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PODE SALVAR QUATRO VIDAS

Mato Grosso registra quarta captação de múltiplos órgãos em 2026

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GERAL

Foto: Divulgação

A Central Estadual de Transplantes de Mato Grosso, unidade administrada pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), realizou a quarta captação de múltiplos órgãos de 2026 no Hospital Jardim Cuiabá, em Cuiabá.

A captação teve início às 23h42 do último sábado (25.4) e foi concluída às 2h55 da madrugada de domingo (26.4), com a retirada de dois rins e duas córneas. Por meio da ação, será possível salvar a vida de até quatro pacientes.

“Reconhecemos o empenho das equipes envolvidas, que conduzem cada etapa da captação com responsabilidade e excelência. Esse trabalho só se concretiza graças à generosidade da família doadora, que, mesmo em um momento difícil, opta por salvar outras vidas”, destacou o secretário de Estado de Saúde, Juliano Melo.

As equipes captadoras envolvidas nesta ação foram integralmente de Mato Grosso, com profissionais do Hospital São Mateus e do Banco de Olhos de Cuiabá. Após a captação, os órgãos foram encaminhados aos locais onde se encontram os receptores compatíveis.

A operação contou com o apoio logístico do Sistema Nacional de Transplantes (SNT), da Força Aérea Brasileira (FAB), do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e da Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (Ciopaer).

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“A integração entre as instituições é determinante para o êxito de operações como essa. Nosso agradecimento a todos os profissionais e parceiros que atuaram de forma coordenada e, de maneira especial, à família doadora, por esse gesto de extrema solidariedade”, ressaltou a secretária adjunta do Complexo Regulador da SES, Fabiana Bardi.

Segundo a coordenadora da Central Estadual de Transplantes, Anita Ricarda da Silva, o resultado reforça o comprometimento dos profissionais com a vida.

“Cada captação representa um esforço conjunto em prol da vida e reforça a importância da doação de órgãos. Seguimos trabalhando para ampliar esse acesso e sensibilizar a população sobre o impacto transformador desse ato”, concluiu.

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STF autoriza domiciliar a professora de MT com uso de tornozeleira

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O Supremo Tribunal Federal (STF) concedeu prisão domiciliar à professora Maria do Carmo da Silva, de Tangará da Serra, condenada a 14 anos de prisão por participação nos atos de 8 de janeiro de 2023, em Brasília.

A decisão é assinada pelo ministro Alexandre de Moraes e foi publicada na última sexta-feira (24).

Maria do Carmo foi internada no Hospital Psiquiátrico Adauto Botelho, em Cuiabá, onde faz tratamento para depressão, em fevereiro de 2025.

O ministro considerou a situação de saúde da professora e entendeu que ela justifica, de forma excepcional, o cumprimento da pena em casa, mesmo após o início da execução.

Ele citou decisões do próprio STF que permitem flexibilizar as regras da Lei de Execução Penal em casos de doença grave.

Ao conceder o benefício, o magistrado impôs medidas restritivas, como o uso de tornozeleira eletrônica; proibição de visitas, com exceção de familiares e advogados; proibição de uso de redes sociai; contato com outros investigados; saída do país e a suspensão do passaporte.

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“O descumprimento da prisão domiciliar ou de qualquer uma das medidas alternativas implicará na reconversão da domiciliar em prisão dentro de estabelecimento prisional”, escreveu.

A condenação

Consta na sentença que a participação da professora nas depredações ficou comprovada no seu próprio depoimento na Polícia e em juízo.

Nos interrogatórios, Maria do Carmo confirmou que ficou quase dois meses acampada no QG do Exército, em Brasília, por não aceitar ideologia de gênero nas escolas, liberação das drogas, do aborto, que segundo ela, é defendido pelo atual governo.

Ela negou participação no quebra-quebra dizendo que entrou no Palácio do Planalto com uma Bíblia nas mãos para orar, o que para Moraes não merece “credibilidade”.

“A ré, portanto, reconheceu que veio do Mato Grosso diretamente para a manifestação golpista que se instalou em frente o QGEx., tendo invadido a Praça dos Três Poderes e ingressado ilicitamente no Palácio do Planalto”, escreveu Moraes no voto.

“O conjunto probatório acostado aos autos corrobora que, na linha da fala da própria ré por ocasião de sua prisão em flagrante, estava na Capital Federal no dia 08/01/2022 para participar de manifestação de apoio a uma intervenção militar. Para tanto, esteve no QGEx. de Brasília por quase dois meses, aderindo ao grupo que se dirigiu à Praça dos Três Poderes, chegando a  invadir, em contexto de violência, o Palácio do Planalto”, acrescentou.

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