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Redução de impostos

Governador sanciona lei para diminuir custo do diesel em MT

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O governador Otaviano Pivetta sancionou a Lei nº 13.357/2026, que autoriza o Governo de Mato Grosso a aderir ao Regime Emergencial de Abastecimento Interno de Combustíveis para reduzir o preço do diesel. A sanção foi publicada no Diário Oficial do Estado desta quinta-feira (14.5) e se estende até o dia 31 de dezembro deste ano.

Na prática, a medida permite que Mato Grosso participe do programa federal que subsidia o óleo diesel, usado no transporte de cargas e na produção agrícola. Conforme a lei, o Estado vai subsidiar R$ 0,60 por litro de diesel, e a União, outros R$ 0,60, totalizando R$ 1,20 por litro de redução no preço do combustível.

O objetivo da medida é evitar que o aumento do diesel, por conta da guerra no Oriente Médio, chegue ao consumidor final, já que o combustível é usado por caminhões para escoar a produção e transportar alimentos e produtos para dentro e fora do Estado.

Segundo o texto, a participação do Estado será proporcional ao consumo de combustível. “O encargo total cabível a Mato Grosso corresponde a 6,12% da contribuição conjunta dos Estados e do Distrito Federal, perfazendo o limite de R$ 122,4 milhões”.

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Com 17 casos em 2026, feminicídios em MT repetem cenário alarmante do ano passado

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Foto: Divulgação

Entre janeiro de 2026 e o início desta semana, 17 mulheres foram vítimas de feminicídio, segundo dados da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) e do Observatório Caliandra, do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).

Até abril, o estado havia registrado 13 vítimas — assim como o número contabilizado no mesmo período de 2025. No ano passado, Mato Grosso terminou com 54 feminicídios, o maior índice desde 2020, e, apesar de campanhas e ações do poder público, os dados atuais mostram que a violência contra a mulher segue praticamente no mesmo ritmo.

As estatísticas revelam que a maior parte das vítimas deste ano é formada por jovens entre 18 e 29 anos. Em 14 dos 17 casos, os assassinatos aconteceram dentro da casa da vítima ou do agressor.

De acordo com o MPMT, seis crimes tiveram como motivação o menosprezo ou discriminação à condição de mulher. Outros quatro ocorreram porque os suspeitos não aceitavam o fim do relacionamento.

Até o momento, Cuiabá lidera o ranking de feminicídios em 2026, com três casos registrados. Em seguida aparece Tangará da Serra, com dois casos — incluindo o assassinato mais recente, de Clara Vitória da Silva.

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