Pente fino
CGE investiga gestão de Luluca Ribeiro sobre recursos de emendas parlamentares na Seaf
POLÍTICA MT
A Controladoria-Geral do Estado abriu processo de investigação sobre possíveis irregularidades e problemas na Secretaria de Agricultura Familiar (Seaf) sob a gestão do agora ex-secretário Luluca Ribeiro. As suspeitas, de acordo com informações apuradas até o momento, recaem sobre a utilização de emendas parlamentares.
Luluca foi exonerado assim como toda a sua equipe de gestão da pasta nesta terça-feira (23). O desligamento foi oficializado pelo governo por meio de nota oficial que explicitava que a decisão foi tomada para fazer uma “correção na gestão”.
A reportagem do Olhar Direto contatou a CGE que confirmou abertura de investigação interna sobre a gestão Luluca. Como os trabalhos estão em andamento, a estrutura interna do governo não passa detalhes da situação.
“A CGE não se manifesta sobre processos em andamento”, limitou-se a dizer, por meio de nota a controladoria. A reportagem entrou em contato com Luluca Ribeiro horas após a confirmação da exoneração e o ex-secretário afirmou que não tem conhecimento do procedimento interno. “Não estou sabendo de nada”, limitou-se a dizer.
A reportagem apurou que as suspeitas – preliminares – que estão ainda em fase de investigação são de supostas irregularidades no uso de recursos advindos de emendas parlamentares que foram destinadas à Seaf.
Além de Luluca, também foram exonerados o secretário adjunto de Agricultura Familiar e Desenvolvimento Rural, Clóvis Figueiredo Cardoso, o secretário adjunto de Administração Sistêmica, Talvany Neiverth, a chefe de gabinete Aline Emanuelle Rosendo e o assessor jurídico Ricardo Antônio de Lamonica Israfel Pereira.
A exoneração foi publicada em edição extra do Diário Oficial desta terça-feira.
A exoneração do agora ex-secretário e de toda a equipe, com a informação expressa por parte do governo de que a alteração se deu para corrigir a gestão, pegou aliados de Luluca de surpresa. O MDB, que havia o indicado, decidiu não procurar o governador Mauro Mendes (União) para apresentar outro nome.
Luluca assumiu o comando da Seaf em fevereiro desse ano. Antes dele, a pasta era comandada por Teté Bezerra, esposa do líder emedebista Carlos Bezerra, autor da indicação.
POLÍTICA MT
Prefeito corre risco de ser cassado por atacar vereadores e prejudicar servidores
Por 7 votos a 1, a Câmara de Guarantã do Norte abriu comissão processante que pode levar à cassação do prefeito Márcio Gonçalves (Novo). A denúncia por supostas infrações político-administrativas foi apresentada por um munícipe. A votação ocorreu na noite de 22 de abril.
A denúncia aponta possíveis irregularidades, como a omissão em adotar medidas necessárias ao funcionamento da Câmara, o que teria prejudicado o pagamento de servidores. É apontado também o atraso ou a não publicação de leis aprovadas e a adoção de condutas incompatíveis com o decoro do cargo, incluindo o uso da estrutura pública para ataques aos parlamentares.
Foram favoráveis ao recebimento da denúncia os vereadores Alexandre Rodrigo Ribeiro Vieira (União), David Marques Silva (MDB), Demilson Camargo Martins (MDB), Letícia Camargo de Souza (Republicanos), Maria Socorro Leite Dantas (Republicanos), Silvio Dutra da Silva (Podemos) e Veroni Maria Pansera (PP).
O único voto contrário foi do vereador Zilmar Assis de Lima (União). O presidente da Câmara, Celso Henrique (Podemos), não votou por não ter havido empate, mas depois da votação ele determinou abertura do processo contra o prefeito para cumprimento do rito previsto em lei.
Em seguida, foram sorteados os membros da comissão responsável pela investigação: Letícia Camargo como presidente; David Marques como relator; e Maria Socorro como membro.
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