punibilidade de Albina Maria Auxiliadora Gomes, Vicente Ferreira Gomes e Edilza Maria de Freitas Curvo pelos crimes de associação criminosa e peculato.

Na ocasião, o juiz levou em conta que os acusados possuíam mais de 70 anos de idade, o que faz com que o prazo prescricional seja reduzido pela metade.

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