CUIABÁ

NOVO DESAFIO

Emanuel Pinheiro tenta convencer federação ‘pró-Lula’ que Márcia é melhor opção para o Senado

Projeção de Juca do Guaraná para deputado estadual fez prefeito desistir de cadeira na AL para não criar ‘brigueiro’

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POLÍTICA

Foto: Reprodução / Secom Cuiabá

Após o vice-prefeito de Cuiabá, José Roberto Stopa (PV), abrir mão da candidatura para o governo, o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) foca na candidatura da esposa, a primeira-dama Márcia Pinheiro (PV), ao Senado. A estratégia seria uma tentativa de manter viva sua imagem de articulador político.

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Inicialmente, o projeto era que Márcia Pinheiro concorresse a uma cadeira na Assembleia Legislativa (ALMT), mas a projeção do presidente da Câmara Municipal, Juca do Guaraná Filho (MDB), à Casa de Leis fez a família Pinheiro recalcular a rota.

“A Márcia só não sai à deputada estadual por causa dos companheiros e por causa do Emanuelzinho, que acabaria pagando o pato. Primeiro que nós temos que valorizar os companheiros e não podemos criar atritos para a eleição dele”, explicou o prefeito sobre a candidatura de Márcia ficar no caminho dos objetivos eleitorais de Juca do Guaraná.

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Além de roubar votos do “companheiro”, insistir em Márcia no Legislativo estadual implicaria na perca do apoio do vereador para a reeleição do filho do chefe do Palácio Alencastro, o deputado federal Emanuelzinho (MDB).

“Se acha que Márcia candidata a deputada, a base do Juca iria apoiar Emanuelzinho? Ia dar um brigueiro danado”, falou o prefeito.

Com a paz garantida dentro do MDB, o desafio de Emanuel Pinheiro é convencer a federação formada pelo PT, PV e PCdoB que sua esposa é a melhor alternativa para o Senado. Os nomes serão consolidados na convenção, mas o PT já destacou Enelinda Scalla para pleitear o cargo.

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POLÍTICA

Ex-secretário Gonçalo de Barros é inocentado pelo Tribunal de Contas de Mato Grosso

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Gonçalo Aparecido de Barros, ex-secretário de Serviços Urbanos de Várzea Grande,  foi inocentado pelo Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE/MT), da acusação de irregularidades em contratos firmados entre a Prefeitura daquele município e a Selprom Tecnologia, no ano de 2013. Com a decisão ele não  precisará devolver  R$ 433 mil ao erário, como havia sido sentenciado em 2021.

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O julgamento de Gonçalo ocorreu no último dia 02 de agosto e contou com parecer favorável do relator do recurso, o conselheiro Valter Albano. Os membros da Corte de Contas Estadual seguiram por unanimidade seu posicionamento favorável à  isenção de culpabilidade do ex-secretário.

Conforme o processo, Gonçalo Aparecido de Barros foi condenado à devolução dos recursos em razão da falta de comprovantes do pagamento de dois contratos com a Selprom Tecnologia, que previa a “prestação de serviços de manutenção por meio do fornecimento de material de gestão e inventário do parque de iluminação pública do referido município”. O valor do contrato, fechado em 2013, era de R$ 3,1 milhões, porém, as notas fiscais do negócio não comprovaram o pagamento de R$ 433,8 mil desse total.

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No  recurso, o ex-secretário afirma que  a tomada de contas da controladora-geral de Várzea Grande, que apontou a irregularidade, levou em conta apenas as notas fiscais de um dos contratos. “Sustenta, ainda, que a soma dos valores das notas fiscais referentes aos contratos anteriormente mencionados corresponde exatamente à quantia apontada como despesa não comprovada, o que afasta a irregularidade”, diz trecho do recurso.

Em seu voto, o conselheiro Valter Albano concordou com os argumentos, afastando não só a restituição como a aplicação da multa. “Ao examinar os argumentos e os documentos apresentados, constato que assiste razão ao embargante, pois, de fato, as notas fiscais acostadas aos autos evidenciam que o valor total de R$ 3.108.530,43 não corresponde apenas ao Contrato 141/2012, como erroneamente apontado nesse processo, mas também ao contrato 38/2013, à ARP 14/2012”, reconheceu o conselheiro.

Valter Albano ainda determinou o encaminhamento dos autos ao Núcleo de Certificação de Sanções “para que seja realizada a imediata suspensão da execução da multa e restituição de valores a ele destinadas”.

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(Com informações do site FOLHAMAX)

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