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Frente fria alivia calor em Mato Grosso, mas avanço do bicudo acende alerta nas lavouras de algodão

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A passagem de uma frente fria trouxe chuvas isoladas e reduziu as temperaturas noturnas em Mato Grosso, mas sem comprometer o ritmo das lavouras de algodão. Segundo o balanço referente ao período de 10 a 15 de maio, divulgado pela Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa), o estado mantém uma perspectiva positiva de produtividade, impulsionada pela alta taxa de frutificação das plantas. Com boa parte das áreas na reta final do ciclo, o cenário segue favorável, embora a falta de umidade já comece a impactar os plantios mais tardios e as lavouras instaladas em solos arenosos.

A principal preocupação da semana esteve relacionada ao manejo fitossanitário. A pressão do bicudo-do-algodoeiro aumentou praticamente em todas as regiões produtoras, levando as fazendas a intensificarem as aplicações de defensivos agrícolas.

A recomendação técnica é reforçar o combate à praga, com monitoramento mais rigoroso, ampliação do manejo químico e eliminação de plantas tigueras que possam servir de abrigo ao inseto. Pragas como a lagarta Spodoptera, ácaros e mosca-branca também foram registradas no monitoramento, enquanto doenças como mancha-alvo e ramulária permaneceram restritas a plantas mais suscetíveis ou áreas com microclima úmido.

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Com o algodão atingindo o ponto ideal de maturação, o foco no campo começa a se voltar para a logística da safra. O movimento se intensifica em galpões e oficinas, onde são realizados os últimos ajustes em colhedoras, algodoeiras e estruturas de beneficiamento. A combinação entre manejo técnico eficiente e condições climáticas favoráveis até o momento traz confiança ao setor, que agora aguarda apenas a janela ideal para iniciar oficialmente a colheita no estado.

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Podemos aposta em eleger dois deputados federais e em novos nomes para fortalecer chapa

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À imprensa, o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Max Russi (Podemos), disse que a expectativa oficial do partido é conquistar ao menos uma vaga garantida na eleição de outubro próximo para a Câmara Federal, trabalhando com margem realista para alcançar duas cadeiras em Brasília.

Russi destacou que o partido estruturou uma chapa forte, organizada e distribuída geograficamente por todas as regiões de Mato Grosso. Segundo Max Russi, os pré-candidatos Neri Geller, César Roveri e Pastor Marcos Ritela – que compõem a chapa de pré-candidatos a federal, defendem a entrada da vereadora por Cuiabá, Katiuscia Manteli, na disputa à Câmara Federal.

“Vários candidatos a federal me pediram. Neri fez pedido, Roveri fez pedido, o Ritela… vários candidatos pediram. Seria importante a candidatura dela. Nós tínhamos uma construção, no primeiro momento, no início do ano, eu vim com dificuldade de a gente eleger federal. Aí fomos agregando e montamos a chapa, conseguimos ter certeza que nós vamos eleger um”, afirmou.

Conforme Max Russi, “com essa composição, onde [a vereadora] Kalynka está liderando as pesquisas em Rondonópolis, onde [a vereadora] Gisa Barros lidera em Várzea Grande, Katiuscia colocando o nome aqui, nós fechamos a chapa e eu estou trabalhando e acreditando, pelo potencial dos nossos candidatos, que estão andando muito, que estão trabalhando bastante, na possibilidade real de nós podermos eleger dois deputados federais”, completou o presidente da ALMT.

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