Eleições 2026
Pesquisa Quaest: Wellington Fagundes tem 27% e Otaviano Pivetta, 23% ao governo de MT
GERAL
Wellington Fagundes (PL) e Otaviano Pivetta (Republicanos) estão tecnicamente empatados na liderança da disputa pelo coverno de Mato Grosso, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (25).
No cenário estimulado, quando os entrevistados recebem uma lista com os nomes e os partidos dos candidatos, Wellington aparece com 27% das intenções de voto, enquanto Pivetta tem 23%.
Como a margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, Wellington pode ter entre 24% e 30%, enquanto Pivetta varia de 20% a 26%.
Doutora Natasha (PSD) aparece em seguida, com 8% das intenções de voto. Sargento Laudicério (Lau), do Agir, e Rafaell Milas (Missão) têm 2% cada. Mauricio Coelho (Mobiliza) registra 1%.
Confira os resultados
Intenção de voto estimulada para governador
| Candidato / Opção | % de votos |
|---|---|
| Wellington Fagundes (PL) | 27% |
| Otaviano Pivetta (Republicanos) | 23% |
| Doutora Natasha (PSD) | 8% |
| Sargento Laudicério (Lau) (Agir) | 2% |
| Rafaell Milas (Missão) | 2% |
| Mauricio Coelho (Mobiliza) | 1% |
| Indecisos | 29% |
| Branco/Nulo/Não vai votar | 8% |
Fonte: Pesquisa registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os números MT-04846/2026 e BR-00817/2026 e contratada pela Rede Matogrossense de Comunicação.
A pesquisa é o primeiro levantamento encomendado pela TV Centro América após o início da campanha eleitoral de 2026.
Intenção de voto por sexo
Entre as mulheres, Wellington Fagundes aparece com 24% das intenções de voto, seguido por Otaviano Pivetta, com 15%. Doutora Natasha tem 8%; Sargento Laudicério e Rafaell Milas registram 1% cada; e Mauricio Coelho não pontuou. As indecisas somam 41%, enquanto 10% votariam em branco, anulariam o voto ou não votariam.
Entre os homens, Otaviano Pivetta tem 31% e Wellington Fagundes, 30%, o que representa empate técnico. Doutora Natasha aparece com 8%; Sargento Laudicério, com 4%; Rafaell Milas, com 2%; e Mauricio Coelho, com 1%. Os indecisos são 18%, e 6% votariam em branco, nulo ou não votariam.
Intenção de voto por escolaridade
Entre os eleitores com ensino fundamental, Wellington Fagundes registra 27% das intenções de voto e Otaviano Pivetta, 22%. Doutora Natasha tem 6%; Sargento Laudicério, 2%; Rafaell Milas e Mauricio Coelho aparecem com 1% cada. Os indecisos somam 32%, e 9% votariam em branco, nulo ou não votariam.
No grupo com ensino médio, Wellington tem 27% e Pivetta, 22%. Doutora Natasha aparece com 9%; Sargento Laudicério e Rafaell Milas têm 2% cada; e Mauricio Coelho não pontuou. Os indecisos representam 30%, enquanto 8% votariam em branco, nulo ou não votariam.
Entre os eleitores com ensino superior, Wellington alcança 30% e Pivetta, 27%. Doutora Natasha registra 10%; Rafaell Milas, 3%; Sargento Laudicério, 2%; e Mauricio Coelho, 1%. Os indecisos somam 23%, e 4% votariam em branco, nulo ou não votariam.
A margem de erro é de cinco pontos percentuais no grupo com ensino fundamental, seis pontos entre os eleitores com ensino médio e oito pontos no grupo com ensino superior. Wellington e Pivetta estão tecnicamente empatados nos três níveis de escolaridade.
Simulações de segundo turno
A pesquisa Quaest também simulou três possíveis confrontos de segundo turno para o Governo de Mato Grosso. Na disputa entre Wellington Fagundes e Otaviano Pivetta, Wellington aparece com 38% das intenções de voto, contra 29% de Pivetta. Nesse cenário, 22% estão indecisos e 11% votariam em branco, anulariam o voto ou não compareceriam.
