Logística e conexão
Empresa vai instalar 13 torres de telefonia ao longo da BR-163
Winity obtém permissão para instalar infraestrutura de telecom na faixa de domínio da rodovia
GERAL
Nos próximos meses a principal rodovia de Mato Grosso terá seu trajeto coberto com sinal de telefonia móvel. A Winity S.A, uma empresa de telecomunicações especializada em plataformas de infraestrutura em redes, recebeu a permissão para proceder com a instalação de 13 estações de rádio-base na faixa de domínio da BR-163.
A autorização foi oficializada pela decisão Surod 532, publicada pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), no Diário Oficial do dia 8 de maio. O documento viabiliza a execução do PIT (Projeto de Interesses de Terceiros), listando em quais pontos as torres de telefonia serão instaladas.
O projeto cobre as “manchas” ao longo da rodovia que não tem cobertura. Serão duas torres em Cuiabá (Km 292 e Km 302), uma em Jangada (no Km 397), 3 torres em Diamantino (Km 509, 545 e 555), mais 3 em Nova Mutum (Km 573, 587 e 636), outras 3 torres em Lucas do Rio Verde (Km 645, 664 e 685), e por fim uma em Sinop, no Km 811.
A iniciativa da Winity vem de encontro com uma das obrigações da Rota do Oeste – empresa que detém a concessão da BR-163. Na revisão do contrato realizada em janeiro de 2025, novas obrigações foram impostas à concessionária. Uma delas é a conectividade com sinal 4G em todo o trecho da rodovia, entre Sinop e Itiquira, no Sul do Estado. Outra obrigação é o monitoramento por vídeo da BR-163, que também demanda de uma solução de telecom.
Mas a Winity não vai prestar serviço para a Rota do Oeste. De acordo com a concessionária, a Vivo foi contratada para implantação de tecnologia 4G ao longo de toda a rodovia. A Winity tem um contrato para fornecer a infraestrutura para a Vivo.
GERAL
Ypê suspende pagamento a clientes após decisão da Anvisa
Em entrevista ao g1, Sergio Pompilio, diretor-executivo jurídico e corporativo da Ypê, afirmou que a decisão da Anvisa desta sexta-feira (15) não prevê obrigação de ressarcimento por parte da empresa. Recolhimento de produtos foi suspenso pela agência até avaliação de proposta que será apresentada pela empresa
A Ypê informou que vai suspender o ressarcimento de produtos aos consumidores após decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) desta sexta-feira (15).
Em reunião nesta manhã, a agência manteve a suspensão da fabricação, comercialização, distribuição e uso de detergentes, sabões líquidos e desinfetantes da Ypê com lotes final 1. Os diretores da Anvisa também suspenderam a obrigação de recolhimento imediato dos lotes, indicando que a empresa deverá apresentar um plano de ação para o recolhimento dos produtos.
Em entrevista ao g1, o diretor-executivo de assuntos jurídicos e corporativo da Ypê, Sergio Pompilio, disse que a empresa pretende voltar a tratar de envio de pix aos clientes afetados somente após novos laudos técnicos.
“A decisão de hoje não obriga a empresa a fazer esse ressarcimento. O que está valendo hoje é exatamente a suspensão de uso. (…) Se o laudo vindo de um laboratório autorizado pela Anvisa disser que os produtos fabricados, por exemplo, em um determinado período, eles não estão aptos ao uso, aí eu vou começar a falar de recolhimento, aí eu vou voltar a falar de pix”, disse Sergio Pompilio.
Antes da decisão desta sexta, a Ypê disponibilizou um canal no próprio site para que consumidores solicitassem o ressarcimento dos produtos afetados. Pelo formulário, era pedido o preenchimento de dados como nome completo, CPF, telefone, e-mail, endereço, informações sobre o produto e a chave Pix para o recebimento do valor.
Em nota divulgada na tarde desta sexta-feira, após a reunião da Diretoria Colegiada da Anvisa, a Ypê também afirmou também que, segundo seus controles e análises internas, os produtos da marca são seguros para o consumidor.
A empresa informou ter proposto à agência a realização de novos testes, por “laboratórios independentes” autorizados pela Anvisa, em todos os lotes já colocados no mercado.
O objetivo, segundo a Ypê, é “garantir a segurança” dos itens junto ao consumidor e viabilizar a liberação para uso “o mais rápido possível”.
Na nota, a empresa também esclareceu pontos sobre a devolução dos produtos. Segundo a Ypê, os lava-roupas líquidos, lava-louças líquidos e desinfetantes com lote final 1 não precisam ser devolvidos neste momento.
“O que está valendo hoje, e a nossa recomendação para o consumidor, é exatamente a suspensão de uso”, afirmou Pompilio ao g1.
“Até que haja comprovação, se o laudo de um laboratório autorizado pela Anvisa indicar que os produtos fabricados em determinado período não estão aptos ao uso, passaremos a tratar de recolhimento”, acrescentou.
A orientação, por precaução, é que esses itens permaneçam guardados até que novos laudos de laboratórios independentes confirmem a ausência de contaminação.
A fabricante listou ainda os produtos que ela afirma “nunca apresentaram qualquer risco de contaminação” e que seguem liberados para venda e uso.
A relação inclui lava-roupas em pó Tixan e Ypê Power Act, lava-louças para máquina Ypê, amaciantes, multiuso, água sanitária, alvejantes, cloro gel, sabões em barra, tira-manchas Tixan, limpadores perfumados, lã de aço Assolan, esponjas, saponáceo e lustra-móveis Ypê.
A empresa também afirma que todos os produtos sem o final 1 no lote continuam liberados para uso.
Leia a nota da Ypê na íntegra:
Após reunião realizada pela Anvisa em 15 de maio, você merece respostas claras.
Os produtos são seguros?
De acordo com os controles e análises internas realizados pela Ypê até o momento, os produtos são seguros para o consumidor.
Ainda assim, como a própria Anvisa reforçou, é fundamental que nossos processos garantam esta segurança, o que já está sendo trabalhado fortemente com a Agência.
Até lá, propusemos para a Anvisa apresentar testes realizados por laboratórios independentes autorizados pela agência, de todos os lotes já colocados no mercado, para garantir a segurança dos mesmos junto ao nosso consumidor e sua consequente liberação para uso o mais rápido possível.
É preciso devolver os produtos?
Conforme determinação da Anvisa em 15 de maio, os produtos lava-roupas líquidos, lava-louças líquidos e desinfetantes com lote final 1 não precisam ser devolvidos neste momento.
Por precaução, a orientação é apenas que eles permaneçam guardados até que novos laudos de laboratórios independentes confirmem a ausência de contaminação.
Os demais produtos são seguros?
Reforçamos que os produtos abaixo nunca apresentaram qualquer risco de contaminação e seguem liberados para venda e uso:
- Lava-roupas em pó Tixan e Ypê Power Act
- Lava-louças para máquina Ypê
- Amaciantes Ypê (tradicionais, diluídos e concentrados)
- Multiuso Ypê
- Água sanitária, alvejantes e cloro gel Ypê
- Sabões em barra Ypê
- Tira-manchas Tixan (pó e líquido)
- Limpadores perfumados e limpeza pesada Ypê
- Lã de aço Assolan e esponjas Ypê e Assolan
- Saponáceo Ypê
- Lustra-móveis Ypê
Também continuam liberados para venda e uso todos os produtos que não possuem final 1 no lote.
Seguimos trabalhando em conjunto com a Anvisa e reforçando nosso compromisso com a qualidade, a transparência e a segurança dos consumidores.”
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