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Revoltado com suplente, Fávaro sai do MAPA, volta ao Senado e troca equipe

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POLÍTICA MT

Foto: Divulgação

Motivado por divergências e brigas com sua suplente no Senado, Margareth Buzetti, a quem acusa de traição política, Carlos Fávaro pediu exoneração do comando do Ministério da Agricultura e Pecuária e reassume hoje a cadeira de senador para atuação no Congresso por alguns dias.

Com isso, Fávaro não permite que Margareth seja dona da destinação de todas as emendas parlamentares para 2024, como ela assim desejava. Exonerou também todos assessores ligados à suplente-senadora.

De quebra, o senador-ministro, como aliado de primeira hora do Governo Lula, diferente de Margareth, ainda irá participar da votação da PEC que  limita decisões individuais e pedidos de vista no Supremo, e também de duas propostas do pacote de Fernando Haddad (Fazenda) para garantir a meta fiscal de 2024, a das apostas esportivas e a da tributação de offshores e fundos exclusivos.

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POLÍTICA MT

Prefeito corre risco de ser cassado por atacar vereadores e prejudicar servidores

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Por 7 votos a 1, a Câmara de Guarantã do Norte abriu comissão processante que pode levar à cassação do prefeito Márcio Gonçalves (Novo). A denúncia por supostas infrações político-administrativas foi apresentada por um munícipe. A votação ocorreu na noite de 22 de abril.

A denúncia aponta possíveis irregularidades, como a omissão em adotar medidas necessárias ao funcionamento da Câmara, o que teria prejudicado o pagamento de servidores. É apontado também o atraso ou a não publicação de leis aprovadas e a adoção de condutas incompatíveis com o decoro do cargo, incluindo o uso da estrutura pública para ataques aos parlamentares.

Foram favoráveis ao recebimento da denúncia os vereadores Alexandre Rodrigo Ribeiro Vieira (União), David Marques Silva (MDB), Demilson Camargo Martins (MDB), Letícia Camargo de Souza (Republicanos), Maria Socorro Leite Dantas (Republicanos), Silvio Dutra da Silva (Podemos) e Veroni Maria Pansera (PP).

O único voto contrário foi do vereador Zilmar Assis de Lima (União). O presidente da Câmara, Celso Henrique (Podemos), não votou por não ter havido empate, mas depois da votação ele determinou abertura do processo contra o prefeito para cumprimento do rito previsto em lei.

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Em seguida, foram sorteados os membros da comissão responsável pela investigação: Letícia Camargo como presidente; David Marques como relator; e Maria Socorro como membro.

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