Pesquisar
Close this search box.
CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

Contratação temporária

Sem taxa e sem prova: Politec abre seletivo para 18 cidades de MT com salários de até R$ 8,2 mil

Publicado em

GERAL

A Perícia Oficial e Identificação Técnica de Mato Grosso (Politec) abrirá, a partir desta quinta-feira (17), um processo seletivo simplificado para contratação temporária de profissionais com nível e superior, para atuação em unidades de Cuiabá e outras 17 cidades de Mato Grosso.

Conforme o edital, são mais de 30 vagas imediatas, além de cadastro de reserva, para as funções Técnico e Analista de Desenvolvimento Econômico e Social, com salários de até R$ 8,2 mil.

Ainda de acordo com o documento, a jornada poderá ser de 8 horas por dia e 40 horas semanais ou em regime de plantão de até 200 horas mensais, conforme a necessidade da administração.

Vagas, salários e inscrições

Só para Cuiabá são 13 vagas disponíveis. O edital também prevê uma vaga para cada um dos outros 17 municípios mato-grossenses como Água Boa, Alto Araguaia, Barra do Garças, Cáceres, Diamantino, Rondonópolis, Primavera do Leste e Tangará da Serra.

O edital estabelece que a etapa inicial será classificatória, por análise de títulos e experiência profissional, sem prova objetiva. Depois, os candidatos convocados passam pela apresentação de documentos e investigação social, que têm caráter eliminatório.

Leia Também:  Filha de pastores e mais 5 são denunciados pelo MP por lavagem de dinheiro ligado à facção em Cuiabá

O documento ainda reserva 10% das oportunidades às Pessoas com Deficiência (PCDs).

As inscrições poderão ser feitas entre os dias 17 e 23 de setembro deste ano, de forma gratuita e exclusivamente online, pelo sistema SiesMT. O candidato precisa ter cadastro prévio no MTLogin.

Resumo do edital

Assistente Administrativo Assistente Social
Salário R$ 4.357,82 R$ 8.269,16
Vagas imediatas 30 + cadastro de reserva 6 + cadastro de reserva
Local Cuiabá e municípios do interior Cuiabá
Jornada 8h/dia, 40h semanais, ou até 200h mensais em regime de plantão, conforme necessidade 8h/dia, 40h semanais, ou até 200h mensais em regime de plantão, conforme necessidade

Onde estão as vagas

  • Assistente Administrativo: Cuiabá, Tangará da Serra, Juína, Rondonópolis, Primavera do Leste, Alto Araguaia, Cáceres, Pontes e Lacerda, Barra do Garças, Água Boa, Confresa, Sinop, Alta Floresta, Guarantã do Norte, Sorriso, Nova Mutum, Diamantino e Lucas do Rio Verde
  • Assistente Social: Cuiabá

Cronograma

Data Etapa
14/09 Prazo para impugnação do edital
16/09 Resultado da análise das impugnações
17 a 23/09 Período de inscrições
09/10 Publicação do deferimento das inscrições e prazo para recursos
06/11 Resultado da análise de títulos e experiência, além da homologação
24/11 Resultado dos recursos sobre títulos e experiência
27/11 Resultado final e homologação do processo seletivo
Leia Também:  Mato-grossenses movimentam R$ 36,5 bilhões via Pix em agosto, diz levantamento
Propaganda

GERAL

Filha de pastores e mais 5 são denunciados pelo MP por lavagem de dinheiro ligado à facção em Cuiabá

Publicados

em

Rhavenna Barcelos Cabeça de Almeida e outras cinco pessoas foram denunciadas pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) por suposto envolvimento em um esquema ligado a uma facção e de lavagem de dinheiro em Cuiabá. Segundo o Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), Rhavenna e familiares recebiam, guardavam e movimentavam valores atribuídos a integrantes da organização, inclusive presos.

Durante as buscas, foram apreendidos R$ 10,9 mil em espécie com Orminda Carlos de Barcelos Almeida e R$ 1.534 com Rhavenna. A denúncia foi apresentada à 7ª Vara Criminal de Cuiabá.

Além de Rhavenna, foram denunciados Renildo Silva Rios, Orminda Carlos de Barcelos Almeida, Rhuan Barcelos da Conceição, Anatany Nina de Barcelos Souza Alves e Lo Rhuama Barcelos de Almeida Gobbi. Rhavenna, Renildo e Orminda são acusados de integrar organização criminosa e de lavagem de dinheiro. Rhuan, Anatany e Lo Rhuama respondem, na denúncia, apenas por lavagem de dinheiro. O Ministério Público pediu que os seis sejam processados e, ao final da ação, condenados.

De acordo com a denúncia, a investigação começou após uma informação anônima apontar que integrantes da família utilizariam atividades religiosas para ter acesso a presos da Penitenciária Central do Estado (PCE).

Leia Também:  Mato-grossenses movimentam R$ 36,5 bilhões via Pix em agosto, diz levantamento

O Gaeco afirma que Rhavenna e Orminda participavam da equipe de evangelização “Resgatando Vidas” e que as visitas facilitavam o contato entre integrantes da facção que estavam presos, soltos e foragidos. A acusação sustenta que as duas levavam e traziam informações, além de atenderem a pedidos feitos por detentos.

O Gaeco aponta Rhavenna como responsável por fazer a comunicação entre integrantes da facção, prestar auxílio a presos e participar da movimentação de dinheiro. A denúncia cita dados extraídos da conta dela no iCloud, além de mensagens, fotografias e registros de viagens ao Rio de Janeiro, como elementos da investigação.

Segundo o documento, Rhavenna mantinha proximidade com integrantes apontados como lideranças do Comando Vermelho, entre eles Jonas Souza Gonçalves Júnior, conhecido como “Batman”, e Renildo Silva Rios, chamado de “Veio”, “Velhote” ou “Chapa”.

Renildo, que já está preso na PCE, é apontado pelo Gaeco como um dos conselheiros do grupo em Mato Grosso. Conforme a denúncia, o núcleo familiar de Rhavenna seria responsável por movimentar dinheiro atribuído a ele por meio da aquisição de bens, recebimento de valores e presentes, armazenamento de dinheiro em espécie e posteriores repasses.

Leia Também:  Filha de pastores e mais 5 são denunciados pelo MP por lavagem de dinheiro ligado à facção em Cuiabá

A acusação afirma que Orminda fazia a intermediação entre integrantes da facção presos e soltos e participava da movimentação financeira. Rhuan teria armazenado dinheiro em espécie em sua residência para posterior entrega a Rhavenna.

Anatany, que trabalhava em uma lotérica, teria auxiliado na realização de depósitos e no controle das contas utilizadas para receber valores, enquanto Lo Rhuama também teria participado da movimentação e divisão dos recursos. Segundo o Gaeco, o dinheiro circulava entre familiares e por contas com menor movimentação como forma de evitar bloqueios ou alertas bancários.

O Ministério Público não denunciou Nivaldo de Almeida, citado durante a investigação, porque ele morreu em 5 de setembro de 2026.

Já Wiara Lima Cadore, Karolina Lopes Padilha, Jéssi Mariane Araújo dos Anjos e Lais Barbosa Lopes, indiciadas por falso testemunho, terão a situação analisada separadamente para eventual acordo de não persecução penal.

A denúncia contra os seis acusados foi assinada pelo promotor de Justiça João Batista de Oliveira, do Gaeco, na sexta-feira (11).

 

Continue lendo

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA