Política
Scheila Pedroso se filia ao Podemos e desponta como pré-candidata pelo norte de MT
POLÍTICA
A secretária de Planejamento Urbano e Habitação de Sinop, Scheila Pedroso, oficializou sua filiação ao Podemos, em ato político realizado na última terça-feira (3). A adesão fortalece a representatividade feminina e amplia a presença da região norte no cenário político de Mato Grosso.
Reconhecida pela atuação à frente da pasta e pela atuação no social, Scheila desponta agora como pré-candidata a deputada estadual nas eleições de 2026, consolidando-se como uma das principais vozes do norte do estado.
O Podemos, que deve ser o futuro destino do presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi (atualmente no PSB), tem expandido sua atuação em Mato Grosso, atraindo lideranças regionais interessadas em um projeto político voltado à renovação e fortalecimento das bases locais.
A filiação de Scheila é vista como um movimento estratégico do partido, que busca consolidar nomes de expressão no interior e ampliar sua presença no norte mato-grossense, especialmente em Sinop, importante polo político e econômico do estado.
Arquiteta e urbanista, Scheila Pedroso da Silva é reconhecida pelo olhar sensível e pelo compromisso com causas sociais. De 2021 a 2024, atuou como secretária municipal de Assistência Social de Sinop, período em que se destacou pela implementação de políticas públicas eficazes voltadas ao bem-estar da comunidade.
Entre as ações de destaque estão a revisão e implementação de políticas habitacionais, a modernização dos processos de aprovação de projetos e a criação de programas que integram planejamento urbano e qualidade de vida.
O trabalho lhe rendeu reconhecimento estadual e a presidência da Associação para Desenvolvimento Social dos Municípios de Mato Grosso (APDM), entidade que representa primeiras-damas e gestores sociais de todo o estado.
Sua trajetória é marcada pela busca por uma Sinop mais humana, planejada e justa, baseada na justiça social e na valorização da mulher como agente de transformação.
POLÍTICA
‘‘Flávio é o virtual presidente da República’’, diz Bruno Soller
Cientista político da Realtime Big Data acha que Lula não tem como reverter o resultado do primeiro turno
O cientista político Bruno Soller, da Realtime Big Data, acredita que Flávio Bolsonaro já é o virtual presidente da República, após a análise dos resultados do primeiro turno, realizado em 4 de outubro.
“Eu acho que o Flávio Bolsonaro é o virtual presidente da República. Eu acho que é quase impossível (…) que o Lula consiga reverter essa vantagem do Flávio Bolsonaro”, afirmou Soller em entrevista ao Papo Antagonista.
“A gente fazia um cálculo, ainda no primeiro turno, de que, se o Flávio terminasse até cinco pontos atrás do Lula, o Flávio já seria favorito num segundo turno com uma grande possibilidade virada”, disse Soller.
O cientista político Bruno Soller, da Realtime Big Data, acredita que Flávio Bolsonaro já é o virtual presidente da República, após a análise dos resultados do primeiro turno, realizado em 4 de outubro.
“Eu acho que o Flávio Bolsonaro é o virtual presidente da República. Eu acho que é quase impossível (…) que o Lula consiga reverter essa vantagem do Flávio Bolsonaro”, afirmou Soller em entrevista ao Papo Antagonista.
“A gente fazia um cálculo, ainda no primeiro turno, de que, se o Flávio terminasse até cinco pontos atrás do Lula, o Flávio já seria favorito num segundo turno com uma grande possibilidade virada”, disse Soller.
“Terminando dois pontos na frente, me parece que boa parte desses votos que a gente imaginava que migrariam ainda no segundo turno já migraram para o Flávio no primeiro. E isso tem feito com que o Lula não tenha muito para onde correr. É uma dificuldade muito grande o presidente Lula conseguir reverter essa tendência, e o Flávio é extremamente favorito a ser presidente da República.”
Segundo Soller, para Lula conseguir reverter o resultado, ele precisaria atrair 65% dos votos de Augusto Cury, Renan Santos, Ronaldo Caiado e Romeu Zema.
“Tem um número matemático. Se a gente juntar todos os votos que tiveram da dita terceira via — que eu odeio esse nome — o Lula precisaria de 65% dos votos dessa turma para reverter o resultado. Isso me parece basicamente impossível. O voto do Caiado ele não vai conseguir reverter. O voto do Renan é muito difícil ele reverter. Do Augusto Cury, talvez. O eleitor do Cury é um pouco mais pobre, mais concentrado nas periferias das grandes cidades. Talvez o Lula consiga ter um diálogo com esse eleitor do escritor. E o eleitor do Zema não teve, né?”, afirmou Soller.
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