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Cenário eleitoral

Podemos aposta em eleger dois deputados federais e em novos nomes para fortalecer chapa

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GERAL

À imprensa, o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Max Russi (Podemos), disse que a expectativa oficial do partido é conquistar ao menos uma vaga garantida na eleição de outubro próximo para a Câmara Federal, trabalhando com margem realista para alcançar duas cadeiras em Brasília.

Russi destacou que o partido estruturou uma chapa forte, organizada e distribuída geograficamente por todas as regiões de Mato Grosso. Segundo Max Russi, os pré-candidatos Neri Geller, César Roveri e Pastor Marcos Ritela – que compõem a chapa de pré-candidatos a federal, defendem a entrada da vereadora por Cuiabá, Katiuscia Manteli, na disputa à Câmara Federal.

“Vários candidatos a federal me pediram. Neri fez pedido, Roveri fez pedido, o Ritela… vários candidatos pediram. Seria importante a candidatura dela. Nós tínhamos uma construção, no primeiro momento, no início do ano, eu vim com dificuldade de a gente eleger federal. Aí fomos agregando e montamos a chapa, conseguimos ter certeza que nós vamos eleger um”, afirmou.

Conforme Max Russi, “com essa composição, onde [a vereadora] Kalynka está liderando as pesquisas em Rondonópolis, onde [a vereadora] Gisa Barros lidera em Várzea Grande, Katiuscia colocando o nome aqui, nós fechamos a chapa e eu estou trabalhando e acreditando, pelo potencial dos nossos candidatos, que estão andando muito, que estão trabalhando bastante, na possibilidade real de nós podermos eleger dois deputados federais”, completou o presidente da ALMT.

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Câmara e Senado defendem no STF validade da Lei da Dosimetria

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A Câmara dos Deputados e o Senado defenderam, nesta segunda-feira (18), a validade da Lei da Dosimetria, norma que permite a redução das penas dos réus que foram condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, entre eles, o ex-presidente Jair Bolsonaro.

As manifestações foram enviadas ao Supremo Tribunal Federal (STF) após solicitação do relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, que suspendeu a aplicação da lei até decisão final sobre a constitucionalidade da lei.

O Senado defendeu que o plenário derrube a decisão individual de Moraes. Segundo a advocacia da Casa, a suspensão produz efeitos “graves e potencialmente irreversíveis”.“Ao sustar a aplicação da Lei nº 15.402/2026, priva-se o condenado de lei mais benéfica em vigor, impondo-lhe, por decisão judicial provisória, regime de progressão mais gravoso do que aquele previsto pelo legislador”, afirmou o Senado.

A Câmara acrescentou que Congresso tem a prerrogativa política de dar a “palavra final” sobre o veto presidencial da matéria.

“O Congresso é o principal ator na sistematização do processo legislativo e possui a palavra final sobre o veto. Portanto, cabe ao Parlamento decidir como derrubar o veto”, completou a Casa.

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Pelo menos três ações contestam no Supremo a deliberação do Congresso derrubou o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto de lei da dosimetria.

As ações foram protocoladas pela Federação PSOL-Rede, Federação PT, PCdoB e PV e a Associação Brasileira de Imprensa (ABI).

A expectativa é que as ações sejam julgadas neste mês pela Corte.

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