PREVISÃO DO TEMPO
Frente fria provoca queda de temperatura em MT ao longo da semana
GERAL
A chegada de uma massa de ar polar combinada com grande cobertura de nuvens provoca queda nas temperaturas em Mato Grosso nesta semana, especialmente entre segunda-feira (18.05) e quarta-feira (20.05). O fenômeno atinge principalmente as regiões oeste e sul do estado e reduz as máximas, além de manter as tardes mais frias que o habitual para maio.
Em Cuiabá, a semana começa com mínima de 18°C e máxima de 25°C nesta segunda, sob muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada ao longo do dia. Na terça-feira (19.05), os termômetros caem ainda mais, com mínima de 17°C e máxima de 24°C, céu encoberto pela manhã e abertura gradual à noite. A quarta-feira (20.05) registra mínima de 16°C e máxima de 28°C, ainda com bastante nebulosidade.
O padrão se repete em outras regiões. Em Tangará da Serra, no médio-norte do estado, as temperaturas são ainda mais baixas, com mínima de 14°C na segunda e 13°C na terça. Na sexta-feira (22.05), os termômetros podem marcar até 12°C nas primeiras horas do dia, uma das menores temperaturas da semana no estado.
Em Rondonópolis, a influência do ar frio também reduz as máximas, que ficam entre 27°C e 30°C até quarta-feira, com predomínio de céu nublado e alta umidade. Já em Chapada dos Guimarães, apesar das manhãs mais amenas, as máximas ainda se elevam ao longo da semana, podendo ultrapassar os 30°C a partir de terça-feira.
De acordo com a previsão, os ventos sopram predominantemente do quadrante sul, com intensidade fraca, o que ajuda a entrada de ar frio. A elevada umidade, que chega a 100% em alguns períodos, contribui para a formação de nuvens e reduz a incidência de radiação solar, fator que limita a elevação das temperaturas durante o dia.
A tendência é de que o frio perca força gradualmente a partir de quinta-feira (21.05), quando o sol volta a aparecer com mais frequência em parte do estado, embora ainda haja variação de nebulosidade e temperaturas amenas nas primeiras horas do dia.
GERAL
PGE alega ‘tudo esclarecido’ e nega ida de procuradores à AL
A Procuradoria-Geral do Estado (PGE) de Mato Grosso decidiu confrontar a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) e não autorizou que os procuradores Raquel Casonatto, Hugo Fellipe Martins de Lima e Luiz Alexandre Combat de Faria Tavares prestassem esclarecimentos sobre suas manifestações, decisões e apontamentos no âmbito de acordos firmados ou negados envolvendo a devolução de valores de ICMS à empresa Oi S.A. no valor de R$ 308 milhões. A oitiva dos servidores ocorreria na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da OI.
A decisão foi comunicada por meio de ofício assinado pelo Procurador-Geral do Estado, Francisco de Assis da Silva Lopes, em resposta a um convite da ALMT. A PGE justificou sua recusa, alegando que os esclarecimentos técnicos e jurídicos sobre o acordo já foram amplamente prestados à Assembleia Legislativa em diversas ocasiões anteriores. Segundo o documento, o próprio procurador-geral e outros três procuradores já prestaram esclarecimentos do caso ao parlamento estadual, assim como o ex-secretário de Estado de Fazenda (Sefaz), Rogério Gallo, e membros da Seplag.
“Nessas oportunidades, foram fornecidas informações detalhadas sobre a formalização, fundamentos jurídicos, riscos processuais e aspectos financeiros do Termo de Autocomposição nº 026/CONSENSO-MT/2023”, diz o ofício encaminhado.
Além dos comparecimentos, a PGE informou que já encaminhou diversos documentos e informações técnicas, por meio de manifestações formais, em resposta a solicitações de membros da Casa Legislativa. Em relação aos procuradores especificamente convidados, a PGE apresentou justificativas individuais para a não participação ou para a desnecessidade de novo comparecimento.
Caso OI
A denúncia de fraude do acordo de R$ 308 milhões entre o governo e a Oi S.A foi apresentada no ano passado pela deputada estadual Janaina Riva (MDB), que a encaminhou aos Ministérios Públicos Estadual (MPMT) e Federal (MPF), e ao Tribunal de Contas do Estado (TCE).
Já o ex-governador Pedro Taques (PSB) denunciou o caso à Procuradoria-Geral da República (PGR) e ingressou com uma ação popular solicitando a anulação do acordo e a devolução de R$ 340 milhões aos cofres públicos. O Ministério Público decidiu arquivar a denúncia e a Justiça rejeitou a ação popular.
O ex-governador Mauro Mendes afirmou que as acusações são baseadas em mentiras, má-fé processual e motivação eleitoral.
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