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ELEIÇÕES 2022

Janaina acredita que ‘grupão’ já cumpriu papel com PL; Mendes deve apoiar Fagundes

Deputada estadual lembrou que governador ficou ao lado do PP quando Carlos Fávaro disputava vaga para senador e saiu vitorioso

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POLÍTICA

Foto: Reprodução / Ronaldo Mazza - ALMT

A confirmação da filiação do presidente da República ao Partido Liberal (PL) pela executiva do partido levantou rumores de que o senador Wellington Fagundes poderia ser candidato ao governo em Mato Grosso. A deputada Janaina Riva (MDB), nora do político e parte da base do atual chefe do Executivo estadual, Mauro Mendes (DEM), disse que o “caminho natural” é que ambos sigam o plano inicial buscando a reeleição em seus respectivos cargos.

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“O MDB faz parte da base, apoia o governador e deve continuar apoiando. É lógico que toda essa especulação em torno do nome do Wellington pela possível filiação do Bolsonaro faz com que as pessoas fiquem em polvorosa com a possiblidade de ter alguma mudança. Mas o caminho natural seria o Wellington à reeleição, apoiando o Mauro para governador; se fugir disso não vai ser o natural, mas acredito que para todo o grupo seria o mais confortável”, falou Riva durante entrevista  à Rádio Capital, nesta sexta (26).

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O MDB fica ao lado de Mendes em 2022. Porém, o governador tem sinalizado preferência para apoiar ao Senado a candidatura do opositor de Fagundes, o deputado federal Neri Geller (PP). A parlamentar acredita que o democrata já saldou sua dívida com os Progressistas no último pleito que resultou na vitória de Carlos Fávaro como senador, deixando Mendes livre para chamar votos para Wellington na próxima eleição.

“Acredito que o nosso grupo fez o seu papel com esse grupo que representa o Neri quando elegemos o Fávaro senador. O Fávaro é de Lucas do Rio Verde e ocupa uma vaga de senador, apoiado por todo esse grupão, inclusive, pelo governador. É o mesmo grupo que agora caminha para uma reeleição do governo, do senado e o PP pode ser atendido com um vice e tem outras possibilidades”, declarou.

Os outros espaços que poderiam ser ocupados pelo outro partido que também é simpatizante a gestão Mendes está na vaga de vice-governador, por exemplo, ocupada por Otaviano Pivetta (sem partido) que demonstrou, recentemente, não ter intenção de continuar, caso haja a reeleição de Mauro ao Palácio Paiaguás.

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“Não acredito que o Otaviano vai permanecer, até por opção pessoal dele. Acho que tem espaço para construir um arco de alianças grande e forte, sem uma disputa tão acirrada, vamos dizer assim, dentro do próprio grupo”, finalizou Janaina Riva.

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POLÍTICA

Confaz segue Mendes e prorroga congelamento do ICMS dos combustíveis

Índice é utilizado como base de cálculo de cobrança do imposto; colegiado foi unânime

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Foto: Reprodução / Mayke Toscano - Secom MT

O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) aprovou, nesta quinta (27.01), a prorrogação por mais 60 dias do congelamento do Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF). O índice é utilizado como base de cálculo de cobrança do ICMS dos combustíveis. O colegiado decidiu de forma unânime.

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O governador Mauro Mendes (DEM) já havia votado para que o congelamento, em 14 de janeiro, e enviou uma nova proposta ao grupo de governadores, na qual insistiu em prorrogar a medida por mais 180 dias, mas não foi aceita em sua integralidade, ficando acordado o prazo de mais 60 dias.

“Ninguém aguenta mais tanto aumento e o Governo de Mato Grosso tem insistido nessa pauta. ”, afirmou o governador.

Mauro Mendes, no entanto, alertou também ser necessário que a Petrobras mude sua política de preços para que a população pare de pagar tão caro pelo combustível.

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“A Petrobras atrela o preço do combustível ao preço internacional do barril de petróleo. Ela tem registrado lucros recordes às custas de arrancar o couro da população, com aumento atrás de aumento”, relatou.

Além de propor e votar pelo congelamento, o Governo de Mato Grosso também realizou redução de ICMS, que passou a valer a partir deste ano.

Foi reduzido o imposto da gasolina de 25% para 23% (a menor alíquota do país) e do diesel de 17% para 16%. No etanol, Mato Grosso tem a menor alíquota entre os estados, de 12,5%.

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