Proposta
Anvisa discute norma para manipulação de canetas emagrecedoras
Diretoria debaterá proposta de novas normas no dia 29 de abril
GERAL
A diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) discute, no próximo dia 29, uma proposta de instrução normativa sobre procedimentos e requisitos técnicos que tratarão da manipulação de medicamentos da classe dos agonistas do receptor GLP 1, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras.
A nova norma fará parte de um conjunto de estratégias que integram o plano de ação anunciado no último dia 6, composto por medidas regulatórias e de fiscalização relacionadas a esse tipo de medicamento.
Segundo a agência, a instrução normativa deve definir procedimentos e requisitos técnicos específicos relativos à importação, qualificação de fornecedores, realização de ensaios de controle de qualidade, estabilidade, armazenamento e transporte aplicáveis aos Insumos Farmacêuticos Ativos (IFAs).
A popularização das chamadas canetas emagrecedoras, que podem ter diferentes princípios ativos como semaglutida, tirzepatida e liraglutida, ampliou o mercado ilegal desses medicamentos, que atualmente só podem ser adquiridos com receita médica retida. Em razão dos riscos à saúde da população, a Anvisa têm tomado uma série de medidas para coibir o comércio ilegal, que inclui versões manipuladas sem autorização.
A minuta que será discutida pela diretoria colegiada pode ser acessada pelo site da Anvisa.
Grupos de trabalho
Esta semana, a Anvisa publicou portarias que criam dois grupos de trabalho (GTs) para dar suporte à atuação da autarquia no controle sanitário e garantir a segurança de pacientes que utilizam canetas emagrecedoras.
O primeiro grupo, formalizado pela Portaria 488/2026, será formado por representantes do Conselho Federal de Farmácia (CFF), do Conselho Federal de Medicina (CFM) e do Conselho Federal de Odontologia (CFO).
Já a Portaria 489/2026 institui o segundo grupo, que vai acompanhar e avaliar a implementação de um plano de ação proposto pela Anvisa e subsidiar a tomada de decisão da diretoria colegiada a partir da proposição de medidas de aprimoramento.
Parceria com conselhos
Também esta semana, a Anvisa, o Conselho Federal de Medicina (CFM), o Conselho Federal de Odontologia (CFO) e o Conselho Federal de Farmácia (CFF) assinaram uma carta de intenção com o objetivo de promover o uso racional e seguro de canetas emagrecedoras.
A proposta, segundo a agência, é prevenir riscos sanitários associados a produtos e práticas irregulares, além de zelar pela saúde da população brasileira.
“A Anvisa e os conselhos propõem uma atuação conjunta baseada em troca de informações, no alinhamento técnico e em ações educativas”, informou a agência no comunicado.
Proibição
Na última quarta-feira (15), a Anvisa determinou a apreensão dos medicamentos Gluconex e Tirzedral, produzidos por empresa não identificada. A medida também proíbe a comercialização, a distribuição, a importação e o uso dos produtos.
“Amplamente divulgados na internet e vendidos como medicamentos injetáveis de GLP-1, os produtos são conhecidos popularmente como canetas emagrecedoras, mas não têm registro, notificação ou cadastro na Anvisa”, informou a agência.
Em nota, o órgão destacou que, por se tratarem de produtos irregulares e de origem desconhecida, “não há qualquer garantia quanto ao seu conteúdo ou à sua qualidade”. Por isso, não devem ser utilizados em nenhuma hipótese.
Paraguai
Na última segunda-feira (13), a Polícia Civil do Rio de Janeiro interceptou um ônibus que vinha do Paraguai com contrabando de canetas emagrecedoras e anabolizantes, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.
O veículo vinha sendo monitorado por suspeita de transportar material ilegal. No momento da abordagem, havia 42 passageiros no ônibus, que foram conduzidos à Cidade da Polícia.
Um casal que embarcou em Foz do Iguaçu (PR) foi preso em flagrante, com grande quantidade de produtos de origem paraguaia colocados à venda irregularmente no território nacional, como anabolizantes e mil frascos de canetas emagrecedoras, contendo a substância tirzepatida.
GERAL
Rejuvenescimento facial com gordura da papada se destaca como tratamento regenerativo avançado
A busca por resultados naturais e duradouros tem impulsionado a evolução dos tratamentos estéticos faciais. Entre as abordagens mais modernas, a lipoenxertia facial com utilização da gordura da papada vem ganhando destaque por seu potente efeito regenerativo.
O procedimento consiste na retirada de uma pequena quantidade de gordura da região submentoniana, conhecida como papada. Após a coleta, o material passa por um processo específico de preparo e, em seguida, é reaplicado em pontos estratégicos da face.
O grande diferencial da técnica está na sua capacidade de regenerar a pele. A gordura é rica em células com alto potencial biológico, incluindo células-tronco derivadas do tecido adiposo, que estimulam a produção de colágeno, melhoram a textura da pele, suavizam linhas finas e devolvem o viço natural.
Diferente dos preenchedores tradicionais, que atuam principalmente na reposição de volume, o procedimento promove uma melhora global da qualidade da pele, atuando de dentro para fora.
Outro ponto importante é a naturalidade dos resultados. Por se tratar de um material do próprio paciente, há maior biocompatibilidade, menor risco de rejeição e um resultado mais harmônico e progressivo.
De acordo com a Dra. Fátima Munhoz, o procedimento é realizado respeitando os limites da atuação na face. “A técnica utiliza exclusivamente a gordura da papada, com foco no rejuvenescimento facial, promovendo melhora da pele com segurança e naturalidade”, explica.
Além do efeito regenerativo, o procedimento também contribui para a melhora do contorno facial, já que há redução da gordura submentoniana.
Com recuperação relativamente rápida e resultados progressivos, a técnica se consolida como uma alternativa eficaz para quem busca rejuvenescimento sem exageros, valorizando a beleza natural.
Instagram: @drafatimamunhoz
Telefone: (65) 99201-0169
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