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Governo do Estado

Para Wellington, eventual candidatura de Max ‘muda muito’ o cenário da eleição de 2026

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GERAL

O senador Wellington Fagundes (PL) disse que uma eventual candidatura do presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado estadual Max Russi (Podemos), pode mudar o cenário da pré-campanha ao Governo do Estado neste ano. A fala foi feita nesta terça-feira (19), em Barra do Garças, onde o parlamentar cumpre agenda.

“Muda muito, porque o Max é uma grande liderança. Ele é meu afilhado político, mas é um afilhado que deu muito certo porque é uma grande liderança, presidente da Assembleia. A gente tem conversado muito sobre a possibilidade de estarmos juntos. Se a decisão dele for de ser candidato, também conversaremos nessa situação, porque quem quer apoio precisa pensar em apoiar também, por isso que tem que ter humildade”, afirmou Wellington à imprensa local.

Nos bastidores circula a informação de que Russi e a deputada estadual Janaina Riva (MDB), até então pré-candidata ao Senado, poderiam se juntar em uma chapa na disputa pelo Governo.

Russi já havia revelado que a executiva nacional do Podemos tem o desejo de que o partido tenha uma candidatura própria na eleição deste ano, mas ele ponderou que o projeto só iria adiante se ele tivesse o apoio do seu grupo político.

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Wellington é pré-candidato pelo Partido Liberal e seus principais oponentes são o governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e o senador Jayme Campos (União), do campo da direita. Outro nome que aparece com força na centro-esquerda é o da médica Natasha Slhessarenko (PSD), lançada pelo senador Carlos Fávaro (PSD). Um novo nome competitivo na disputa poderia mudar o cenário na corrida pelo Palácio Paiaguás.

Wellington disse que, caso esse possível projeto de Russi não se concretize, uma dobradinha com Max é uma das possibilidades. Disse, ainda, que chegou a buscar uma aproximação com a prefeita de Jaciara, Andréia Wagner (PSB), que é esposa de Russi, mas ela não se desincompatibilizou do cargo, como manda a lei eleitoral.

“O Max é uma liderança popular, tenho certeza de que ele conhece o povo, assim como eu conheço todo o estado de Mato Grosso, e espero que possa ter até o apoio dele”, disse Wellington.

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Presidente da AL vai recorrer contra decisão que derrubou voto secreto

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O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi (Podemos), afirmou que irá recorrer da decisão do Tribunal de Justiça (TJMT) que proibiu, por inconstitucionalidade, a votação secreta em vetos governamentais. A determinação é de terça-feira (19) e alega falta de transparência com o leitor em votação sigilosa.

O deputado declarou que a decisão judicial será seguida pela ALMT enquanto recursos cabíveis junto à Procuradoria tramitem em instâncias superiores.

“Decisão judicial a gente não discute, a gente cumpre. Agora, a gente vai buscar todos os meios, todos os recursos e seguir nessa discussão”, garantiu Russi em coletiva nesta quarta-feira (20).

A polêmica surgiu após um mandado de segurança do Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário (Sinjusmat), que questionou as mudanças feitas no veto do Executivo ao reajuste de salários no Judiciário no final de 2025. Segundo relator do processo, desembargador Marcos Vidal, o Legislativo deve seguir o Princípio da Simetria Constitucional, operando com votações abertas, tal qual é previsto na Constituição Federal.

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Max Russi ressalta ainda que a Assembleia utiliza mecanismos internos para debater sobre a manutenção do regimento e sobre a Constituição Estadual, atuando em defesa da legitimidade de normas vigentes antes da intervenção judicial. Mesmo já tendo argumentado que o Judiciário não poderia intervir em competências internas por meio de mandado de segurança.

Entenda o caso

A polêmica surgiu após um mandado de segurança do Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário (Sinjusmat), que questionou as mudanças feitas no veto do ex-governador Mauro Mendes ao projeto de reajuste salarial dos servidores do Judiciário em 2025, mantido por votação secreta.

“Não há representação democrática autêntica sem transparência e prestação de contas perante a sociedade”, destacou o magistrado no voto.

Vidal destacou que o voto secreto impede que a população tenha conhecimento das decisões dos parlamentares em temas de interesse público. A decisão do TJMT declarou inconstitucional a expressão “em escrutínio secreto” da Constituição de Mato Grosso.

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