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Governança Indígena: prazo para indicações termina dia 15 de março

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As instituições que compõem a Comissão de Governança do Subprograma Territórios Indígenas (STI) do REM Mato Grosso têm até o próximo dia 15 de março de 2022 para indicar seus representantes para a nova gestão da Governança. A nova gestão atende aos requisitos do Regimento Interno, que prevê que cada mandato na Comissão tenha a duração de 2 anos, conforme pactuado na 6ª Reunião de Governança, realizada em dezembro de 2021, em Cuiabá.

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Cada instituição deve realizar sua indicação dos representantes titulares e suplentes de maneira interna. Após a escolha, a instituição deve enviar um ofício com os nomes dos indicados para o e-mail geral do REM MT ([email protected]), com o título: “Representantes Governança”. O prazo de envio da documentação é até o próximo dia 15 de março de 2022.

Além de ser maior de 18 anos, o interessado ou interessada em participar da Comissão de Governança deve possuir efetiva disponibilidade para se dedicar aos trabalhos da Comissão.

Também deve ter reputação ilibada, não possuir débitos com o Programa REM MT, estar inteirado (a) quanto aos projetos que estão sendo executados nas aldeias, além de possuir conhecimentos mínimos sobre o trabalho do REM MT e o mecanismo de REDD+ (Redução de Emissões provenientes de Desmatamento e Degradação Florestal, mais conservação dos estoques de carbono florestal, manejo sustentável de florestas e aumento dos estoques de carbono florestal).

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O QUE É A GOVERNANÇA

A Governança tem como finalidade assessorar a Coordenação do Subprograma Territórios Indígenas do REM-MT e deliberar sobre projetos apoiados pelo subprograma STI que chegam às aldeias de 43 povos indígenas em Mato Grosso.

Na prática, são ações voltadas para o fortalecimento da saúde, soberania alimentar, comunicação, combate aos incêndios florestais e enfrentamento ao coronavírus nos territórios. Por isso, é fundamental que a nova gestão seja diversificada, com representantes que conheçam de perto a realidade e as necessidades das comunidades indígenas do estado.

DIVERSIDADE

No aspecto diversidade, uma situação verificada pela atual gestão é a importância da participação de mais mulheres no novo mandato. Das 18 cadeiras titulares da Governança, apenas uma possui representação feminina. Já as sete regionais indígenas não possuem nenhuma mulher como membro titular da Governança, cuja representação está limitada a apenas duas cadeiras de suplência.

COMPOSIÇÃO DA GOVERNANÇA

Além das sete regionais, a comissão de Governança é composta por instituições como a Fepoimt, coordenação Geral do REM-MT, Organização de Mulheres Indígenas (TAKINÁ), Fundação Nacional do Índio (Funai), Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio) e Cooperação Técnica Alemã GIZ [Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit].

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De acordo com o regimento interno da Governança, cada representante do órgão possui seus respectivos suplentes.

Das 18 instituições que compõem a comissão, apenas a Fepoimt, as sete regionais e a TAKINÁ [Organização de Mulheres Indígenas] possuem poder de voto e deliberação no órgão. Já as demais representações atuam mais no sentido de propor e aconselhar as tomadas de decisões dos povos indígenas

SAIBA MAIS

CLIQUE AQUI https://drive.google.com/file/d/1YCxEjSmPnkrEc7-kxKPZVggKQWZodEBj/view para ver o Regimento Interno com a relação completa das instituições que compõem a Governança, bem como mais detalhes sobre o processo de escolha dos novos representantes da comissão e CLIQUE AQUI https://drive.google.com/file/d/1Mcpl-T1arDs0Zt-OOsabrQSepKTT8oiL/view?usp=sharing para ver o Ofício n. 01/2022.

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MEIO AMBIENTE

Mato Grosso fecha 2021 registrando 18,5 milhões de raios; aumento de 40%

A situação em Marcelândia, no Norte do estado, e Paranatinga, no Sudeste, preocupa e está sendo monitorada

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Assessoria

Dados do painel de monitoramento do clima mostram que Mato Grosso registrou em 2021 mais de 18,5 milhões de quedas de raios. O aumento foi de quase 40% em relação a 2020, quando 13,3 milhões de descargas elétricas caíram sobre o estado.

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De acordo com o mapeamento, o aumento na incidência é resultado do choque de massas de ar quente com a umidade, principalmente entre os meses de setembro e novembro, quando todo o estado foi impactado por temporais, com a queda de mais mil postes por ventanias.

O acompanhamento do clima é usado como apoio nas ações de operação, prevendo, por exemplo, se há necessidade de estar em atenção em um período de forte instabilidade, como vem ocorrendo desde o fim do ano na região do Araguaia.

Em dezembro, uma forte chuva isolou algumas propriedades da região de Canarana e Santa Terezinha. As estradas viraram rios, o que impediu o atendimento rápido aos moradores. E neste mês a MT-427 vem sendo interditada por causa da cheia do rio Culuene. A estrada liga Canarana a Gaúcha do Norte.

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“Em todos os momentos a nossa primeira preocupação é a segurança. Tanto dos clientes, como dos nossos colaboradores. Por isso, sempre utilizamos estratégias para atender as demandas o mais breve possível e, ainda assim, manter as equipes seguras”, explica José Nelson Quadrado Junior, gerente de operações da Energisa em Mato Grosso.

Ainda no Araguaia, as equipes têm encontrado dificuldade também entre os municípios Novo Santo Antonio e Serra Nova Dourada. As estradas estão com trechos de atoleiro e só estão passando veículos com o motor chamado de traçado, o seja, tração nas quatro rodas. “As viaturas da Energisa têm inclusive apoiado motoristas que ficam presos nessa região”, destacou José Nelson.

Paranatinga e Marcelândia também preocupam

A Energisa também está monitorando a situação em Marcelândia, no Norte do estado, e Paranatinga, no Sudeste. Em Marcelândia as equipes estão enfrentando áreas de alagamento para chegar a regiões que precisam de reparo na rede (vídeo em anexo).

“Hoje, por exemplo, um dos nossos focos é Paranatinga que está em estado de emergência. E é muito importante que a população siga as orientações de segurança. Se tiver raio, se proteja, não fique exposto e não tente fazer reparos em redes elétricas”, afirma o gerente

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Em caso de tempestades, retire todos os aparelhos eletrônicos das tomadas e evite contato com objetos de estrutura metálica que estejam ligados à eletricidade, como fogões, geladeiras e torneiras. Caso veja algum cabo partido, saia de perto e acione ou a empresa ou o Corpo de Bombeiros.

Em caso de urgência, entre em contato a Energisa pelo aplicativo Energisa On, pelo site www.energisa.com.br, pelo Call Center 0800 646 4196 ou pela Gisa (65) 99999-7974.

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