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PF deflagra operação para apurar participação de policiais em assassinatos

Em março de 2020, cinco pessoas foram mortas com indícios de execução no estado

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POLÍCIA FEDERAL

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quarta-feira (22/6), com apoio da Polícia Civil/TO, Operação Caninana, visando a desarticular organização criminosa responsável por homicídios ocorridos em março de 2020 na capital tocantinense.

Cerca de 60 policiais federais deram cumprimento a 10 mandados de busca e apreensão, 5 prisões preventivas e 14 medidas cautelares diversas da prisão, dentre as quais a suspensão da função pública dos investigados.

Em março de 2020, cinco pessoas foram mortas com indícios de execução nos bairros de União Sul e Jardim Aureny I, em Palmas. Durante o transcorrer das investigações, foi apurado que um grupo criminoso formado por policiais do Estado monitorava a saída de pessoas recém egressas do sistema prisional e as executavam de forma planejada.

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POLÍCIA FEDERAL

PF lança unidade especial para reprimir crimes cibernéticos

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Brasília/DF – A Polícia Federal oficializou nesta terça-feira (28/6), em Brasília/DF, a implementação da Unidade Especial de Investigação de Crimes Cibernéticos (UEICC/DRCC/CGFAZ/DICOR/PF). A instalação segue as diretrizes das ações estratégicas do Ministério da Justiça e Segurança Pública no enfrentamento à criminalidade cibernética, com ações voltadas à atuação investigativa formal de casos sensíveis e complexos envolvendo crimes de alta tecnologia.

A unidade é um exemplo de parceria público/privada proposta pelo ministério, com interveniência da Polícia Federal. A especializada foi criada para a troca de informações, com ênfase em medidas educativas, preventivas e de repressão. Com sua criação, as instituições esperam tornar o espaço cibernético mais seguro, reforçando a cooperação e integração de todos os entes envolvidos.

Ações fomentadas pela Divisão de Repressão a Crimes Cibernéticos serão operacionalizadas, entre elas, a investigação de ataques criminosos a instituições públicas e empresas privadas. Nestes casos, a PF realizará o desenvolvimento simultâneo de inteligência cibernética, enfrentando os atores que vêm atuando com modus operandi sofisticado.

A UEICC atuará em casos de complexidade elevada, buscando ofertar respostas mais céleres à sociedade. Além disso, os investigadores buscarão entender a estrutura e o modo de atuação das organizações criminosas, fomentando conhecimentos que serão disseminados entre as regionais da Polícia Federal.

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O Diretor-Geral da PF, Márcio Nunes de Oliveira, em discurso na cerimônia oficial de implementação da unidade, reforçou que PF tem feito frente rigorosa a esses crimes, investigando e chegando aos autores por meio da união das forças. Segundo o diretor, a criação da UEICC, que remonta à gestão anterior, fará com que o trabalho policial se especialize. “A gente acredita firmemente que essa parceria público-privada será muito promissora e dará ótimos frutos. Apostamos muito neste novo método de atuação e nesta conjugação de esforços, temos certeza que seremos bem sucedidos”, finalizou.

O ato de implantação da UEICC ocorreu no auditório da Diretoria de Tecnologia da Informação e Inovação (DTI/PF) e contou com a presença do Diretor-Geral da PF, Márcio Nunes de Oliveira, do Secretário-Executivo do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Brigadeiro Antônio Lorenzo, o Presidente da Federação Brasileira de Bancos, Isaac Sidney Menezes Ferreira, o Diretor de Investigação e Combate ao Crime Organizado e à Corrupção, Caio Rodrigo Pellim, o Diretor de Tecnologia da Informação e Inovação, João Vianey Xavier Filho, e a Chefe da Unidade Especial de Investigação de Crimes Cibernéticos, Cassiana Saad de Carvalho.

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Coordenação-Geral de Comunicação Social

Polícia Federal

(61) 2024-8142

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Fonte: Polícia Federal

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