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Ser Família Habitação

Governo de MT entrega 160 apartamentos em Cuiabá nesta quinta-feira (14)

Empreendimento integra o Programa SER Família Habitação, na modalidade Entrada Facilitada, que subsidia em até R$ 25 mil a aquisição de um imóvel

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Foto: Dan Lima - MT Par

O Governo de Mato Grosso realiza, nesta quinta-feira (14.5), às 16h, a entrega das chaves de 160 apartamentos do Condomínio Altos da Geórgia – Módulo 1, em Cuiabá. O empreendimento está localizado na região do Coxipó e contou com o investimento estadual de R$ 2,3 milhões em auxílios do Estado.

As moradias fazem parte do programa SER Família Habitação, na modalidade Entrada Facilitada, que foi desenvolvida por meio da MT Participações e Projetos (MT Par). A modalidade concede auxílio de até R$ 25 mil, no caso de grandes cidades, como Cuiabá, para auxiliar as famílias no pagamento da entrada do imóvel, facilitando o acesso à casa própria.

Na modalidade, o beneficiado pode unir o auxílio estadual às vantagens do programa Minha Casa, Minha Vida e do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). O restante do valor do imóvel é financiado pela Caixa Econômica Federal (CEF), com juros abaixo do que é praticado no mercado.

Atualmente, a modalidade Entrada Facilitada do programa SER Família Habitação já viabilizou mais de 6 mil moradias em Cuiabá e investiu R$ 103 milhões em subsídios.

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TJ suspende, de novo, julgamento de disputa entre banco e empresários em MT

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A Terceira Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça (TJMT) suspendeu, novamente, o julgamento que pode confirmar a anulação de um leilão de uma fazenda de 25 mil hectares, localizada entre os municípios de Nova Brasilândia e Planalto da Serra, no Centro-Sul de Mato Grosso, avaliada em R$ 2 bilhões. Nesta quarta-feira (13) a Terceira Câmara de Direito Privado deu continuidade ao julgamento após o pedido de vista (obter a guarda do processo e suas provas) pela desembargadora Anglizey Solivan de Oliveira, ocorrido no início da análise do caso pelo Poder Judiciário, no último dia 6 de maio.

No início do julgamento, o juiz convocado e relator do caso na segunda instância, Antônio Veloso Peleja Júnior, negou uma preliminar defendida pelo Banco Sistema S.A. – subsidiária do banco BTG Pactual -, que cobra títulos de crédito (cédula hipotecária rural) que motivaram o leilão. As terras em disputa nos municípios de Nova Brasilândia e Planalto da Serra (Fazenda Santa Emília) tiveram seu leilão anulado pela primeira instância do Poder Judiciário de Mato Grosso.

O BTG Pactual arrematou a propriedade rural, supostamente avaliada em R$ 2 bilhões, por “apenas” R$ 130 milhões. A anulação fez o BTG Pactual ingressar com o recurso para manter o seu negócio de R$ 130 milhões.

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A dívida que motivou o leilão também é discutida nos autos – de um lado, a instituição financeira aponta um valor de quase R$ 80 milhões. Por outro, a Camponesa Agropecuária, garantidora da cédula hipotecária rural, e que conseguiu derrubar o leilão na Justiça, defende que o débito real seria de R$ 43 milhões.

O BTG Pactual alega em seu recurso que a perícia que apontou que a cédula hipotecária rural era de R$ 43 milhões possui vícios e equívocos, questionando, ainda, a competência do especialista que realizou os cálculos. O relator, Antônio Veloso Peleja Júnior, manteve o estudo, negando a realização de uma nova perícia – como pede a instituição financeira -, no início do julgamento, no dia 6 de maio.

No retorno de seu pedido de vista, neste dia 13 de maio, a desembargadora Anglizey Solivan de Oliveira também rejeitou a questão preliminar, porém, por motivos distintos do relator Antônio Veloso Peleja Júnior. A magistrada analisou apenas aspectos formais quanto à competência e curriculum do perito, deixando em aberto, na análise de mérito do caso, a necessidade ou não de uma nova perícia sobre a dívida cobrada pelo BTG Pactual.

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“Examinando os autos, verifico que o profissional é inscrito no Conselho. A documentação juntada posteriormente indica formação em Ciências Contábeis, especialização em Direito Público e Gestão Financeira, com mestrado em andamento em Economia e experiência declarada em Perícia Financeira, conforme prova e curriculum constante dos autos”, analisou a desembargadora. Em razão de sua inclinação por negar a realização de uma nova perícia, Antônio Veloso Peleja Júnior pediu vista do próprio processo em que é o relator para analisar o voto da desembargadora Anglizey Solivan de Oliveira.

Assim, o julgamento foi suspenso novamente, até que o relator profira o seu voto – lembrando que a discussão ainda se encontra na fase de análise das preliminares, o que indica que seu desfecho ainda deve levar tempo. O processo tinha como relator na segunda instância do Poder Judiciário de Mato Grosso o desembargador Dirceu dos Santos, afastado de suas funções pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) pela suspeita de “venda de sentenças”.

 

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