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Wellington Fagundes homenageia Instituto Lions da Visão pelo Dia Internacional da Filantropia

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Em pronunciamento, nesta quarta-feira (13), o senador Wellington Fagundes (PL-MT) homenageou todas as entidades que dedicam tempo e recursos a ações de projetos solidários ou de grande relevância social e, especialmente, o Instituto Lions da Visão, que inaugurou o hospital oftalmológico da entidade em Cuiabá.

Lembrando que em 20 de outubro será comemorado o Dia Internacional da Filantropia, o parlamentar afirmou que esse hospital é a maior unidade de saúde da América Latina nessa especialidade, com capacidade de realizar mensalmente mil cirurgias oftalmológicas pelo Sistema Único de Saúde.

Wellington Fagundes agradeceu o trabalho do procurador do Estado aposentado, Dr. Whady Lacerda, “que há anos vem empregando suas energias na construção desse projeto”.

— Agradeço também ao Lions Club por homenagear com o meu nome todo o centro cirúrgico desse grandioso hospital, assim como a todos, inclusive aos parlamentares, que, assim como eu, fizeram emendas para garantir os recursos no orçamento, disse.

O senador ressaltou que clubes de serviços, como o Lions, têm se mostrado, ao longo de sua história, importantes para toda a estrutura social brasileira. “Uma história que começou em 1917 e foi se espalhando pelo mundo, encontrando ressonância entre homens e mulheres de bom coração”.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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CPI: Relatório final deve excluir crimes de homicídio e genocídio

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Randolfe Rodrigues, Renan Calheiros e Omar Aziz
Edilson Rodrigues/ Agência Senado

Randolfe Rodrigues, Renan Calheiros e Omar Aziz


O relatório final da CPI da Covid deve excluir os crimes de homicídio e genocídio atribuídos ao presidente Jair Bolsonaro. A informação foi anunciada na noite desta terça-feira pelo presidente da comissão, Omar Aziz (PSD-AM), que discute com os senadores do grupo conhecido como G7 os últimos detalhes do texto a ser apresentado nesta quarta-feira.

Com isso, a lista de delitos contra o presidente caiu de 12 para 10, mantendo as acusações de charlatanismo, prevaricação e crime de epidemia, dentre outros.

As alterações na  minuta apresentada pelo senador Renan Calheiros (MDB-AL) estão sendo discutidas na noite desta terça em reunião no apartamento do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) em Brasília. Os dois crimes incluídos na minuta do parecer pelo relator da CPI, Renan Calheiros (MDB-AL), haviam provocado divergências no grupo conhecido como G7.

– O genocídio não havia consenso, nem entre senadores nem entre juristas – disse o presidente da CPI, senador Omar Aziz.

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Segundo o senador, o homicídio seria absorvido pelo crime de epidemia, que teria o acréscimo do resultado de mortes provocadas pela Covid-19.

– É só um ajuste no tipo penal – completou.

Aziz também declarou que ficou combinado retirar acusação de advocacia administrativa contra o senador Flávio Bolsonaro. O pedido de indiciamento por fake news ainda está sendo discutido na reunião, que deve se arrastar pela madrugada.


Aziz chegou a sair do encontro, mas disse que pretende voltar. Ele também é contra a inclusão do pastor Silas Malafaia no rol de pedidos de indiciados .

– O mais importante é que saímos dessa reunião unificados. Eu vou votar no relatório do senador Renan Calheiros – disse o presidente, que vinha se desentendendo com o relator nos últimos dias.

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