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CRIME NA CAPITAL

Assassino de ex-jogador de vôlei é condenado a 22 anos de prisão

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Foto: Divulgação

O Tribunal do Júri condenou o empresário Idirley Alves Pacheco a 22 anos de prisão, em regime inicial fechado, pelo crime de homicídio qualificado do ex-jogador de vôlei Everton Fagundes Pereira da Conceição, conhecido como “Boi”, em Cuiabá.

A sentença foi proferida pela juíza da 1ª Vara Criminal da Capital, Mônica Catarina Perri, que presidiu júri popular, esta terça-feira (14). O empresário está preso desde a época do crime, em julho de 2025.

Além da pena de 22 anos de reclusão, a magistrada determinou que Idirley deverá pagar o valor de 60 salários mínimos (R$ 97,2 mil) aos herdeiros de Everton.

O julgamento, que durou cerca de 12 horas, também resultou na condenação do réu pelos crimes de sequestro e coação no curso do processo.

O crime ocorreu no dia 10 de julho do ano passado, na Avenida República do Líbano, em Cuiabá. Na ocasião, Idirley trafegava em uma caminhonete Volkswagen Amarok, conduzida por Everton.

Em determinado momento do trajeto, o empresário disparou contra a vítima. Após ser baleado, Everton perdeu o controle do veículo e colidiu com outro carro que trafegava na direção contrária da via. O atleta morreu ainda no local.

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Os jurados reconheceram que o homicídio foi cometido por motivo torpe, com emprego de meio cruel e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima.

Segundo investigações da Polícia Civil, Idirley teria cometido o crime por acreditar que Everton mantinha um relacionamento com sua ex-mulher, da qual estava separado havia mais de seis meses.

De acordo com as apurações, Idirley era uma pessoa possessiva e ciumenta, que não aceitava o término do relacionamento com a ex-companheira, a qual já havia registrado boletim de ocorrência e solicitado medidas protetivas semanas antes do crime.

No entanto, conforme o delegado responsável pelo caso, a vítima tentava apenas apaziguar a relação entre o suspeito e a mulher, que já havia solicitado medida protetiva contra ele.

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Agronegócio Exportações de algodão de Mato Grosso batem recorde em março e ganham força no acumulado da safra

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As exportações de algodão de Mato Grosso registraram desempenho recorde em março de 2026, consolidando a recuperação dos embarques e reforçando a liderança do estado no cenário nacional. Os dados constam no Boletim Semanal do Imea, com base em informações da Secex.

Março registra maior volume da história para o mês

De acordo com o levantamento, Mato Grosso exportou 219,76 mil toneladas de algodão em março, estabelecendo um novo recorde para o mês e alcançando o sétimo maior volume mensal já registrado na série histórica.

O resultado representa uma retomada significativa frente ao desempenho observado em fevereiro, quando os embarques ficaram abaixo das expectativas iniciais do mercado.

Acumulado da safra supera ciclo anterior e atinge novo recorde

Com o forte desempenho em março, o volume acumulado da safra 2024/25 avançou de forma expressiva. Até fevereiro, Mato Grosso havia exportado 1,16 milhão de toneladas, volume 1,44% inferior ao registrado no mesmo período da safra anterior.

No entanto, com a inclusão dos dados de março, o acumulado chegou a 1,38 milhão de toneladas, superando o ciclo 2023/24 e estabelecendo o maior volume já registrado para o período, com crescimento de 2,62%.

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Segundo o Imea, o avanço reflete a melhora no ritmo logístico e a maior demanda internacional pela fibra brasileira.

Mato Grosso responde por mais da metade das exportações do Brasil

O boletim também destaca a forte participação de Mato Grosso nas exportações nacionais de algodão. Até o momento, o estado é responsável por 59,04% de todo o volume exportado pelo Brasil na safra 2024/25.

Esse desempenho reforça a posição do estado como principal polo exportador da commodity no país.

Perspectiva é de novo recorde anual de embarques

Com quatro meses restantes para o encerramento da safra, a expectativa do Imea é de que Mato Grosso renove o recorde de exportações pelo terceiro ano consecutivo.

A combinação de demanda externa aquecida, competitividade do produto brasileiro e avanço logístico deve sustentar o ritmo dos embarques nos próximos meses, consolidando mais um ciclo histórico para o algodão mato-grossense.

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