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PERSEGUIÇÃO

Ocupantes de Hilux atiram contra PMs e fogem de blitz na MT-251

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GERAL

Ocupantes de uma caminhonete Hilux branca abriram fogo contra policiais militares durante uma operação de fiscalização de trânsito na madrugada desta terça-feira (3), em Cuiabá. A ação terminou em perseguição, troca de tiros e na fuga dos suspeitos.

De acordo com o boletim de ocorrência, equipes do 1º e 2º Pelotão de Trânsito Rodoviário realizavam uma barreira na MT-251, por volta das 21h55, quando o motorista da Hilux desobedeceu à ordem de parada. O veículo “cantou pneu”, pulou o canteiro central e fugiu do bloqueio, dando início a uma perseguição.

Durante a fuga, um dos ocupantes da camionete efetuou disparos de arma de fogo contra os policiais. Ninguém foi preso.

A perseguição seguiu pela MT-010, mas o veículo conseguiu escapar inicialmente. Cerca de cinco a seis minutos depois, durante rondas intensificadas, a equipe voltou a avistar a Hilux na MT-251, sentido Chapada dos Guimarães. Ao tentar realizar a abordagem, os policiais perceberam o veículo parado em um posto de combustível.

Ao notar a aproximação da viatura, o condutor arrancou em alta velocidade, seguindo pela contramão da MT-251 em direção à Fundação Bradesco. Em seguida, entrou em uma estrada de terra à esquerda, com acesso à Vila Formosa, onde a perseguição foi retomada. Em determinado ponto, a camionete reduziu a velocidade e dois ocupantes desceram do veículo ainda em movimento.

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Segundo o relatório policial, um dos suspeitos, que vestia camiseta branca, efetuou novos disparos contra os militares e fugiu para uma área de mata. Os policiais revidaram e solicitaram apoio via rádio.

Com a chegada de reforço, foram realizadas buscas na região. No local, os policiais encontraram uma carteira marrom contendo o documento da Hilux branca e a quantia de R$ 1.154 em dinheiro. A checagem do veículo não apontou restrições. No interior da camionete, também foram localizados dois aparelhos celulares da marca iPhone e uma carteira preta com um RG e seis fotos 3×4.

Até o encerramento do registro da ocorrência, na Central de Flagrantes de Cuiabá, nenhum dos suspeitos havia sido localizado. O veículo foi removido ao pátio da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob), já que a delegacia de plantão informou não receber veículos nesse tipo de situação.

O caso foi registrado como desobediência, direção perigosa, disparo de arma de fogo e tentativa de homicídio doloso. A Polícia Militar segue em diligências para identificar e prender os envolvidos.

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Deputados e senadores de MT assinam em peso a CPMI contra Banco Master; só Emanuelzinho e Lacerda ficam de fora

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Foto: Divulgação

Foi protocolado no Congresso Nacional, nessa terça-feira (3), o requerimento para a criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) com o objetivo de investigar fraudes bilionárias no Banco Master. Ao todo, a iniciativa reuniu 280 assinaturas, sendo 238 de deputados federais e 42 de senadores. O autor do requerimento é o deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ).

Da bancada mato-grossense, assinaram o requerimento os deputados federais Coronel Assis (União), Coronel Fernanda (PL), Gisela Simona (União), José Medeiros (PL), Juarez Costa (MDB), Nelson Barbudo (PL) e Rodrigo da Zaeli.

De Mato Grosso, apenas o deputado federal Emanuelzinho (MDB) não assinou o pedido. Ele alega que a iniciativa se trata de uma “CPMI dos deputados de extrema direita” e vem pedindo apoio a outro requerimento para abertura de uma CPMI sobre o mesmo tema, apresentado pela deputada federal esquerdista Heloísa Helena (Rede-RJ).

No Senado, assinaram o requerimento da CPMI do Banco Master os senadores de Mato Grosso Jayme Campos (União) e Wellington Fagundes (PL). Não foi contabilizada a assinatura do suplente de senador José Lacerda (PSD), que está deixando a cadeira para que a suplente Margareth Buzetti (PSD) possa assumir a vaga que é do Ministro da Agricultura Carlos Fávaro (PSD).

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“Acabamos de protocolar o pedido de CPMI do Banco Master, esse que é um dos maiores, se não o maior escândalo financeiro existente no Brasil. Um banco falido, que estava sendo negociado por um banco público e que esconde muita coisa aí”, comentou Coronel Assis.

A CPMI do Banco Master deve apurar irregularidades cometidas pela instituição, que é investigada pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal por suspeita de fraudes bilionárias, gestão fraudulenta, organização criminosa, manipulação de mercado, desvio e lavagem de dinheiro. Também é atribuída ao Banco Master uma suposta fraude na venda de carteiras de crédito ao Banco de Brasília (BRB), no valor de R$ 12,2 bilhões.

Além das fraudes, a comissão pretende apurar os impactos econômicos do caso e eventuais conexões entre agentes públicos e empresas ligadas às irregularidades.

Após o protocolo, o próximo passo é a leitura do requerimento em sessão conjunta do Congresso Nacional, etapa necessária para a instalação formal da CPMI. O pedido será analisado pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União).

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“Vamos exigir que o presidente do Congresso, senador Davi Alcolumbre coloque em prática essa CPMI. É importante para que nós brasileiros saibamos da verdade e, claro, quem estiver errado, que pague por isso”, disse a deputada Coronel Fernanda.

Grupo de trabalho e CPMI do INSS

Paralelamente, o presidente da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, Renan Calheiros (MDB-AL), instituiu um grupo de trabalho para acompanhar as investigações sobre o Banco Master. O grupo poderá apresentar requerimentos para convocação de autoridades e pessoas investigadas, solicitar informações oficiais e elaborar propostas legislativas relacionadas ao tema. O início das atividades está previsto para esta semana.

Já a CPMI do INSS, comandada pelo senador Carlos Viana (Podemos-MG), que investiga as fraudes do INSS, aprovou a convocação do banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, para prestar depoimento ao colegiado.

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