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Max Russi fortalece o Podemos que já discute inclusive indicar uma mulher como candidata a vice-governadora

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POLÍTICA MT

Max Russi e Sheila Pedroso se unem no Podemos visando as eleições de 2026

Um dos partidos que caminha para ter sucesso nas eleições de 2026, pelo menos no campo das disputas proporcionais, ou seja, deputados federais e estaduais, diante do trabalho realizado por alguém que ainda nem está filiado, é o Podemos, considerado a nova casa partidária do presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi ainda no PSB, aguardando abrir a janela de troca de partido em março de 2026.

Max Russi é apontado como um dos favoritos para se tornar campeão de votos e ganhar musculatura política e partidária de olho nas eleições futuras de 2028 para os municípios e de 2030 para presidente e vice da República, para 27 Governo dos Estados, 27 Senadores da República, uma vaga por Estado, ou seja, 1/3 das 81 vagas de senador, 513 deputados federais e 1.059 deputados estaduais.

Como um bom semeador, Max Russi, aos poucos tem construído pontes e reforçado candidaturas proporcionais, já que sabe melhor que ninguém que a força dos partidos está nas eleições proporcionais, ou seja, deputados estaduais e principalmente federais, pois da composição na Câmara dos Deputados na eleição, portanto, não importando se após eleito o deputado migrar para outra sigla, o número de eleitos é que define a partilha dos Fundos, Eleitoral e Partidário.

A expectativa de Max Russi é eleger pelo menos quatro deputados estaduais ou até mesmo mais nomes, pois não depende apenas do seu futuro partido, mas de quanto votos os candidatos terão e o tanto de votos que os partidos concorrentes vão fazer, pois a eleição proporcional é justamente mensurada pela proporcionalidade de votos, ou seja, o grupo de candidatos que tiver mais votos conquista mais vagas, só que a Justiça Eleitoral contabiliza os votos de todos os candidatos, “então quando uma sigla atinge o quociente partidário ela elege um deputado, se outros grupo ou partido também atingir o quociente, obrigatoriamente ele também conquista uma vaga. Se não atingir e ainda sim o primeiro grupo tiver mais votos ele elege um novo representante até que se conclua a escolha dos 24 deputados estaduais e 08 deputados federais.

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Max Russi assinala ser difícil de fazer previsões por causa dos outros partidos ou coligações, mas espera eleger entre quatro e seis deputados estaduais e até dois deputados federais.

Ele também se vangloria em estar trabalhando pela representatividade dos grupos diferenciados, respeitando a cota de gênero com uma maior equidade entre candidaturas masculinas e femininas como determina a legislação eleitoral que nos últimos anos tem cassado chapas inteiras quando na respeitada a cota de gênero ou quando lançados nomes de mulheres apenas para cumprir a legislação, tanto que elas chegam a não ter sequer um voto, nem o da própria candidata.

A participação de negros, pardos e índios que diferente da anterior não tem quota de gênero, também é respeitada e o Podemos que trabalha para ter nomes que assegurem a participação de toda a população indistintamente, lembrando que a população do Brasil é maciçamente mestiça.

O atual presidente da Assembleia Legislativa que tem a esposa como prefeita de Jaciara, Andréia Wagner (PSB) e que tem Zilá Bruschetta (PL) como aliada e vice, não apenas reforça as candidaturas do Podemos como também se preocupa em cumprir com as as exigências eleitorais no tocante ao número de candidatas mulheres, tanto que o Podemos tem chances de avançar além dos 30% exigidos em lei para as candidatas mulheres.

Entre os principais quadros do Podemos para as disputas de 2026, aparecerem a ex-prefeita de São Félix do Araguaia, Janailza Taveira Leite; a secretária de Planejamento Urbano e Habitação e ex-primeira-dama de Sinop, Sheila Pedroso; a advogada que disputou as eleições para prefeita em Tangará da Serra, Karen Rocha; a suplente de deputada estadual, Priscila Dourado, secretária de Assistência e Desenvolvimento Social de Alto Araguaia que também já assumiu o mandato de deputada estadual por quatro meses em 2024, a vereadora Valdeníria Dutra de Cáceres que como suplente também já assumiu por duas vezes o mandato de deputada estadual, a também vereador Joíze Marques de Colíder, entre outros nomes que o partidos ainda arregimenta para inserí-las como candidatas em 2026.

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Agora, existe a possibilidade de o Podemos passar a compor uma das possíveis chapas majoritárias, já que a candidatura a governador do atual vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) que hoje envolve o União Brasil, o Partido Progressista e constrói outros apoios partidários, carece de um nome de uma mulher para reforçar a presença feminina e a importância da mulher em um eventual novo governo, que mesmo sendo continuidade da atual gestão, será uma nova administração.

O nome de Sheila Pedroso chegou a ser discutido entre os principais lideres políticos que hoje orbitam em torno do Governo Mauro Mendes, por causa de sua importância em Sinop e toda a região Norte, em que pese, o partido trabalhar para que ela reforce os votos para deputada estadual visando conquistar várias vagas no Parlamento Estadual.

Mesmo ainda não estando dentro do Podemos, a militância de Max Russi e os principais nomes que o partido coloca como pré-candidatos ou pré-candidatas pode ser visualizado nas inserções da sigla no horário eleitoral gratuito que está sendo veiculado nas redes de televisão.

 

 

 

 

 

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POLÍTICA MT

Prefeito corre risco de ser cassado por atacar vereadores e prejudicar servidores

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Por 7 votos a 1, a Câmara de Guarantã do Norte abriu comissão processante que pode levar à cassação do prefeito Márcio Gonçalves (Novo). A denúncia por supostas infrações político-administrativas foi apresentada por um munícipe. A votação ocorreu na noite de 22 de abril.

A denúncia aponta possíveis irregularidades, como a omissão em adotar medidas necessárias ao funcionamento da Câmara, o que teria prejudicado o pagamento de servidores. É apontado também o atraso ou a não publicação de leis aprovadas e a adoção de condutas incompatíveis com o decoro do cargo, incluindo o uso da estrutura pública para ataques aos parlamentares.

Foram favoráveis ao recebimento da denúncia os vereadores Alexandre Rodrigo Ribeiro Vieira (União), David Marques Silva (MDB), Demilson Camargo Martins (MDB), Letícia Camargo de Souza (Republicanos), Maria Socorro Leite Dantas (Republicanos), Silvio Dutra da Silva (Podemos) e Veroni Maria Pansera (PP).

O único voto contrário foi do vereador Zilmar Assis de Lima (União). O presidente da Câmara, Celso Henrique (Podemos), não votou por não ter havido empate, mas depois da votação ele determinou abertura do processo contra o prefeito para cumprimento do rito previsto em lei.

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Em seguida, foram sorteados os membros da comissão responsável pela investigação: Letícia Camargo como presidente; David Marques como relator; e Maria Socorro como membro.

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