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Recurso negado

TJ mantém proibição de voto secreto na Assembleia Legislativa

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O Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) rejeitou o recurso da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) e manteve, por unanimidade, a declaração de inconstitucionalidade do voto secreto na apreciação de vetos governamentais. A rejeição do recurso atende a um pedido do Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat).

A decisão, tomada em ambiente virtual, confirma que o parlamento estadual é obrigado a realizar votações abertas nesses casos, seguindo o modelo federal. Com o resultado, abre-se o caminho jurídico para anular a votação secreta que havia mantido o veto do ex-governador Mauro Mendes (União) ao projeto de lei que previa um reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário.

O entendimento da Corte Estadual é de que a regra da Constituição Estadual que permitia o sigilo violava frontalmente os princípios constitucionais da transparência, da publicidade e da simetria com a Constituição Federal.

O processo que discute a anulação definitiva da votação do reajuste será analisado pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do tribunal.

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O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou em seu voto condutor que a Emenda Constitucional Federal nº 76/2013 extinguiu o voto secreto para vetos no Congresso Nacional, tornando-se um modelo de observância compulsória para os estados. Segundo o magistrado, a publicidade dos votos não é uma escolha opcional do legislador, mas uma exigência democrática.

“O voto aberto, nessa hipótese, não constitui mera escolha procedimental do Congresso Nacional, disponível à livre conformação dos Estados. Ao contrário, decorre diretamente dos princípios da publicidade, da transparência administrativa e da soberania popular”, apontou Vidal.

O desembargador também reforçou o conceito de accountability (responsabilização), sublinhando o dever de prestação de contas que os deputados estaduais possuem perante seus eleitores.

Para o relator, ocultar o posicionamento dos parlamentares rompe o vínculo de representação política e obscurece atos que deveriam ser totalmente visíveis em uma democracia constitucional.

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Empresário é internado em SP após engasgar com carne em Cuiabá

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O empresário Marcus Paulo, conhecido como Marcus Bife, está internado no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, após sofrer um engasgo com um pedaço de carne durante um evento realizado em Cuiabá, no último domingo (14).

Segundo informações preliminares, o incidente ocorreu enquanto ele participava de um churrasco. Após o engasgo, Marcus precisou ser submetido a um procedimento de emergência para desobstrução das vias aéreas, informou a família.

Durante o atendimento, no entanto, houve uma grave lesão em seu esôfago, o que gerou complicações.

O empresário foi transferido em uma UTI aérea para a capital paulista, onde recebe atendimento especializado

Diante dos altos custos com a internação E medicamentos, a família iniciou uma campanha de arrecadação por meio de uma vaquinha virtual para ajudar a custear as despesas.

Interessados em contribuir podem fazer doações clicando AQUI.

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