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COMUNICAÇÃO

BR-163 entre Cuiabá e Rondonópolis passa a contar com conectividade 4G

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GERAL

Quem trafega pela BR-163/364 entre Cuiabá e Rondonópolis já pode contar com a conectividade 4G em todo o trecho. A ampliação do sinal de telefonia móvel faz parte do projeto da Nova Rota do Oeste, que prevê levar cobertura a 100% do trecho sob concessão, de Itiquira a Sinop, até o fim de 2026. Atualmente, a cobertura já alcança cerca de 74% da rodovia, com novas estruturas entrando em operação de forma gradativa.

O trecho entre a divisa com Mato Grosso do Sul e Cuiabá, passou a contar com 16 novas torres de telefonia, ampliando a cobertura para todas as áreas que não eram atendidas pelas estruturas instaladas nos perímetros urbanos dos municípios. O serviço já está disponível para clientes da Vivo. As demais operadoras poderão utilizar a infraestrutura por meio de roaming, com ativação nos próximos meses.

Para quem está percorrendo a rodovia, o sinal de telefonia móvel auxilia em situações de emergência, como uma pane veicular ou um sinistro viário, e permite que o motorista entre em contato imediatamente com o Centro de Controle Operacional (CCO) da Nova Rota do Oeste pelo 0800 065 0163, por ligação ou WhatsApp, e solicite ajuda. Pelo aplicativo de mensagens, o usuário também pode compartilhar a localização, agilizando a identificação do local da ocorrência e o direcionamento do atendimento. A Concessionária também conta com mais de 500 câmeras de monitoramento e veículos de inspeção que monitoram a rodovia para identificar motoristas que precisem de auxílio.

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Com o avanço da implantação da conectividade, os usuários da BR-163 também podem acessar, pelo celular, serviços e informações úteis ao longo da viagem, como aplicativos de navegação para planejar o trajeto, consulta às condições do trânsito no site e nas redes sociais da Nova Rota e localização de serviços, como postos de combustível e restaurantes. A sinal de 4G facilita o acesso a essas informações e permite que motoristas e passageiros acompanhem as condições da viagem com mais praticidade.

Mas o diretor de Operações e Tecnologia da Nova Rota, Wilson Ferreira, alerta que o uso do celular ao volante continua expressamente proibido. “Mesmo uma consulta rápida pode tirar o foco da rodovia e reduzir o tempo de reação diante de uma situação inesperada. Por isso, o motorista deve evitar qualquer tipo de interação com o aparelho enquanto estiver dirigindo. Para utilizar o celular, a orientação é parar em um local seguro, fora da pista e, sempre que possível, em um ponto destinado à parada de veículos. A tecnologia deve ser uma aliada da viagem, mas nunca uma distração ao volante”.

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A implantação da conectividade em todo o trecho administrado pela Nova Rota segue em andamento, com novas torres sendo instaladas para ampliar a cobertura de telefonia móvel ao longo da rodovia. Ao todo, 25 das 47 torres previstas já foram implantadas.

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Mato Grosso exporta US$ 2,1 bilhões em setembro para 115 países

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Mato Grosso exportou US$ 2,1 bilhões em setembro e encerrou o mês como o 6º maior exportador do Brasil, responsável por 6% das vendas brasileiras ao exterior. Os produtos mato-grossenses chegaram a 115 países, com o milho liderando os embarques. Como as importações somaram US$ 233 milhões, o Estado registrou um saldo positivo de aproximadamente US$ 1,9 bilhão na balança comercial.

Os números integram o boletim de comércio exterior elaborado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT), por meio do DataHub MT, com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

O desempenho acumulado está acima do registrado no ano passado. Entre janeiro e setembro, Mato Grosso vendeu US$ 26,5 bilhões ao mercado internacional, crescimento de 16,9% em relação ao mesmo período de 2025. O resultado representa US$ 3,8 bilhões a mais em exportações.

Para a secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mayran Beckman, a força exportadora de Mato Grosso deve ser acompanhada pela ampliação do processamento da produção dentro do Estado.

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“Mato Grosso é um grande exportador e tem um papel importante no abastecimento de mercados internacionais. O Governo tem atuado fortemente para que essa capacidade também se traduza em mais agroindustrialização. Queremos ampliar a transformação da nossa produção aqui, agregar valor ao que vendemos e gerar mais empregos e renda para os mato-grossenses. Além de produzir e exportar commodities, precisamos aproveitar cada vez mais as oportunidades que a indústria oferece”, afirma.

Em setembro, o milho respondeu por US$ 641,1 milhões, equivalentes a 30,3% das exportações estaduais. Na sequência aparecem a soja, com US$ 354 milhões, e a carne bovina congelada, com US$ 257,5 milhões. Farelo e resíduos da extração do óleo de soja somaram US$ 249,3 milhões, enquanto o algodão alcançou US$ 163,3 milhões.

A China foi o principal destino dos produtos mato-grossenses, com compras de US$ 342,3 milhões, ou 16,2% do total. Países Baixos, Egito, Irã e Espanha completaram a lista dos cinco maiores compradores no mês.

Na comparação com agosto, o valor exportado caiu 12,6%. Frente a setembro de 2025, a redução foi de 6,2%. O volume embarcado totalizou 4,75 milhões de toneladas, queda de 23,7% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

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Do lado das importações, os fertilizantes nitrogenados, potássicos e fosfatados concentraram 54,5% dos US$ 233 milhões gastos pelo Estado em setembro. Defensivos e reguladores para plantas representaram outros 22,7%, mostrando o peso dos insumos agrícolas nas compras internacionais.

No acumulado dos nove primeiros meses de 2026, as importações chegaram a US$ 2 bilhões. Com isso, a diferença entre as vendas e as compras externas de Mato Grosso ficou positiva em US$ 24,5 bilhões, avanço de 17,9% sobre o mesmo período de 2025.

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