Pesquisar
Close this search box.
CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

Investigação continua

Empresário diz ser alvo de ‘armação’ e polícia identifica 33 vítimas de abuso

Publicado em

GERAL

Preso na quarta-feira (15), acusado de estupro de menores e gravação dos crimes, o empresário do ramo de combustíveis Fábio Serafim de Oliveira, 42, negou as acusações e disse que é “vítima de armação”. Com ele, a polícia apreendeu arquivos de abuso sexual infanto-juvenil, armas e munições. Até o momento, 33 menores foram identificados como alvos do esquema liderado pelo empresário, a esposa e uma aliciadora.

Conforme a Polícia Civil, a investigação começou após a mãe de uma das crianças desconfiar de uma amiga que frequentava sua casa. Ela disse aos investigadores que suspeitava da participação de uma segunda mulher e um homem, mas não sabia quem eram.

Com as informações repassadas, a Delegacia de Sorriso conseguiu chegar até a aliciadora. Ela convencia as vítimas a gravarem os abusos e depois encaminhava os arquivos ao empresário. Como se dava este aliciamento não foi detalhado pela polícia.

Após a prisão da mulher, os policiais conseguiram chegar ao casal de empresários na quarta-feira (15). A esposa foi alvo de busca e o marido preso. Ele aparece em vídeos com ao menos três vítimas.

Leia Também:  AMAM alerta para golpe que usa nome de juízes no WhatsApp para aplicar fraudes

“Geralmente, essas pessoas que têm este desvio começam desde novo. Mas nós encontramos. Mas, deste caso específico, a gente identificou três, diretamente ligadas a ele. Tem vídeos com outras crianças, mas diretamente com ele ou com vídeo direcionado a ele são três”, declarou o delegado Thiago Meire em entrevista ao Cadeia Neles.

Em um dos vídeos, uma criança de quatro anos aparece praticando sexo oral no suspeito.

Como a apuração envolve menores, ela tramita sob sigilo.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

GERAL

MPF em MT investiga venda de exploração de níquel no Brasil à gigante chinesa

Publicados

em

A Procuradoria da República em Mato Grosso está investigando uma transação de quase US$ 500 milhões feita entre a Anglo American e a MMG Singapore, empresa australiana com acionistas majoritariamente chineses, que negociou a exploração de níquel no Brasil.

transação realizada em 2025, segundo reportagem do Estadão, girou em torno de US$ 500 milhões, o que representa mais de R$ 2,5 bilhões na cotação de hoje.

O inquérito foi instaurado, nesta semana, pelo procurador da República, Erich Raphael Masson.

Um dos empreendimentos negociados fica no “Morro do Boné”, na cidade mato-grossense de Comodoro, com potencial para extração de 65 milhões de toneladas do minério.

Outros empreendimentos em Goiás e no Pará também fizeram parte do negócio.

Segundo a Portaria Nº 8 de 14 de julho, a investigação do Ministério Público Federal tem como objeto “apurar supostas irregularidades na venda de controle societário ao grupo estrangeiro à MMG Singapore Resources Pte. Ltd. (“MMG Singapore”), a qual estaria obtendo direitos e projetos totais das operações da Anglo American, relativamente à exploração de níquel no Brasil.”

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  ‘‘Achávamos que iam nos matar’’: depoimento da filha expõe terror após execução de Renato Nery
Continue lendo

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA