Força econômica
Mato Grosso tem a 2ª menor taxa de desemprego do Brasil no 1º trimestre de 2026
GERAL
Mato Grosso registrou a segunda menor taxa de desocupação do Brasil no primeiro trimestre de 2026, com índice de 3,1%, atrás apenas de Santa Catarina (2,7%). Os dados constam em nota técnica do Observatório de Mato Grosso, do Sistema Fiemt, elaborada com base na PNAD Contínua, do IBGE.
O estado contabilizou aproximadamente 2 milhões de pessoas ocupadas, frente a 63 mil desocupadas no período. Apesar do bom desempenho no ranking nacional, o número de desempregados aumentou 26% em relação ao trimestre anterior. Na comparação com o mesmo período de 2025, porém, houve redução de 13,7%.
O levantamento também mostra que Mato Grosso registrou o segundo menor percentual de pessoas fora da força de trabalho do país, com 32,2%, novamente atrás apenas de Santa Catarina (31,7%).
Entre as regiões do estado, o Norte apresentou a menor taxa de desocupação, com 2%, seguido pelo Leste (2,6%) e Sudoeste (3,4%). Já os maiores índices foram registrados no Colar Metropolitano, região formada pelos municípios do entorno da capital, com 6,7%, e em Cuiabá, com 4,6%.
Outro destaque da pesquisa é a informalidade. Mato Grosso manteve uma das menores taxas do país, com 34,2%, ocupando a sétima posição nacional entre os estados com menor percentual de trabalhadores informais. Ainda assim, o contingente representa cerca de 683 mil pessoas. Para o presidente do Sistema Fiemt, Silvio Rangel, os indicadores reforçam o protagonismo econômico de Mato Grosso e demonstram a capacidade do estado de manter a economia aquecida, mesmo diante dos desafios do mercado de trabalho brasileiro
“Mato Grosso demonstra força econômica e capacidade de gerar oportunidades. Estar entre os estados com menor taxa de desemprego é resultado de um ambiente produtivo forte, e a indústria tem papel fundamental nesse processo, contribuindo diretamente para a geração de empregos, renda e desenvolvimento regional”, afirmou Rangel.
GERAL
PGE alega ‘tudo esclarecido’ e nega ida de procuradores à AL
A Procuradoria-Geral do Estado (PGE) de Mato Grosso decidiu confrontar a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) e não autorizou que os procuradores Raquel Casonatto, Hugo Fellipe Martins de Lima e Luiz Alexandre Combat de Faria Tavares prestassem esclarecimentos sobre suas manifestações, decisões e apontamentos no âmbito de acordos firmados ou negados envolvendo a devolução de valores de ICMS à empresa Oi S.A. no valor de R$ 308 milhões. A oitiva dos servidores ocorreria na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da OI.
A decisão foi comunicada por meio de ofício assinado pelo Procurador-Geral do Estado, Francisco de Assis da Silva Lopes, em resposta a um convite da ALMT. A PGE justificou sua recusa, alegando que os esclarecimentos técnicos e jurídicos sobre o acordo já foram amplamente prestados à Assembleia Legislativa em diversas ocasiões anteriores. Segundo o documento, o próprio procurador-geral e outros três procuradores já prestaram esclarecimentos do caso ao parlamento estadual, assim como o ex-secretário de Estado de Fazenda (Sefaz), Rogério Gallo, e membros da Seplag.
“Nessas oportunidades, foram fornecidas informações detalhadas sobre a formalização, fundamentos jurídicos, riscos processuais e aspectos financeiros do Termo de Autocomposição nº 026/CONSENSO-MT/2023”, diz o ofício encaminhado.
Além dos comparecimentos, a PGE informou que já encaminhou diversos documentos e informações técnicas, por meio de manifestações formais, em resposta a solicitações de membros da Casa Legislativa. Em relação aos procuradores especificamente convidados, a PGE apresentou justificativas individuais para a não participação ou para a desnecessidade de novo comparecimento.
Caso OI
A denúncia de fraude do acordo de R$ 308 milhões entre o governo e a Oi S.A foi apresentada no ano passado pela deputada estadual Janaina Riva (MDB), que a encaminhou aos Ministérios Públicos Estadual (MPMT) e Federal (MPF), e ao Tribunal de Contas do Estado (TCE).
Já o ex-governador Pedro Taques (PSB) denunciou o caso à Procuradoria-Geral da República (PGR) e ingressou com uma ação popular solicitando a anulação do acordo e a devolução de R$ 340 milhões aos cofres públicos. O Ministério Público decidiu arquivar a denúncia e a Justiça rejeitou a ação popular.
O ex-governador Mauro Mendes afirmou que as acusações são baseadas em mentiras, má-fé processual e motivação eleitoral.
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