CUIABÁ

REPRESSÃO AO CRIME

PF apreende R$ 20 milhões em máquinas usadas em garimpos ilegais; assista vídeo

Operação Alfeu III desmontou organizações que atuavam nas Terra Indígena de Sararé, em Pontes e Lacerda

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Foto: Divulgação / Polícia Federal

A Polícia Federal (PF) deflagrou a segunda fase da Operação Alfeu III que apreendeu R$ 20 milhões em máquinas utilizadas em garimpos ilegais que funcionavam na Terra Indígena de Sararé, em Pontes e Lacerda, no interior de Mato Grosso. Segundo a PF, essa é a maior operação de repressão a crimes ambientais promovidas no estado. (Assista vídeo e veja fotos).

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O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Fundação Nacional dos Índios (Funai) atuaram em conjunto com a PF. Dois helicópteros do Ibama foram utilizados para apoiar os agentes da polícia, na ação, realizada ontem (17).

O delegado Roberto Moreira da Silva Filho, explicou que todos os envolvidos foram identificados e podem ser autuados por extração ilegal de minério e usurpação de bens da União, além de outros crimes conforme o desdobramento das investigações.

“Na primeira fase, retiramos todas as pessoas e alguns voltaram, por isso, a Operação Alfeu é continuada e vai perdurar até a desocupação total dos garimpos”, disse Moreira.

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A PF estima que os criminosos tenham destruído cerca de 1500 hectares que equivalem a 1900 campos de futebol.

Foram retiradas de circulação na segunda fase: seis escavadeiras, motores e outros utensílios. Cada máquina custa em média R$ 300 mil.

Na primeira fase, a PF apreendeu: três veículos de passeio, um quadriciclo, três motos e 80 motores estacionários, quatro barcos, insumos e toda a estrutura utilizada na atividade ilegal. Ocorreu ainda a prisão de uma pessoa em razão do porte ilegal de arma de fogo e com ela foi apreendido ouro proveniente da exploração ilegal.

O valor de R$ 20 milhões é respectivo a soma das duas fases.

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Gisela Cardoso perde em Cuiabá, mas votos do interior garantem sua vitória à presidência

Nova líder do executivo da entidade é a segunda mulher a comandar o órgão desde a sua instituição

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Foto: Camila Ribeiro/MT Notícias

A chapa da situação, representada por Gisela Cardoso, foi a vencedora da disputa pela presidência da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT), nesta sexta (26), com 4.632 votos. A nova presidente é a segunda mulher a comandar a entidade. O resultado foi confirmado pelo presidente da Comissão Eleitoral, Joaquim Spadoni. A Chapa 2, cujo titular é o advogado Pedro Paulo Peixoto, recebeu 3995 votos.

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“Foi uma campanha difícil. O momento agora é de agradecer as pessoas que confiaram no nosso projeto e o compromisso que tenho é que vamos trabalhar para o fortalecimento da OAB”, disse a nova presidente ao MT Notícias.

A composição da nova diretoria da OAB – Seccional Mato Grosso conta também com José Carlos de Oliveira Guimarães na vice-presidência, Fernando Augusto Vieira Figueiredo na secretaria geral; Adriana Paula Tanssini rodrigues Silva na secretaria geral adjunta; e Helmut Flávio Preza Daltro como diretor-tesoureiro. Já a Caixa de Assistência dos Advogados (CAA-MT) será presidida por Itallo Leite, com Clarissa Lopes Dias Malluf pereira como vice.

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Os conselheiros federais eleitos são Cláudia Pereira Braga Negrão, Leonardo Pio da Silva Campos, atual presidente da Seccional, e Ulisses Rabaneda, com os suplentes Ana Carolina Naves Dias Barchet, Mara Yana Barros Samaniego e Stalyn Paniago Pereira.

Segundo o atual presidente, Leonardo Campos, a chapa de Pedro Paulo saiu vitoriosa na Capital e os votos do interior foram essenciais para determinar a vitória.

“A nossa presença no interior, uma gestão que tem cara de prerrogativas, da defesa dos honorários e trata o advogado do interior igual ao da Capital. O resultado está aí, a advocacia do interior faz a diferença mais uma vez e faz a gente crer que valeu tudo a pena, todos os quilômetros percorridos – foram 500 mil quilômetros nos últimos anos”, declarou Campos que acredita em uma transição sem grandes embates. “A gente vem em uma transição muito tranquila. Tenho dito a eleição inteira que a Gisela não foi uma vice-presidente, Gisela foi uma co-presidente. Então, a diretoria vem renovada com dois novos nomes, mas o secretário-geral e tesoureiro permanecem”, finalizou.

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