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Período eleitoral

Órgãos públicos devem suspender publicidade institucional a partir de 4 de julho

Campanhas, matérias, postagens e outras ações de divulgação passam a seguir regras mais rígidas até a realização das eleições

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GERAL

Foto: Luciana Silva - CGE-M

A veiculação de publicidade institucional pelos órgãos públicos ficará proibida a partir de 4 de julho, em razão das restrições impostas pela legislação eleitoral. A medida vale até a realização das eleições e busca garantir a igualdade de oportunidades entre os candidatos. A orientação integra a cartilha elaborada pela Controladoria-Geral do Estado (CGE-MT) e Procuradoria-Geral do Estado (PGE-MT), que reúne as principais regras aplicáveis aos agentes públicos nas eleições de 2026.

De 4 de julho a 4 de outubro, data do primeiro turno, ou até 25 de outubro, em caso de segundo turno, órgãos e entidades da administração pública não poderão divulgar campanhas institucionais, ações governamentais, obras ou realizações da gestão, ainda que as peças não contenham o nome, a imagem ou a voz de autoridades públicas.

Entre os exemplos de condutas vedadas estão:

  • Divulgar campanhas que promovam a imagem de governantes ou gestores públicos;
  • Utilizar expressões como “Gestão X”, “Governo de Fulano” ou outras marcas associadas a determinada administração em prédios, veículos, placas, uniformes ou redes oficiais;
  • Publicar conteúdos que destaquem autoridades em vez dos serviços prestados à população;
  • Impulsionar publicações em redes sociais oficiais para divulgar realizações da gestão;
  • Manter placas de obras com slogans, logomarcas de gestão ou mensagens promocionais. Nesses casos, os elementos devem ser retirados ou cobertos, permanecendo apenas os símbolos oficiais, como o brasão do Estado.
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O que continua permitido?

Apesar das restrições, algumas formas de comunicação institucional continuam permitidas durante o período eleitoral, desde que tenham caráter estritamente informativo, educativo e orientador, sem destacar agentes políticos ou gestões governamentais.

Entre as situações permitidas está a divulgação de produtos e serviços que atuem em regime de concorrência no mercado. Também pode ser autorizada a veiculação de publicidade institucional em casos de grave e urgente necessidade pública, como calamidades e epidemias, ou outras situações excepcionais reconhecidas pela Justiça Eleitoral.

A legislação também permite que agentes públicos concedam entrevistas a veículos de comunicação, desde que o conteúdo esteja restrito à prestação de informações sobre serviços públicos, sem conotação eleitoral.

Também podem ser realizadas solenidades de entrega de homenagens a cidadãos que tenham prestado relevantes serviços ao Estado, desde que a escolha dos homenageados não envolva candidatos ou autoridades que disputem cargos eletivos.

Da mesma forma, permanece permitida a participação de agentes públicos em atividades cívicas, educativas e culturais, como palestras, ações de conscientização e eventos comemorativos.

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Embasamento

As orientações seguem a Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997), decisões do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e pareceres jurídicos da PGE.

O descumprimento das regras pode gerar multas, responsabilização administrativa, cassação de registro ou diploma, inelegibilidade e outras penalidades previstas na legislação eleitoral e na Lei da Ficha Limpa.

Em caso de dúvidas, os agentes públicos devem consultar formalmente a CGE ou a PGE. Acesse AQUI a cartilha.

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Líderes esportivos reafirmam confiança em Samir Xaud em reunião nos Estados Unidos

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Os presidentes das federações estaduais de futebol se reuniram na noite desta terça-feira, em Orlando, nos Estados Unidos, onde participaram de um encontro para discutir temas relacionados ao futuro do futebol brasileiro. Durante a reunião, os dirigentes manifestaram apoio ao presidente da CBF, Samir Xaud, e destacaram os avanços institucionais registrados nos primeiros meses da atual gestão.

O encontro reuniu representantes de diversas federações do país, que compartilharam avaliações sobre o momento vivido pelo futebol brasileiro e defenderam a continuidade dos projetos voltados à modernização da gestão, ao fortalecimento das competições e à construção de uma liga nacional estruturada.

Representando Mato Grosso, o presidente da Federação Mato-Grossense de Futebol, Diogo Pécora, ressaltou o ambiente de diálogo existente na Confederação Brasileira de Futebol e a participação ativa das federações nas principais decisões estratégicas da entidade.

“Posso afirmar que a CBF possui um ótimo ambiente para o desenvolvimento do futebol brasileiro. Há diálogo permanente, autonomia dos departamentos e profissionais qualificados em todos os setores. Estamos em franca evolução”, afirmou Pécora durante o encontro.

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Avanços para o futebol brasileiro

Ao longo da reunião, os dirigentes destacaram medidas implementadas nos últimos meses que vêm contribuindo para o fortalecimento do futebol nacional, como a reorganização do calendário, os avanços na profissionalização da arbitragem, a implementação do Fair Play Financeiro e o crescimento das competições femininas e das divisões de acesso.

Para Diogo Pécora, esses avanços também têm gerado impactos positivos para o futebol mato-grossense.

“Vivemos um momento de construção coletiva. As federações têm sido ouvidas, os clubes participam das discussões e existe um compromisso real com a modernização do futebol brasileiro. Mato Grosso tem acompanhado de perto esse processo e colhido resultados importantes”, destacou.

## Liga nacional esteve entre os temas debatidos

A criação de uma liga nacional também esteve entre os assuntos discutidos pelos presidentes das federações. O projeto vem sendo debatido pela CBF em conjunto com clubes e entidades estaduais, buscando um modelo de governança que fortaleça as competições e preserve a autonomia esportiva.

Segundo os dirigentes presentes, a construção de soluções conjuntas será fundamental para garantir o crescimento sustentável do futebol brasileiro nos próximos anos.

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“Acreditamos em soluções construídas dentro do próprio futebol, com participação dos clubes, das federações e da CBF. Esse é o caminho para garantir crescimento sustentável, segurança institucional e um ambiente cada vez mais profissional para todos os envolvidos”, concluiu Diogo Pécora.

Ao final do encontro, os presidentes reafirmaram apoio total à atual gestão da CBF e defenderam a continuidade das iniciativas voltadas ao desenvolvimento do futebol brasileiro em todas as suas regiões e categorias.

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