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5G faz vendas de celulares voltarem a crescer no Brasil após quedas

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Vendas de smartphones crescem no país
Unsplash/Jenny Ueberberg

Vendas de smartphones crescem no país

A chegada do 5G às principais capitais do Brasil, como em São Paulo na quinta-feira (4) , está impulsionando as vendas de smartphones no país. A previsão é que a quinta geração ajude a categoria a fechar com sua primeira alta desde o início da pandemia.

De acordo com a consultoria IDC, a perspectiva é de um avanço de 1,2% neste ano, após o mercado de celulares encerrar o ano de 2021 com queda de 6,1% e um recuo de 8,25% em 2020 nas vendas.

Embalado pela alta velocidade da nova geração, os smartphones 5G devem chegar ao fim do ano respondendo por cerca de metade dos 44 milhões de aparelhos comercializados entre janeiro e dezembro, segundo previsão da IDC.

Os modelos habilitados ao segmento mais moderno da telefonia vêm registrando avanço de 100% nas vendas.

De acordo com dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), há 71 aparelhos celulares habilitados ao 5G, mas nem todos ainda foram lançados no mercado. A líder é a Samsung, que conta com 14 modelos aptos a rodar na frequência do 5G puro (o chamado standalone), na frequência de 3,5 gigahertz.

“O mercado de aparelhos tinha uma expectativa de crescer 5% neste ano, mas a crise dos componentes, a guerra na Ucrânia, o lockdown na China e o aumento no preço do frete por conta do dólar e do petróleo reduziram a perspectiva de crescimento do setor para 1% a 1,2% neste ano”, comenta Reinaldo Sakis, gerente de Pesquisa da IDC.

Sakis destaca que os aparelhos 5G, apesar de ainda responderem por uma pequena participação de mercado, vão ajudar no desempenho geral do setor. Além da maior quantidade de aparelhos compatíveis, os preços também recuam.

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“Houve uma ampliação dos modelos 5G, de top de linha para os intermediários. O que estamos vendo em pesquisas é que o usuário quer um aparelho com câmera melhor, processador potente e tecnologia com maior velocidade”, afirma Sakis.

Até milhas por um celular

Segundo ele, a volta ao trabalho presencial também vem impulsionando o aumento nas vendas, pois muitos consumidores estão aproveitando o momento para trocar de aparelho. “O segmento que está sofrendo mais é o de entrada, com preço até R$ 1,5 mil, por uma questão macroeconômica”, diz.

A consultoria Gfk também aponta recuo no preço dos modelos 5G. O valor médio caiu de R$ 5.500, no ano passado, para R$ 1.700, hoje. Os celulares 5G já respondem por 16% das unidades vendidas no Brasil, aponta Fernando Balauma, diretor da GfK.

“O 5G está deixando de ser algo das classes A e B para migrar para as classes C e D. Por isso, estamos vendo o varejo criar uma série de soluções com o uso até de milhas para comprar um modelo”, diz Balauma, destacando a alta de 230% nas vendas de modelos 5G entre janeiro e maio.

Na TIM e na Claro, por exemplo, 75% e 70%, respectivamente, do portfólio de aparelhos das operadoras já são de 5G. Em três anos, comenta Leonardo Capdeville, vice-presidente de Tecnologia da TIM, a previsão é que a quinta geração seja a tecnologia majoritária em uso na rede.

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“Não adianta o consumidor comprar aparelho 5G e não ter uma rede 5G”, explica Capdeville, destacando que 40% das vendas da tele já são de modelos da quinta geração.

Segundo analistas, a perspectiva de vendas para o segundo semestre é positiva, pois haverá o aumento no valor do Auxílio Brasil e o décimo terceiro salário.

“Há uma perspectiva de o varejo começar a trabalhar as promoções já de olho na Black Friday a partir de outubro”, prevê Balauma.

Nem todos têm quinta geração

Existem no mercado 71 aparelhos compatíveis com a rede 5G. O consumidor deve consultar o selo de homologação localizado no aparelho ou no manual. Veja a lista de cada fabricante.

  • Apple

A fabricante tem 9 aparelhos compatíveis: como os iPhones das versões 12,13 e SE (terceira geração), incluindo modelos Mini, Pro e Pro Max. Mas a empresa ainda fará uma atualização em seu sistema operacional.

  • Samsung

A Samsung tem 28 aparelhos homologados. Destes, 14 funcionam na rede 5G pura, como os dobráveis (Z Fold e Z Flip), o S21 e o S22. Há ainda as linhas A52s, A73, A53, A33 e M53.

  • Motorola

A Motorola tem 14 modelos aptos, segundo a Anatel, como as versões Edge 30 e 20, Moto G, G100 e G200, entre outros.

  • Outras fabricantes

As chinesas Xiaomi e Realme também têm modelos aptos ao 5G puro. Há ainda aparelhos das empresas Lenovo, Nokia, Asustek e TCL.

Fonte: IG TECNOLOGIA

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Xiaomi Mix Fold 2 pode trazer design do Z Fold 3 e câmeras Leica

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Xiaomi Mix Fold 2 será o sucessor do Mi Mix Fold, visto na imagem
Divulgação/Xiaomi

Xiaomi Mix Fold 2 será o sucessor do Mi Mix Fold, visto na imagem

A Xiaomi está se preparando para oficializar o Mix Fold 2, seu novo smartphone dobrável.  A fabricante chinesa confirmou que o aparelho será apresentado ao público nesta quinta-feira (11). O modelo, que chegará como sucessor natural do Mi Mix Fold, lançado em 2021, pode trazer especificações de ponta, incluindo câmeras com otimizações da Leica, 12 GB de RAM e processador Snapdragon 8+ Gen 1.

Em sua conta no Weibo, uma espécie de Twitter da China, a Xiaomi divulgou uma imagem do que parece ser a dobradiça metálica do smartphone.

O pôster não revela muitas informações, exceto que a empresa adotará câmeras com tecnologias da Leica e que, possivelmente, teremos um design semelhante ao do Galaxy Z Fold 3, com um dispositivo que se dobra para dentro.

O que esperar do Mix Fold 2

O novo dobrável da Xiaomi pode trazer uma tela externa AMOLED de 6,5 polegadas com resolução de 2520×1080 pixels, enquanto o display interno deve somar 8 polegadas — ambos com taxa de atualização de 120 Hz.

Por dentro, espera-se um processador Snapdragon 8+ Gen 1, aliado a 12 GB de RAM e 512 GB ou 1 TB de armazenamento interno.

Na traseira, a fabricante chinesa pode inserir três câmeras, sendo a principal Sony IMX766 de 50 megapixels com suporte à estabilização óptica de imagem, a secundária ultrawide de 13 megapixels e a terciária telefoto (resolução desconhecida) com zoom óptico de 2x.

Não há informações sobre a capacidade da bateria, mas considerando que o modelo anterior trouxe 5.020 mAh, a tendência é que a Xiaomi mantenha ou aumente esse valor. O carregamento rápido, por outro lado, deve ficar nos 67 watts de potência.


Fonte: IG TECNOLOGIA

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