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Motorista de Fávaro é preso como suspeito de atropelar e arrastar mulher em moto

Segundo testemunhas, Rogério Montezuma de Moraes fugiu após o acidente no no bairro Santa Rosa II

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Foto: Reprodução/CNN

Rogério Montezuma de Moraes, motorista vinculado ao gabinete do senador Carlos Fávaro (PSD), foi preso pela Polícia Militar após atropelar uma motociclista de 21 anos no bairro Santa Rosa II, em Cuiabá. Pessoas que acompanharam o acidente, ocorrido na véspera do feriado (11), afirmaram que o homem fugiu e levaram os PMs até a casa onde ele se encontrava.

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De acordo com o boletim de ocorrências, quando os policiais chegaram até o endereço do atropelamento, apenas a moto com vestígios da batida. Testemunhas relataram que o condutor de uma caminhonete Volkswagen Amarok atingiu o veículo e abriu fuga. Porém, duas pessoas o seguiram e marcaram o imóvel do suspeito.

Uma pessoa que presenciou o acidente disse a polícia que a moça diminuiu a velocidade para entrar à esquerda, segundos antes de ser atropelada pelo automóvel de grande porte que a teria arrastado por alguns metros.

Montezuma negou estar envolvido no acidente e foi preso para prestar esclarecimentos. O MT Notícias acionou a assessoria de Carlos Fávaro que disse que “o motorista se apresentou espontaneamente à autoridade policial no local do acidente” e que o mesmo “não se furtará das suas responsabilidades”.

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A Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito (D:eletran) investigará o caso.

Leia nota da assessoria de Carlos Fávaro na íntegra:

“O Sr. Rogério Montezuma de Moraes comunicou à assessoria que:

– Se apresentou espontaneamente à autoridade policial no local do acidente;

– Não se furtará das suas responsabilidades”.

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Secretário da Fazenda afirma que Mato Grosso deixará de arrecadar mais de R$ 100 mi

Projeto do governo que prevê redução do ICMS será votado na Assembleia Legislativa nesta quarta

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Foto: Mayke Toscano/Gcom-MT

O secretário de Estado de Fazenda, Rogério Gallo, afirmou ao MT Notícias que Mato Grosso é o único a cortar impostos permanentemente entre os outros da federação e disse que todos tem que ficar vigilantes para que os descontos que serão oferecidos sejam aplicados nas faturas dos consumidores mato-grossense.

A referência é em relação à decisão do Governo do Estado em abrir mão de arrecadar R$ 198 milhões por ano, a partir de janeiro de 2022, com a redução da alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre o setor da comunicação. O projeto será votado na Assembleia Legislativa nesta quarta (19).

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A medida vai impactar significativamente no valor da conta paga pelo contribuinte, cujo desconto vai passar de R$ 60, uma redução de até 52% no imposto cobrado. “Somos o único Estado do Brasil que está cortando de forma permanente impostos. É importante deixar claro, não é algo que vai ficar vigente por um ano, dois anos. A internet que custava 30% de ICMS vai passar a pagar 17%. É uma economia na conta. Respeitamos seu dinheiro e seu bolso”, firmou.

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Conforme projeção da Secretaria de Estado de Fazenda, os serviços de comunicação que hoje possuem alíquota de 25% na telefonia fixa e 30% para celular/internet, vão passar a cobrar 17% do imposto. Isto significa dizer que, uma fatura de R$ 400, que continha R$ 120 a título de ICMS, agora passa a ser de R$ 337,35, sendo R$ 57,35 de imposto.

“Planos de dados, internet, telefonia fixa, móvel tendem a ficar 16% mais barato na conta daqueles que fazem uso. Se a pessoal consumir R$ 1 mil de telefonia, numa empresa, vai ter 16% de desconto em função dessa redução de tributos e vai passar a pagar R$ 840. Temos que estar vigilantes para que estes descontos sejam repassados”, emendou o secretário.

Além da comunicação, o Governo vai baixar o imposto também da energia elétrica (de 25% e 27% para 17% a todos os setores), da gasolina (de 25% para 23%), do diesel (de 17% para 16%), do gás industrial (de 17% para 12%) e do uso do sistema de distribuição da energia solar (de 25% para 17%).

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“Os consumidores têm que ficar atentos porque não pode ir para o bolso de setores empresariais e sim para beneficiar o consumidor. O governo faz investimento de quase R$ 15% de toda sua receita, devolvendo para o cidadão “, expôs Gallo.

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