Em uma disputa entre Wellington e Doutora Natasha, o candidato do PL alcança 45%, enquanto a candidata do PSD registra 20%. Os indecisos somam 22%, e 13% votariam em branco, nulo ou não votariam.
Já no confronto entre Otaviano Pivetta e Doutora Natasha, Pivetta aparece com 34% e Natasha, com 23%. Nesse cenário, 27% estão indecisos e 16% votariam em branco, anulariam o voto ou não compareceriam.
Metodologia
A Quaest ouviu presencialmente 804 eleitores de Mato Grosso, com 16 anos ou mais, entre os dias 21 e 24 de agosto. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
O levantamento contratado pela RMC foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob os números MT-04846/2026 e BR-00817/2026.
GERAL
Após mobilização, instituto dos EUA diz que vai tentar ajudar Lito Sousa
O Broad Institute afirmou hoje que está em contato com a equipe de Lito Sousa para avaliar as opções disponíveis ao influenciador, diagnosticado com DCJ (doença de Creutzfeldt-Jakob). O posicionamento ocorre após uma mobilização de fãs nas redes sociais em busca de tratamento experimental.
O que aconteceu
O Broad Institute diz que está avaliando o caso de Lito. Em publicação nas redes sociais, o centro de pesquisa agradeceu às pessoas que entraram em contato em apoio ao influenciador. “Não sabemos se poderemos ajudá-lo, mas vamos tentar”, escreveu o instituto.
A instituição ressaltou que as pesquisas ainda estão em estágio inicial. Segundo o Broad, a doença priônica é rara e devastadora e, atualmente, não existem bons tratamentos. O instituto afirmou que trabalha para mudar esse cenário, mas destacou que os estudos, incluindo ensaios clínicos, ainda estão em fases iniciais.
O Broad Institute desenvolve uma das pesquisas buscadas pela família. O centro participa do desenvolvimento do PRiSM, estudo de fase um que testa uma terapia experimental baseada em siRNA (RNA de interferência). A estratégia busca reduzir a produção da proteína priônica no cérebro, que está relacionada à progressão da doença.
O estudo ainda não permite afirmar que a terapia funciona contra a DCJ. Nesta primeira fase, os pesquisadores avaliam principalmente a segurança e a tolerabilidade do medicamento. Resultados obtidos anteriormente em animais foram promissores, mas ainda não comprovam eficácia em humanos.
Mobilização na internet
A campanha de fãs ganhou força depois de um apelo feito por Lito. No domingo (23), o influenciador publicou um vídeo pedindo ajuda para conseguir acesso a estudos experimentais. A mensagem citou o Broad Institute, Harvard, Ionis Pharmaceuticals e Mayo Clinic.
As redes sociais foram usadas para pressionar as instituições a avaliar o caso. Fãs passaram a marcar perfis de instituições e pesquisadores e a usar hashtags como #HelpLito, #MayDayLito e #SaveLito. A mobilização chegou, por exemplo, ao perfil da Ionis Pharmaceuticals, que acumulou mais de 25 mil comentários em uma publicação.
A mobilização reúne fãs que acompanham o trabalho de Lito. O Broad afirmou que “dezenas de milhares de pessoas” demonstraram carinho e preocupação com o influenciador. O alcance da campanha ajudou a levar o caso diretamente às instituições responsáveis pelas pesquisas.
Busca por tratamento
A família ainda não conseguiu acesso garantido a um tratamento experimental. Segundo Mila Seidl, mulher de Lito, a Ionis informou que seus estudos estão fechados para novos participantes e que não pode permitir, neste momento, o uso compassivo do medicamento ION717.
O Broad ofereceu inicialmente uma avaliação para o grupo de controle do estudo. De acordo com Mila, Lito poderia passar pela entrevista inicial, mas seria direcionado ao grupo que não recebe o medicamento. A família aguarda novas possibilidades de participação nos estudos.
A doença de Lito é rara e de evolução rápida. A DCJ é uma doença neurodegenerativa associada ao acúmulo de proteínas anormais chamadas príons. Atualmente, não há tratamento comprovado capaz de interromper sua progressão, o que faz com que a família busque alternativas experimentais.
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